AGRONEGÓCIO

Prefeitura alcança mais de 1,1 mil crianças com ações de combate a exploração sexual

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência (SMSocial), promoveu palestras educativas que alcançaram cerca de 1.100 crianças durante o mês de maio, em alusão à Campanha “Faça Bonito / Maio Laranja”. As ações visaram à prevenção do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes nas escolas da rede pública.

As atividades foram coordenadas pelo Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI), com apoio de diversas instituições como os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), Programa Saúde da Família (PSF), Conselhos Tutelares, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA) e escolas das redes municipal e estadual.

Ao todo, foram realizadas palestras em 14 escolas municipais e uma escola estadual. Durante os encontros, as equipes da assistência social apresentaram conteúdos sobre a Lei da Escuta Protegida — que garante a proteção de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência — e orientações sobre como identificar sinais de abuso, além de informar os canais de denúncia.

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Como parte da mobilização, também foram realizadas blitz educativas em diferentes pontos da cidade, organizadas pelas equipes dos CRAS, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da denúncia de qualquer forma de violência contra menores.

A SMSocial ainda participou da 2ª Caminhada do Bom Combate, promovida pelos Conselhos Tutelares, realizada no dia 18 de maio, no Parque das Águas. O evento contou com a presença do prefeito Abilio Brunini e da primeira-dama Samanta Brunini, fortalecendo o engajamento da gestão municipal na causa da proteção à infância.

#PraCegoVer

A foto mostra uma das atividades em sala de aula, com dezenas de crianças. A ação é coordenada por uma servidora da Assistência Social da capital e todos estão com os braços levantados.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Novo marco do crédito rural exige responsabilidade socioambiental e rastreabilidade no acesso ao financiamento

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Desde 1º de abril de 2026, o acesso ao crédito rural no Brasil passou a seguir novos critérios de conformidade socioambiental, conforme as Resoluções CMN n.º 5.193/2024, 5.267/2025 e 5.268/2025, que promoveram uma ampla atualização do Manual de Crédito Rural (MCR), sob coordenação do Banco Central (BC). As mudanças impactam diretamente produtores rurais, instituições financeiras, cooperativas de crédito e operadores jurídicos ligados ao agronegócio.

Crédito rural passa a exigir conformidade socioambiental obrigatória

De acordo com especialistas, a concessão de financiamento rural, que antes se concentrava principalmente na análise da viabilidade econômica e da capacidade de pagamento do produtor, agora incorpora critérios obrigatórios de conformidade ambiental.

Entre as novas exigências estão a rastreabilidade territorial e a responsabilidade socioambiental, que passam a ser condições objetivas para contratação, manutenção e renovação das operações de crédito rural.

Segundo o advogado especializado em agronegócio, Vinicius Souza Barquette, a mudança representa uma transformação estrutural no modelo de concessão de crédito no país.

Cadastro Ambiental Rural passa a ser condição obrigatória

A Resolução CMN n.º 5.193, em vigor desde 2024, estabelece que não poderá haver concessão de crédito rural para imóveis que não estejam inscritos no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), ou cuja inscrição esteja cancelada ou suspensa.

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Para o especialista, a regularidade do Cadastro Ambiental Rural (CAR) deixou de ser uma recomendação técnica e passou a ser uma exigência obrigatória para acesso ao financiamento.

Cruzamento de dados ambientais passa a ser exigido

Com as novas regras, a partir de 1º de abril de 2026, imóveis rurais com mais de quatro módulos fiscais deverão passar por análise de dados geoespaciais. Já para propriedades menores, a exigência passa a valer a partir de 4 de janeiro de 2027.

As instituições financeiras ficam obrigadas a cruzar informações do imóvel com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio do sistema Prodes, para identificar eventual supressão de vegetação nativa após 31 de julho de 2019.

Caso seja identificada irregularidade nesse período, a concessão do crédito deverá ser negada.

Crédito rural passa a integrar política ambiental

Segundo análise jurídica, as alterações promovidas pelas resoluções do Conselho Monetário Nacional representam uma mudança estrutural no papel do crédito agrícola no Brasil.

O financiamento rural deixa de ser apenas um instrumento de política financeira e passa também a atuar como ferramenta de política ambiental.

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Conformidade ambiental será exigida durante todo o contrato

A modernização do Manual de Crédito Rural estabelece que o acesso ao financiamento passa a depender da comprovação de conformidade com a legislação florestal.

Além disso, será exigido monitoramento contínuo do uso da terra por meio de tecnologias de sensoriamento remoto, bem como o cumprimento permanente das obrigações socioambientais ao longo de toda a vigência dos contratos de crédito rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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