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Prefeitura debate ações contra queimadas com estudantes e líderes comunitários

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Lideranças comunitárias e estudantes da Região Oeste de Cuiabá participaram, nesta quinta-feira (29), de uma reunião para discutir a participação da comunidade no projeto “Prefeitura de Cuiabá e Corpo de Bombeiros Juntos por uma Cuiabá sem Queimadas”. O encontro, realizado na EMEB Prof.° Ranulpho Paes de Barros, no bairro Santa Isabel, integra uma série de ações promovidas pela Prefeitura para tratar de medidas preventivas contra queimadas urbanas e rurais na capital.

A iniciativa é liderada pela Secretaria Adjunta Especial de Defesa Civil e pela Secretaria Adjunta de Relações Comunitárias, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT).

Conforme o secretário adjunto especial de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges Ferreira, o encontro marca o início das ações com foco na prevenção e no engajamento da sociedade. “Estamos reunindo subprefeitos, lideranças comunitárias e estudantes porque é fundamental que todos façam a sua parte. Essa mobilização percorrerá os bairros de Cuiabá, inclusive a zona rural, durante os meses de maio e junho. O objetivo é ampliar a conscientização e preparar a população para enfrentar o período crítico das queimadas que se aproxima”, afirmou.

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A comandante do 1º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, tenente-coronel Pryscilla Jorge, destacou a importância do engajamento popular e os impactos das queimadas urbanas. “Queremos levar conhecimento à população sobre o que são as queimadas, suas consequências e implicações legais. Vamos explicar o período proibitivo, a responsabilidade criminal e as formas de prevenção. Também serão instalados pontos estratégicos de monitoramento na região metropolitana para atuação imediata em casos de incêndio”, explicou.

A reunião contou com a presença de representantes de 30 bairros da Região Oeste, incluindo o secretário da Associação de Moradores do Jardim Santa Isabel, Ibiapino Valmir; o presidente do bairro Amália, Odenil Jarcen; e o presidente do bairro Novo Terceiro, Antonio Fernando do Carmo.

#PraCegoVer

A imagem mostra a sala com o banner do projeto “Juntos por uma Cuiabá sem Queimadas” e, ao fundo, o secretário de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, explicando as ações preventivas enquanto lideranças e estudantes acompanham sentados em cadeiras.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Mercado de arroz enfrenta travamento nas negociações e pressão nos preços em maio

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O mercado brasileiro de arroz encerrou o mês de maio em um ambiente de forte defensividade, marcado por baixa liquidez, negociações lentas e dificuldade crescente na formação de preços ao longo de toda a cadeia produtiva. O cenário reflete a perda de sintonia entre produtores, indústrias beneficiadoras e varejo, ampliando a fragilidade comercial do setor.

De acordo com análise da consultoria Safras & Mercado, o fluxo de comercialização segue limitado no mercado físico, com negócios acontecendo de forma pontual e sem presença significativa de compradores. As referências permanecem abaixo de R$ 60 por saca de 50 quilos FOB Rio Grande do Sul, principal estado produtor do país.

Em Santa Catarina, as indicações de preços variam predominantemente entre R$ 52 e R$ 56 por saca, reforçando o movimento de pressão observado no Sul do Brasil.

Segundo o analista e consultor Evandro Oliveira, o mercado atravessa um momento de fragmentação entre os diferentes segmentos da cadeia. Enquanto os produtores tentam evitar novas reduções diante das margens apertadas, a indústria mantém postura cautelosa nas aquisições e o varejo segue pressionando os preços de reposição.

“O setor vive um cenário de travamento operacional, com baixa previsibilidade comercial e dificuldade de alinhamento entre produção, beneficiamento e supermercados”, aponta o consultor.

Produto beneficiado se torna gargalo nas negociações

O arroz beneficiado voltou a ganhar destaque como um dos principais pontos de dificuldade do mercado neste momento. A desaceleração nas vendas no varejo tem reduzido o ritmo das compras por parte das grandes redes supermercadistas, afetando diretamente o escoamento do produto industrializado.

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Segundo agentes do setor, o consumo mais retraído e a maior seletividade dos consumidores têm limitado o giro nas gôndolas em diversas regiões do país. Com isso, os supermercados seguem reduzindo volumes de compra e pressionando ainda mais os preços negociados com a indústria.

Cenário internacional traz sinais mais positivos

Apesar das dificuldades no mercado doméstico, o setor começa a observar fatores externos que podem contribuir para uma melhora gradual do ambiente comercial nos próximos meses.

Entre os elementos considerados mais favoráveis estão as dificuldades competitivas enfrentadas pelos Estados Unidos, a recente valorização dos preços do arroz na Ásia e os riscos climáticos globais que podem impactar a oferta mundial do cereal.

Esses fatores vêm sendo monitorados pelo mercado como possíveis sustentadores de preços no médio prazo, especialmente caso ocorram ajustes na oferta internacional.

Preço do arroz acumula forte queda em 2025

No fechamento do dia 28 de maio, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul — produto com 58/62% de grãos inteiros e pagamento à vista — foi cotada a R$ 59,49.

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O valor representa recuo de 0,13% em relação à semana anterior. Na comparação mensal, a desvalorização chega a 6,61%. Já frente ao mesmo período de 2025, a queda acumulada atinge 18,87%, refletindo o momento de fragilidade vivido pelo mercado arrozeiro brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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