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Prefeitura reforça frota de hidrojato e inicia limpeza de pontos críticos da capital

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Com o objetivo de agilizar e ampliar os serviços de drenagem em Cuiabá, a Prefeitura reforçou a frota de caminhões hidrojatos utilizados na limpeza de bocas de lobo, manilhas e caixas coletoras. A ação é coordenada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras e visa combater alagamentos e problemas recorrentes em áreas críticas da cidade.

Com a chegada de cinco novos veículos, a frota de hidrojatos passa a contar com maior capacidade de atendimento, permitindo maior eficiência na desobstrução das redes pluviais. Os caminhões utilizam jatos de água em alta pressão para remover resíduos acumulados em tubulações e galerias, garantindo o bom funcionamento do sistema de drenagem urbana.

Um dos primeiros locais a receber a intervenção com o reforço da frota foi a avenida Doutor Hélio Ribeiro, localizada na região do Centro Político Administrativo. No local, as equipes da Secretaria retiraram mais de duas toneladas de detritos, provenientes de ligações clandestinas de esgoto. Os resíduos estavam obstruindo a rede pluvial, gerando vazamentos e comprometendo a estrutura do asfalto, com rachaduras, fissuras e descolamento da manta asfáltica.

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O secretário municipal de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, destacou a importância da ampliação da frota e da manutenção preventiva para preservar a malha viária da capital.

“Esses novos caminhões aumentam nossa capacidade de resposta, principalmente em áreas críticas onde o acúmulo de resíduos compromete a drenagem e danifica o asfalto. A retirada dessas toneladas de detritos é um passo essencial para melhorar a fluidez do tráfego, evitar alagamentos e garantir mais segurança para a população”, afirmou o secretário.

A Secretaria reforça que o trabalho de manutenção é contínuo e que a população também tem papel fundamental, evitando o descarte irregular de lixo em vias públicas e denunciando ligações clandestinas, que comprometem toda a infraestrutura urbana.

Além do Centro Político Administrativo, as ações estão sendo realizadas na região sul da capital, como a avenida Doutor Meirelles no bairro Tijucal.

#PraCegoVer

A imagem mostra o secretário de Infraestrutura e Obras, Reginaldo Teixeira, vistoriando a limpeza de uma caixa coletora. Ao fundo, um caminhão hidrojato realiza o serviço de desobstrução com jatos de água de alta pressão.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preço do boi gordo perde força antes do Dia das Mães e mercado aponta acomodação da arroba

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O mercado físico do boi gordo encerrou a semana em ritmo mais lento e com sinais de acomodação nos preços, mesmo diante da proximidade do Dia das Mães, uma das datas mais importantes para o consumo de carnes no Brasil. O cenário reflete uma combinação de demanda doméstica moderada, maior competitividade das proteínas concorrentes e cautela das indústrias frigoríficas nas compras de animais para abate.

Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Iglesias, frigoríficos de estados como São Paulo, Goiás e Minas Gerais tentaram alongar escalas de abate com ofertas em patamares mais baixos. Em contrapartida, em Mato Grosso houve encurtamento das escalas, levando parte da indústria local a reajustar preços para garantir abastecimento.

Mercado acompanha limite da cota chinesa

Além do comportamento do consumo interno, o setor pecuário monitora com atenção a evolução da cota de exportação de carne bovina para a China. A expectativa é de que o limite atual seja atingido em meados de junho, o que aumenta as incertezas sobre o ritmo dos embarques brasileiros durante o terceiro trimestre de 2026.

A China segue como principal destino da carne bovina brasileira e qualquer alteração no fluxo de exportações tende a impactar diretamente a formação de preços da arroba no mercado doméstico.

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Preço da arroba do boi gordo por estado

Na modalidade a prazo, os preços da arroba do boi gordo apresentaram estabilidade na maior parte das praças pecuárias monitoradas até o dia 7 de maio:

  • São Paulo (Capital): R$ 350,00 por arroba, queda de 2,78% frente aos R$ 360,00 da semana anterior;
  • Goiás (Goiânia): R$ 340,00 por arroba, recuo de 1,45%;
  • Minas Gerais (Uberaba): R$ 340,00 por arroba, estável;
  • Mato Grosso do Sul (Dourados): R$ 350,00 por arroba, sem alterações;
  • Mato Grosso (Cuiabá): R$ 360,00 por arroba, estável;
  • Rondônia (Vilhena): R$ 330,00 por arroba, sem mudanças em relação ao mês anterior.
Carne bovina perde competitividade no atacado

No mercado atacadista, os preços também apresentaram acomodação, mesmo em um período tradicionalmente favorável ao consumo, impulsionado pela entrada dos salários e pelas compras relacionadas ao Dia das Mães.

Segundo Iglesias, os atuais níveis de preços da carne bovina limitam novas altas mais intensas, já que parte da população encontra dificuldade para absorver reajustes adicionais no varejo.

A carne bovina continua perdendo competitividade frente às proteínas mais acessíveis, principalmente a carne de frango, que segue ganhando espaço no consumo doméstico.

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Os cortes bovinos registraram os seguintes preços médios na semana:

  • Quarto do dianteiro: R$ 23,00 por quilo, queda de 2,13%;
  • Cortes do traseiro: R$ 28,00 por quilo, recuo de 1,75%.
Exportações de carne bovina seguem fortes em abril

Apesar da acomodação do mercado interno, as exportações brasileiras de carne bovina seguem em ritmo robusto.

Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil exportou 251,944 mil toneladas de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada em abril, considerando 20 dias úteis.

A receita obtida pelo país somou US$ 1,572 bilhão, com média diária de US$ 78,625 milhões. O preço médio da tonelada exportada ficou em US$ 6.241,50.

Na comparação com abril de 2025, os números mostram:

  • Alta de 29,4% na receita média diária;
  • Crescimento de 4,3% no volume médio diário embarcado;
  • Avanço de 24,1% no preço médio da tonelada.

O desempenho das exportações segue sendo um dos principais fatores de sustentação para o setor pecuário brasileiro, especialmente em um momento de maior cautela no consumo doméstico.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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