AGRONEGÓCIO

Tratores Valtra lideram preferência dos produtores rurais com desempenho, tecnologia e economia

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Com mais de 65 anos de atuação no agronegócio brasileiro, a Valtra se consolida como uma das marcas mais admiradas do setor ao apresentar os modelos de tratores mais vendidos e desejados pelos produtores rurais de todo o país. As linhas A2R, BM, BH, T CVT e o mais recente lançamento, Série S6, se destacam por atributos como eficiência, economia de combustível, conforto, alto desempenho e tecnologia de ponta.

Soluções para todos os perfis de produtores

Segundo o gerente de vendas da Valtra, Fabio De Biase, o portfólio da marca atende às necessidades de diferentes culturas — como grãos, cana-de-açúcar, frutas cítricas e café — com soluções robustas e sustentáveis. “A Valtra fornece tratores potentes, eficientes e com menor impacto ambiental, buscando atender com excelência aos diversos perfis de produtores do nosso país”, afirmou.

Série A2R: economia, versatilidade e conforto

A linha A2R, uma das mais tradicionais da Valtra, chama atenção pela economia de combustível — com redução de até 10% no consumo — e pela sua capacidade de levante, que é 6% superior à média do mercado. A série oferece quatro versões de transmissão: standard, multiplicador, redutor e reversão mecânica, além da opção com cabine de fábrica, que proporciona mais conforto no trabalho diário.

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Série T CVT: potência e precisão com alta tecnologia

Voltada para produtores que buscam alta performance, a Série T CVT combina transmissão contínua variável com potências entre 195 cv e 250 cv. Quando utilizada com a plantadeira Valtra Momentum, entrega robustez, precisão e rendimento elevado. A tecnologia CVT garante aumento de até 30% na eficiência das operações e economia de até 25% no consumo de combustível. A linha também é indicada para a cultura de cana-de-açúcar, que demanda máquinas resistentes e potentes.

Série S6: novo sucesso da marca e destaque da Agrishow 2025

Apresentada como principal atração da Agrishow 2025, a Série S6 já se tornou um dos modelos mais desejados da marca. Fabricada na Finlândia, a linha traz alto desempenho para operações pesadas, com foco em culturas como grãos e sucroenergética. Com três modelos — S346, S376 e S416 — a série oferece potências de até 425 cv e torque de até 1.750 Nm, reunindo tecnologia inteligente, design eficiente e conforto operacional.

Linha BM: tradição de 25 anos com alto índice de satisfação

A linha BM é referência entre os agricultores pela confiabilidade e baixo custo operacional. Com motores AGCO Power de 4 cilindros e transmissão Multitorque, proporciona até 15% de economia de combustível. Os modelos BM115 e BM135, com até 135 cv, são versáteis e ideais para diversas atividades no campo. A série oferece versões com cabine ou plataforma, priorizando o bem-estar do operador.

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BH HiTech: robustez e rendimento no campo

A linha BH HiTech alia força a alta tecnologia agrícola, ideal para operações exigentes. Com transmissão PowerShift HiTech3, a produtividade por hora pode aumentar em até 8%. Os tratores ainda contam com o motor AGCO Power e podem reduzir o consumo de combustível em até 10%. O modelo também pode ser equipado com piloto automático Valtra Guide com precisão centimétrica, ampliando a autonomia e a eficiência nas operações.

Valtra: tecnologia a serviço do produtor rural

A presença constante da Valtra nas preferências dos produtores brasileiros reforça o compromisso da marca com a inovação e a produtividade no campo. Com tratores adaptados às diversas realidades da agricultura nacional, a empresa se destaca ao unir tradição, tecnologia e foco no desempenho sustentável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Custos de produção se estabilizam, mas queda nos preços recebidos reduz rentabilidade do agro gaúcho

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O agronegócio do Rio Grande do Sul enfrentou um cenário desafiador em maio de 2026. Apesar da estabilidade nos custos de produção, a queda nos preços recebidos pelos produtores rurais voltou a pressionar a rentabilidade das atividades agropecuárias, ampliando a preocupação do setor com as margens de lucro ao longo do ano.

Dados divulgados pela Assessoria Econômica do Sistema Farsul mostram que o Índice de Inflação dos Custos de Produção (IICP) registrou variação positiva de apenas 0,04% no mês, refletindo um ambiente de relativa estabilidade para os custos da atividade rural.

Por outro lado, o Índice de Inflação dos Preços Recebidos pelos Produtores Rurais (IIPR) apresentou retração de 1,98%, interrompendo a trajetória de recuperação observada nos meses anteriores e reduzindo a receita gerada pelas principais cadeias produtivas do estado.

Queda do dólar e do diesel ajudou a conter os custos

Segundo a Farsul, a estabilidade dos custos foi favorecida principalmente pela valorização do real frente ao dólar, fator que reduziu os preços de insumos importados amplamente utilizados no campo, como fertilizantes e defensivos agrícolas.

Além disso, a redução nos preços do diesel contribuiu para aliviar despesas relacionadas ao transporte, operações mecanizadas e logística das propriedades rurais.

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Apesar do resultado praticamente estável em maio, os indicadores apontam que a pressão sobre os custos voltou a ganhar força ao longo dos últimos meses.

No acumulado de 12 meses, o IICP registra alta de 3,11%, sinalizando uma reversão do cenário de deflação observado em parte de 2025. Já no acumulado de 2026, o avanço chega a 5,94%, impulsionado principalmente pelas elevações registradas entre março e abril.

Soja, arroz e suínos puxam queda da receita no campo

Enquanto os custos ficaram praticamente estáveis, a receita dos produtores sofreu novo recuo em maio.

A retração de 1,98% no IIPR foi influenciada principalmente pela desvalorização de importantes produtos da agropecuária gaúcha, entre eles soja, arroz e suínos.

Com o resultado, o índice acumula queda de 7,64% nos últimos 12 meses, demonstrando que os valores pagos ao produtor continuam inferiores aos registrados no mesmo período do ano anterior.

O desempenho reforça um dos principais desafios enfrentados pelo setor: a dificuldade de manter a rentabilidade quando os preços dos produtos agropecuários recuam mais rapidamente do que os custos de produção.

Inflação dos alimentos não tem origem no campo

Outro ponto destacado pelo levantamento é a diferença entre os preços recebidos pelos produtores e os valores pagos pelos consumidores nos supermercados.

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De acordo com a análise da Farsul, enquanto o IIPR acumula retração de 7,64% em 12 meses, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para alimentos registra alta de 3,87% no mesmo período.

Para os economistas da entidade, esse descompasso evidencia que a inflação dos alimentos não está sendo gerada dentro das propriedades rurais, mas ao longo das demais etapas da cadeia produtiva, incluindo processamento, transporte, distribuição e fatores macroeconômicos que influenciam os preços finais ao consumidor.

Perspectiva para os próximos meses

A combinação de custos ainda elevados no acumulado do ano e preços recebidos em queda mantém o produtor rural em situação de atenção. Embora fatores como câmbio mais favorável e redução do diesel tenham contribuído para aliviar parte das despesas, a recuperação da rentabilidade dependerá da valorização das principais commodities agropecuárias e de um ambiente de mercado mais favorável nos próximos meses.

Os indicadores fazem parte da série histórica monitorada pelo Sistema Farsul e servem como referência para acompanhar a evolução da renda e dos custos do setor agropecuário gaúcho.

Relatório na íntegra

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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