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Feira na Assembleia divulga trabalho de artesãos de Cuiabá

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A Assembleia Legislativa, por meio do Instituto Memória do Poder Legislativo (IMPL), realiza no saguão de entrada, de hoje (2) até sexta-feira (6), das 8h às 17h, a Feira do Senhor Bom Jesus de Cuiabá. O evento é promovido pelos divulgadores do padroeiro Senhor Bom Jesus de Cuiabá, que conta com o apoio do Poder Legislativo na divulgação de artesanato, gastronomia e produtos diversos.

“A feira tem como objetivo valorizar a cultura, o artesanato e a gastronomia regional, além de contribuir com a renda e o fortalecimento familiar para a recuperação econômica dos feirantes afetados pelas fortes chuvas ocorridas em abril deste ano”, disse o deputado Elizeu Nascimento (PL).

“Trata-se de um evento importante que demonstra a parceria da Assembleia com os artesãos. Todo evento que acontece nesse saguão ajuda a divulgar o trabalho dessas pessoas”, complementou o deputado.

A superintendente do Instituto Memória, Gabriela Torres, citou que o evento é uma forma de receber a comunidade para expor seus trabalhos e contribuir para a recuperação das perdas que essas famílias tiveram durante as fortes chuvas que afetaram Cuiabá no mês de abril.

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“Eles perderam grande parte da produção durante a chuva do aniversário de Cuiabá. Então, estão aqui tentando até reverter essa situação das perdas financeiras que tiveram. E tem a questão religiosa também. O instituto mexe com todo esse resgate da história na forma de religião, gastronomia e artesanato. Então, a gente está de portas abertas para receber essas pessoas”, comentou Gabriela.

De acordo com a coordenadora do Instituto Memória, Lais Turri, a Assembleia abre as portas devido à luta que os feirantes estão enfrentando por causa das perdas ocorridas em abril.

“Não é só uma feira, a gente abre acesso para que seja uma oportunidade de renda extra e também uma luta pelas causas, porque acaba sendo um pouco parlamentar. Então a gente acaba cedendo um espaço para que as pessoas, as famílias que se sobrevivem disso, possam estar divulgando o seu nome dentro da Assembleia”, lembrou ela.

Para a coordenadora da feira da Arquidiocese de Cuiabá, Sueli Gomes Aldaves, nossa proposta é fortalecer o nome do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, nosso padroeiro, e oportunizar também os empreendedores e artesãos de Cuiabá. Nós temos inúmeras pessoas que vivem do artesanato, do empreendedorismo, e isso é a maioria de chefes de família, e essa renda fortalece a economia local e as famílias”, falou Aldaves.

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Ela disse ainda que um dos pontos principais também é a divulgação do Senhor Bom Jesus de Cuiabá, dar visibilidade. “Porque tem pessoas que não conhecem, não entendem e têm o entendimento que o padroeiro é o São Benedito, mas o nosso verdadeiro padroeiro é o Nosso Senhor Bom Jesus de Cuiabá”, revelou a coordenadora.

A expositora Viviane Gama explicou que a feira é uma realização para os participantes. “Aqui expomos aquilo que a gente gosta, e ainda temos uma renda extra para nossa família. Artesão gosta daquilo que faz. Meus artigos são artigos religiosos, com imagens de santos e padroeiros, para as pessoas que gostam e são devotos deles”, disse.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos quer apoio aos municípios e rigor na aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026 da educação infantil

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Após promover audiência pública para debater a aplicação da Lei Federal nº 15.326/2026, que reconhece os profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou, nesta quarta-feira (24), em sessão plenária, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 3/2026 com o objetivo de assegurar a efetivação dos direitos garantidos pela nova legislação em Mato Grosso.

A matéria proposta estabelece que os municípios deverão promover o devido enquadramento desses profissionais na carreira do magistério. Caso a legislação não seja cumprida, quando estiver em vigor, as contas anuais das prefeituras poderão ser reprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). “Uma luta de décadas e temos que reconhecer todos os profissionais, independente da denominação, mas que atuam como professores na educação infantil, que deverão ser enquadrados como professores da rede municipal. O município que não o fizer, o Tribunal de Contas do Estado deverá reprovar as contas do prefeito. Essa será uma das penalidades com o descumprimento da lei quando estiver em vigor”, explicou o parlamentar.

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Além da PEC, o parlamentar apresentou ao Governo de Mato Grosso a Indicação nº 2.009/2026, propondo a criação do Programa Estadual de Apoio à Adequação dos Planos de Carreira da Educação Infantil. A iniciativa pretende oferecer suporte técnico aos municípios para a implementação da legislação federal, por meio de orientações, modelos normativos, capacitações e acompanhamento institucional, garantindo segurança jurídica e uniformidade na aplicação da norma.

Legislação – A Lei Federal nº 15.326/2026 alterou a Lei nº 11.738/2008, que institui o Piso Nacional do Magistério, e a Lei nº 9.394/1996, de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), assegurando o reconhecimento dos profissionais da educação infantil como integrantes do magistério público da educação básica.

Com a mudança, passam a ser considerados profissionais do magistério aqueles que exercem atividades de docência ou de suporte pedagógico na educação infantil, desde que possuam formação em magistério ou curso superior e tenham ingressado por concurso público.

A legislação também beneficia trabalhadores que, em diversos municípios, ainda ocupam cargos com nomenclaturas como educador infantil, agente de desenvolvimento infantil, monitor, recreador e outras denominações equivalentes. Na prática, esses profissionais passam a ter direito ao enquadramento na carreira do magistério, ao piso salarial nacional, aos planos de carreira e às demais garantias previstas em lei.

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Apesar da vigência da norma federal, a Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais do Estado de Mato Grosso (FESSPMEMT) alertou, durante a audiência pública realizada na Assembleia Legislativa, que diversos municípios mato-grossenses ainda resistem à adequação da legislação. Segundo a entidade, a demora na implementação tem provocado insegurança jurídica, divergências administrativas e prejuízos aos profissionais da educação infantil.

A expectativa de Wilson Santos é de que as medidas legislativas propostas acelerem a adequação dos municípios, assegurando o cumprimento da legislação federal e a valorização dos profissionais que atuam na educação infantil em Mato Grosso.

Fonte: ALMT – MT

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