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Mutirão intensivo de coleta recolhe mais de 220 toneladas de lixo em 18 pontos; veja bairros atendidos

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), concluiu com êxito o mutirão intensivo de coleta de lixo domiciliar iniciado nas manhã de domingo (25). A força-tarefa percorreu 18 bairros da capital e resultou na retirada de 222,91 mil quilos de resíduos, cobrindo 100% das rotas programadas, além de atendimentos extras em outras regiões da cidade.

A ação especial começou às 6h e contou com a atuação de 17 caminhões compactadores, coordenados por meio de sistema de GPS em tempo real, garantindo o controle das rotas e a cobertura das áreas previstas. A operação integra as medidas emergenciais adotadas pela gestão municipal para normalizar a coleta de lixo, em cumprimento ao prazo de 30 dias anunciado pelo prefeito Abilio Brunini.

Segundo o gestor, o contrato com a empresa Locar Gestão de Resíduos poderá ser encerrado caso o serviço não seja plenamente regularizado dentro desse período.

Bairros e regiões atendidas:

– Carumbé

– Paiaguás

– CPA IV

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– CPA III

– Jardim Vitória

– Tropical Ville

– Jardim Colorado

– Novo Tempo

– Residencial Sucuri

– BR-251 até Salgadeira

– Santa Inês

– Planalto I e II

– Jardim Brasil

– Ouro Fino

– 1º de Março

– Residencial Buriti

– Altos da Serra

Locais extras atendidos:

– Avenida Miguel Sutil

– Rodovia Helder Cândia até o Brasil Beach

– Novo Mato Grosso

– Campo Velho

Ao todo, a coleta alcançou setores distribuídos em mais de 160 bairros de Cuiabá, reafirmando o compromisso da Prefeitura em restabelecer a eficiência dos serviços de limpeza urbana.

Recursos mobilizados:

– 20 motoristas

– 60 agentes de limpeza urbana

– 4 supervisores operacionais

– 3 fiscais de campo

– 2 gerentes operacionais

– 1 gerente de manutenção

– 4 mecânicos

Condições e estrutura operacional

A operação foi realizada dentro do limite operacional do aterro sanitário, com os descarregamentos finalizados até as 16h, conforme planejamento. Os dados de monitoramento foram georreferenciados e já alimentam um mapa de calor que orientará o próximo ciclo de planejamento técnico das ações de coleta.

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#PraCegoVer

A imagem mostra colaboradores da Limpurb realizando a coleta de lixo no CPA III.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Escola de Enoturismo é lançada no Brasil e aposta na profissionalização do turismo do vinho

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O avanço do enoturismo no Brasil abriu espaço para uma nova etapa de profissionalização do setor. Com vinícolas ampliando experiências, fortalecendo marcas e diversificando receitas, surge agora a primeira Escola de Enoturismo das Américas, iniciativa criada para capacitar profissionais e preparar empreendimentos para o novo momento vivido pela vitivinicultura nacional.

O lançamento oficial da Escola de Enoturismo ocorrerá durante a Wine South America, em Bento Gonçalves (RS), reunindo representantes da cadeia vitivinícola brasileira em torno de uma proposta inédita de formação especializada. A iniciativa foi idealizada pelos especialistas Artur Farias, Ivane Fávero e Lucinara Masiero.

A primeira turma presencial terá apenas 20 vagas, com início previsto para julho, em um formato voltado à imersão prática e conexão direta com a realidade do mercado. As inscrições serão abertas durante a feira por meio das redes oficiais da escola.

Setor do vinho amplia importância econômica no turismo brasileiro

O crescimento do enoturismo vem transformando o vinho em um importante vetor econômico para regiões produtoras. Mais do que a comercialização da bebida, o setor passou a integrar atividades ligadas à hotelaria, gastronomia, transporte, cultura, comércio e hospitalidade.

A proposta da Escola de Enoturismo surge justamente para atender uma demanda crescente por mão de obra qualificada em um mercado que evoluiu rapidamente nos últimos anos. O projeto foi estruturado sobre três pilares centrais: Origem, Experiência e Negócio.

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Segundo Ivane Fávero, o enoturismo começa pela valorização do território e da identidade cultural das regiões produtoras.

“O vinho carrega paisagem, cultura, memória, tradição e pertencimento. A Escola nasce para ajudar profissionais e empreendimentos a traduzirem isso em experiências verdadeiras”, destaca.

Já Lucinara Masiero afirma que o perfil do consumidor mudou e passou a exigir experiências mais autênticas e emocionais.

“Hoje, o visitante não busca apenas degustar um vinho. Ele quer viver histórias, criar conexões e sentir pertencimento. O enoturismo contemporâneo exige profissionais preparados para transformar atendimento em experiência”, explica.

Para Artur Farias, o enoturismo deixou de ser apenas uma atividade complementar das vinícolas e passou a ocupar posição estratégica dentro dos negócios.

“Hoje ele impacta faturamento, posicionamento de marca, relacionamento com o consumidor e desenvolvimento regional. Isso exige gestão, visão de mercado e profissionalização”, afirma.

Formação terá aulas presenciais e programas online

Além da formação presencial em Bento Gonçalves, a Escola de Enoturismo também oferecerá programas online voltados a profissionais, empreendedores, vinícolas e destinos turísticos de diferentes regiões do país.

A proposta inclui capacitação contínua, atualização profissional e intercâmbio de experiências ligadas às transformações do enoturismo contemporâneo, incluindo módulos em diferentes níveis e formação em idiomas.

As aulas presenciais serão realizadas no Auditório Sicredi Agro, em Bento Gonçalves, com apoio do Sicredi Serrana, instituição que apoia projetos ligados ao desenvolvimento regional e ao fortalecimento do turismo do vinho.

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Mercado global do enoturismo deve ultrapassar US$ 100 bilhões até 2030

O lançamento da Escola de Enoturismo ocorre em um momento de forte expansão do turismo ligado ao vinho em escala global.

Dados da consultoria internacional Grand View Research apontam que o mercado mundial de turismo do vinho movimentou cerca de US$ 46,4 bilhões em 2023. A projeção é que o setor ultrapasse US$ 106 bilhões até 2030, com taxas de crescimento próximas de 13% ao ano.

No Brasil, o movimento já impacta diretamente as vinícolas. Informações do Sebrae indicam que mais de 85% das vinícolas brasileiras investem atualmente em experiências turísticas para ampliar receitas e fortalecer o relacionamento com consumidores.

Somente no Rio Grande do Sul, principal polo do enoturismo nacional, mais de 71 mil experiências enoturísticas foram comercializadas em 2025 pela plataforma Wine Locals. O volume representa crescimento próximo de 60% em relação ao ano anterior, enquanto o ticket médio das experiências atingiu R$ 510, reforçando o aumento do valor agregado do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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