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Frutas Katira recebe certificação de agricultura sustentável para produção de limão Tahiti

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Agricultura sustentável no setor de limão

A Frutas Katira, uma das principais produtoras de limão Tahiti, conquistou recentemente a certificação MipExperience, um selo que reconhece o comprometimento com práticas agrícolas sustentáveis e inovadoras. O selo, criado em 2020 pela Promip, é reconhecido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e atesta que a produção de limões da empresa segue rigorosos critérios de manejo integrado de pragas (MIP) e uso de bioinsumos, fundamentais para promover a sustentabilidade no campo.

MipExperience: um selo para boas práticas agrícolas

O MipExperience visa inovar no manejo integrado de pragas, incorporando tecnologias de produção responsável e acessíveis aos custos dos produtores. Este programa busca garantir que os produtores adotem práticas que respeitem o meio ambiente e, ao mesmo tempo, proporcionem frutos de alta qualidade.

Lançado oficialmente em 2024, o selo foi concedido pela primeira vez à Frutas Katira, após a certificação de uma propriedade produtora de tomates. Com isso, a empresa torna-se pioneira no recebimento do selo para a produção de limão. Além da certificação, os limões e suas embalagens podem agora exibir o selo, permitindo que o consumidor reconheça a qualidade e a origem sustentável do produto.

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Práticas que garantem qualidade e sustentabilidade

Para obter a certificação, a Frutas Katira seguiu um rigoroso processo de qualificação que incluiu a adoção do Manejo Integrado de Pragas (MIP) e o uso de produtos biológicos no controle de pragas. Além disso, foi necessário o uso responsável de insumos, o controle racional da água e a utilização de equipamentos de segurança durante todo o processo produtivo. A empresa também se comprometeu com o cumprimento do manual de boas práticas agrícolas, um dos pré-requisitos estabelecidos pelo programa.

Segundo Marcelo Poletti, CEO da Promip, os produtores certificados passam por um processo de qualificação contínua e monitoramento para garantir a adoção das melhores práticas agrícolas. Além disso, a certificação inclui auditorias regulares, garantindo que as exigências do selo sejam cumpridas ao longo do tempo.

Conquista importante para a Frutas Katira

Júlio César Del Grossi, Diretor Comercial da Frutas Katira, recebeu a certificação em nome da empresa. A analista de processos e qualidade, Gracimara Ferreira, destacou a importância do selo como uma grande conquista para a empresa: “Nós sempre prezamos pela qualidade dos nossos produtos e pela sustentabilidade na produção das frutas. Ser reconhecido através deste selo mostra que estamos colhendo os resultados daquilo em que acreditamos”, comentou.

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A conquista do selo MipExperience reforça o compromisso da Frutas Katira com a agricultura sustentável, atestando a qualidade e responsabilidade social e ambiental da empresa, desde o cultivo até a distribuição dos seus produtos.

O selo MipExperience representa uma garantia para o consumidor de que o limão Tahiti da Frutas Katira foi produzido com práticas que respeitam o meio ambiente, garantem a saúde dos trabalhadores rurais e atendem aos mais elevados padrões de qualidade e segurança alimentar.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Uso de antibióticos para ganho de peso é proibido na produção animal

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) proibiu o uso de antibióticos como promotores de crescimento na produção animal, em medida que já está em vigor e altera práticas consolidadas nas cadeias de aves, suínos e bovinos. A decisão veta a importação, fabricação, comercialização e uso desses aditivos quando destinados ao ganho de desempenho produtivo, além de determinar o cancelamento dos registros dos produtos enquadrados nessa categoria.

Na prática, substâncias tradicionalmente utilizadas para acelerar o ganho de peso deixam de ser permitidas com essa finalidade. Entre os compostos atingidos estão a virginiamicina, a bacitracina (e suas variações) e a avoparcina, com destaque para a primeira, amplamente adotada em sistemas intensivos. A norma, no entanto, mantém a possibilidade de fabricação exclusiva para exportação, desde que haja autorização prévia do Mapa.

A mudança segue recomendações de organismos internacionais como a Organização Mundial da Saúde, que há anos orientam a restrição do uso de antimicrobianos na produção animal quando não houver finalidade terapêutica. O objetivo é conter o avanço da resistência antimicrobiana — fenômeno em que bactérias se tornam resistentes a antibióticos, reduzindo a eficácia de tratamentos tanto na medicina veterinária quanto na humana.

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Para o setor produtivo, a medida impõe uma transição operacional. O Mapa estabeleceu prazo de 180 dias para utilização dos estoques já existentes e determinou que empresas informem volumes disponíveis em até 30 dias. Após esse período, os produtos deverão ser retirados do mercado.

Sem esses aditivos, produtores terão de recorrer a alternativas para manter desempenho zootécnico, como ajustes no manejo, nutrição mais precisa e uso de aditivos não antibióticos. No curto prazo, a mudança pode elevar custos e exigir adaptação dos sistemas produtivos. No médio prazo, a expectativa é de alinhamento a exigências sanitárias internacionais, especialmente de mercados mais rigorosos.

A restrição aproxima o Brasil de padrões já adotados em outros países e reforça a tendência global de redução do uso não terapêutico de antibióticos na produção animal, tema que ganhou relevância crescente na agenda sanitária e comercial do agronegócio.

Fonte: Pensar Agro

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