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Cuiabá terá prévia do Festival do Japão com nova feira no Museu do Rio

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O Museu do Rio será palco de uma nova feira cultural que servirá como prévia do aguardado retorno do Festival do Japão, previsto para 2026. A feira, marcada para setembro, antecede um dos maiores eventos culturais da capital e será promovida pela Associação Cultural Nipo-Brasileira, com apoio da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico.

O secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, explica que a nova feira, a ser instalada no espaço turístico e cultural, funcionará como um pré-evento de lançamento do festival, previsto para acontecer no próximo ano, no Parque Novo Mato Grosso. Ele destacou que a última edição do Festival do Japão, realizada em 2016, reuniu mais de 120 mil visitantes.

“Ainda não definimos a data exata, mas já está certo que o pré-lançamento acontecerá em setembro. Trata-se de um evento que fomenta não apenas a economia, mas também o turismo e o desenvolvimento local. A cultura japonesa, milenar, tem raízes em Cuiabá. Há mais de 50 anos, a comunidade japonesa participa ativamente da construção da nossa capital”, ressaltou o secretário.

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O Museu do Rio, que abriga também o Aquário Municipal, já se consolidou como referência para manifestações artísticas e culturais, tendo recebido mais de 200 mil visitantes. A expectativa é que o evento promova integração e respeito à diversidade cultural.

“Nosso objetivo é resgatar um festival que marcou a história de Cuiabá e que agora retorna com força total. Estamos construindo isso com parceiros importantes, como o Consulado Japonês e a JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão), para que o evento ganhe ainda mais relevância”, acrescentou Medeiros.

Envolvido diretamente na articulação e viabilização do evento, o vereador Rafael Yonekubo apoia a iniciativa e reforça o compromisso com a valorização da cultura nipo-brasileira. “É uma honra participar da retomada desse evento, que tem grande significado para a nossa história. Vamos trabalhar para que esta edição seja um marco na integração cultural da cidade”, afirmou o parlamentar.

#PraCegoVer

A imagem mostra o secretário municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, Fernando Medeiros, que usa camisa preta, e representantes da Associação Cultural Nipo-Brasileira, além do vereador Rafael Yonekubo, usando verde, reunidos em frente ao Museu do Rio.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Mercado do açúcar recua nas bolsas internacionais, enquanto preços no Brasil mostram sinais de recuperação

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O mercado internacional do açúcar encerrou a terça-feira (10) em queda nas principais bolsas globais, pressionado pelo aumento da oferta mundial, pelo desempenho das exportações dos grandes produtores e pela forte desvalorização do petróleo. No Brasil, porém, os preços do açúcar cristal e do etanol registraram recuperação diária, indicando uma possível reação do mercado interno.

Açúcar bruto fecha em baixa na Bolsa de Nova York

Na ICE Futures US, em Nova York, os contratos futuros do açúcar bruto voltaram a recuar. O vencimento julho/26 fechou cotado a 14,08 centavos de dólar por libra-peso, com perda de 0,04 ponto.

Os demais contratos também encerraram o pregão no campo negativo:

  • Outubro/26: 14,54 cents/lbp (-0,09 ponto);
  • Março/27: 15,42 cents/lbp (-0,09 ponto);
  • Demais vencimentos também registraram desvalorizações.

O movimento reflete a percepção de um mercado amplamente abastecido, especialmente diante da forte produção observada nos principais países exportadores.

Açúcar branco acompanha perdas em Londres

Na ICE Futures Europe, em Londres, o açúcar branco também encerrou a sessão em baixa.

Os principais contratos fecharam em:

  • Agosto/26: US$ 445,00 por tonelada (-US$ 0,10);
  • Outubro/26: US$ 439,30 por tonelada (-US$ 0,90);
  • Dezembro/26: US$ 437,80 por tonelada (-US$ 1,00).
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A pressão sobre as cotações internacionais continua associada ao avanço da safra brasileira e ao aumento da disponibilidade global da commodity.

Mercado físico brasileiro apresenta recuperação

Em sentido contrário ao mercado externo, o açúcar cristal negociado no mercado paulista registrou valorização.

De acordo com o indicador CEPEA/ESALQ, a saca de 50 quilos do açúcar cristal branco foi negociada a R$ 92,90, alta de 1,69% em relação ao fechamento anterior.

Apesar da recuperação diária, o indicador ainda acumula recuo de 0,11% em junho, refletindo um ambiente de negócios cauteloso em meio ao avanço da moagem da cana-de-açúcar na região Centro-Sul.

Etanol hidratado também registra avanço

O mercado de etanol acompanhou o movimento positivo observado no açúcar.

Segundo o Indicador Diário Paulínia, o etanol hidratado foi negociado a R$ 2.321,50 por metro cúbico, registrando valorização de 0,39% na comparação diária.

Mesmo com a recuperação recente, o biocombustível ainda acumula queda de 1,28% no mês, pressionado pela maior oferta decorrente do pico da safra sucroenergética.

Petróleo e oferta global seguem no radar do mercado

A recente queda dos preços do petróleo continua sendo um dos principais fatores de pressão para o açúcar. Com combustíveis fósseis mais baratos, o etanol perde competitividade, reduzindo o incentivo para a destinação da cana à produção de biocombustíveis.

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Nesse cenário, cresce a expectativa de maior direcionamento da matéria-prima para a fabricação de açúcar, aumentando a oferta disponível no mercado internacional.

Além disso, os investidores seguem monitorando o desempenho das exportações da Tailândia e o forte ritmo produtivo do Centro-Sul do Brasil, fatores que reforçam a perspectiva de abundância global da commodity.

Por outro lado, preocupações climáticas relacionadas aos possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre importantes regiões produtoras continuam limitando quedas mais acentuadas nas cotações internacionais, mantendo um componente de risco no mercado para os próximos meses.

Perspectivas

O mercado do açúcar segue dividido entre a pressão de uma oferta global robusta e as incertezas climáticas que podem afetar a produção futura. No Brasil, a recuperação dos preços do açúcar cristal e do etanol sugere maior sustentação no mercado físico, embora a evolução da safra e o comportamento do petróleo continuem sendo determinantes para a formação dos preços nas próximas semanas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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