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Híbrido FS695 da Forseed se destaca em testes de produtividade em Minas Gerais e Mato Grosso

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Desempenho expressivo em duas importantes regiões produtoras

A Forseed, marca da LongPing High-Tech, celebra o excelente desempenho do híbrido FS695 em ensaios de produtividade realizados em duas regiões estratégicas do Brasil. O material ficou em primeiro lugar em Alfenas (MG) e conquistou o terceiro lugar em um dos principais testes técnicos do Mato Grosso, demonstrando sua estabilidade e adaptabilidade em diferentes condições de solo e clima.

Primeiro lugar em Alfenas (MG)

No ensaio conduzido pela Dakar Pesquisa Agrícola e Agro Star, com a coordenação do ESALQ Lab, o híbrido FS695 alcançou a liderança em produtividade em Alfenas (MG), registrando 168 sacas por hectare. O resultado reforça a adequação do material para a região do Sul de Minas, especialmente nas lavouras de verão.

Terceiro lugar em teste técnico no Mato Grosso

Já no Centro-Oeste, o FS695 também teve desempenho expressivo. No teste promovido pelo Grupo Prediger ao longo da BR-163, no Mato Grosso — um dos mais relevantes da região —, o híbrido ficou entre os três melhores, atingindo 224,24 sacas por hectare entre 60 materiais avaliados.

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Alta adaptabilidade e sanidade comprovada

O FS695 é um híbrido precoce e de alto investimento, com ampla adaptabilidade tanto para a safra de verão quanto para a safrinha. Sua performance em regiões desafiadoras como o Cerrado destaca atributos como alta sanidade foliar e tolerância a doenças importantes, como Bipolares e o Complexo de Molicutes e Viroses (CMV). “Esses resultados confirmam nossos estudos, principalmente para a região do Mato Grosso. O FS695 tem alta produtividade e ampla adaptabilidade, garantindo uma colheita mais segura e de qualidade, mesmo em condições adversas”, afirma Élcio Marques, gerente Nacional de Marketing da Forseed.

Indicação regional e desempenho em todo o Brasil

O híbrido FS695 pode ser cultivado em praticamente todas as regiões do país nas duas principais janelas agrícolas, com exceção do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No verão, tem destaque em estados como Minas Gerais, Goiás, Bahia, Piauí e São Paulo. Na safrinha, mostra ótimo desempenho em Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Maranhão, Tocantins, Pará e São Paulo.

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Investimento em pesquisa e inovação

O desempenho do FS695 é reflexo da estratégia da Forseed, que vem fortalecendo seu portfólio com materiais voltados para as necessidades reais do produtor. O foco em pesquisa aplicada e melhoramento genético tem permitido à marca oferecer híbridos com alto teto produtivo, estabilidade e resistência, mesmo diante das diferentes realidades do agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Safras reduz projeção da safra de algodão do Brasil em 2025/26 após queda de área plantada

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A produção brasileira de algodão em pluma deve registrar queda significativa na safra 2025/26, segundo nova estimativa divulgada nesta quarta-feira pela consultoria Safras & Mercado.

A projeção foi revisada para 3,74 milhões de toneladas, abaixo da previsão anterior de 3,76 milhões de toneladas. O ajuste reflete principalmente a redução da área plantada em diversas regiões produtoras, diante de um cenário de preços menos atrativos e margens pressionadas no momento da semeadura.

Preços baixos reduzem estímulo ao plantio de algodão

De acordo com a consultoria, a retração na área cultivada ocorreu em meio à piora das condições econômicas para o produtor, especialmente devido aos custos elevados de produção e ao comportamento mais fraco das cotações internacionais da fibra.

O cenário reduziu o interesse de parte dos produtores pela expansão do cultivo na temporada 2025/26.

Com isso, a expectativa atual aponta para uma produção 11,5% menor em comparação à safra passada, quando o Brasil registrou volume recorde de 4,23 milhões de toneladas de algodão em pluma.

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Brasil segue entre os maiores exportadores globais de algodão

Mesmo com a revisão para baixo, o Brasil permanece entre os principais produtores e exportadores mundiais de algodão, consolidando posição estratégica no mercado internacional da fibra.

Nas últimas temporadas, o país ampliou fortemente sua participação global, impulsionado principalmente pela alta produtividade das lavouras do Centro-Oeste, com destaque para Mato Grosso e Bahia.

No entanto, o setor enfrenta atualmente um ambiente de maior cautela, influenciado por:

  • Preços internacionais mais pressionados
  • Custos elevados de produção
  • Margens mais apertadas no campo
  • Oscilações na demanda global pela fibra
Mercado acompanha clima, exportações e demanda internacional

Além das questões econômicas, o mercado segue atento ao comportamento climático nas principais regiões produtoras e à evolução da demanda internacional, especialmente da indústria têxtil asiática.

O desempenho das exportações brasileiras também será determinante para o equilíbrio do mercado ao longo da temporada.

Apesar da perspectiva de queda na produção, o Brasil deve continuar com forte presença no comércio global de algodão, sustentado pela qualidade da fibra e pela competitividade logística conquistada nos últimos anos.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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