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Sipcam Nichino leva três novidades para a Hortitec 2025

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A Sipcam Nichino Brasil será uma das principais presenças na Hortitec 2025, que ocorre entre os dias 25 e 27 de julho, em Holambra (SP). Considerado o maior evento tecnológico da cadeia de hortifrútis na América Latina, o encontro deve reunir cerca de 400 expositores e receber aproximadamente 30 mil visitantes. A empresa vai destacar três soluções importantes para o setor: o fungicida Soleado®, o inseticida Ohkami® e o fungicida Pulsor® 240 SC.

De acordo com o engenheiro agrônomo Marcelo Palazim, da área de desenvolvimento de mercado da Sipcam Nichino, o fungicida Soleado® será lançado oficialmente nas próximas semanas. O produto possui indicações para o controle de doenças como pinta-preta, mofo-branco e phoma, e é recomendado para culturas como batata, cebola, café e outras. Já o inseticida Ohkami® é uma ferramenta consolidada no Brasil, principalmente entre os produtores de tomate, onde se destaca no combate à traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), além de controlar tripes, mosca-minadora, ácaros e broca-pequena. O inseticida também tem sido aplicado com sucesso em mais 11 cultivos, incluindo folhas brássicas como brócolis, repolho, couve e couve-flor, onde age eficazmente no controle da traça-das-crucíferas, uma praga que pode causar prejuízos significativos quando não controlada.

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Outro destaque da Sipcam Nichino na Hortitec será o fungicida Pulsor® 240 SC, que ganhou relevância nos últimos anos no manejo da Rhizoctonia solani, fungo responsável pela chamada “mancha-asfalto” na batata. O produto apresenta ação preventiva e curativa e é capaz de atuar em diferentes estágios do fungo. Além da batata, Pulsor® 240 SC é registrado para uso em culturas como café, crisântemo e gramados, reforçando sua versatilidade.

A Hortitec 2025 promete ser uma importante oportunidade para produtores, pesquisadores e empresas do setor se atualizarem sobre as últimas tendências em tecnologia, genética vegetal, nutrição e sustentabilidade, consolidando-se como o principal encontro da cadeia de hortifrútis na América Latina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Instituto Biológico amplia produção de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina no Brasil

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A sanidade animal segue como um dos pilares estratégicos da pecuária brasileira, especialmente em um cenário de expansão das exportações de carne e leite e aumento das exigências sanitárias internacionais. Nesse contexto, o Instituto Biológico vem ampliando sua atuação na produção nacional de kits para diagnóstico de brucelose e tuberculose bovina, reforçando o controle sanitário dos rebanhos em todo o país.

Com apoio da Fundepag, o Laboratório de Inovação em Imunobiológicos do instituto já produziu cerca de 30 milhões de testes diagnósticos desde 2021. Os imunobiológicos abastecem programas sanitários em diferentes regiões do Brasil e são utilizados por médicos-veterinários credenciados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA).

Os kits fazem parte das ações do Programa Nacional de Controle e Erradicação de Brucelose e Tuberculose Animal, iniciativa coordenada pelo MAPA para monitoramento e controle dessas doenças que impactam diretamente a produtividade pecuária e a saúde pública.

Diagnóstico sanitário fortalece competitividade da pecuária brasileira

A brucelose e a tuberculose bovina estão entre as principais zoonoses monitoradas no país. Além dos prejuízos econômicos causados pela redução da produtividade dos rebanhos, as doenças podem provocar restrições comerciais, limitar o trânsito de animais e comprometer exportações brasileiras de carne e leite.

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Segundo o médico-veterinário e responsável técnico pelo laboratório, Ricardo Spacagna Jordão, a modernização dos processos produtivos tem sido fundamental para ampliar a eficiência dos diagnósticos e garantir maior confiabilidade nos resultados.

“O objetivo é aplicar tecnologias mais avançadas na produção dos imunobiológicos, garantindo maior pureza, rastreabilidade e segurança sanitária nos testes realizados”, explica.

Tecnologia aumenta precisão dos testes diagnósticos

O sistema utilizado pelo laboratório é baseado em proteínas purificadas produzidas a partir de bactérias, permitindo a identificação de animais infectados sem risco de transmissão da doença.

Segundo Jordão, os imunobiológicos simulam uma resposta imunológica semelhante à infecção real, possibilitando detectar se o animal teve contato com o agente infeccioso.

“As proteínas produzidas pelas bactérias simulam a presença da doença no organismo. Com isso, conseguimos identificar animais infectados utilizando apenas proteínas purificadas, sem qualquer capacidade de causar enfermidade”, destaca.

O diagnóstico pode ser realizado tanto por inoculação quanto por exames sorológicos, aumentando a precisão do monitoramento sanitário nos rebanhos bovinos.

Fundepag impulsiona expansão da capacidade produtiva

A parceria com a Fundepag foi decisiva para ampliar a estrutura operacional do laboratório, incluindo investimentos em infraestrutura, manutenção de equipamentos, contratação de profissionais especializados e expansão da produção.

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De acordo com o Instituto Biológico, o suporte técnico e financeiro permitiu fortalecer a capacidade industrial do laboratório e viabilizar o desenvolvimento de novos kits diagnósticos.

“A parceria contribui diretamente para melhorias estruturais, manutenção da operação laboratorial e fortalecimento das atividades técnicas desenvolvidas pelo instituto”, afirma Jordão.

Sanidade animal ganha importância estratégica no agronegócio

O avanço da produção nacional de kits diagnósticos reforça a importância da ciência e da inovação para a sustentabilidade da pecuária brasileira.

Além de reduzir riscos sanitários e fortalecer o controle epidemiológico, o monitoramento eficiente das doenças bovinas contribui para aumentar a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado internacional.

Especialistas do setor avaliam que investimentos contínuos em pesquisa, tecnologia laboratorial e biossegurança serão cada vez mais estratégicos para garantir segurança alimentar, ampliar mercados e preservar a credibilidade sanitária da produção pecuária nacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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