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Exposição “Saúde Mental, Arte e Liberdade” estreia na segunda-feira (12)

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A exposição “Saúde Mental, Arte e Liberdade”, que terá trabalhos realizados por pacientes do Centro de Atenção Psicossocial (CAPS), estreia nesta segunda-feira (12.4), a partir das 15h30, no Museu do Morro da Caixa D’Água Velha em Cuiabá. Com apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), a iniciativa realizada pelo Instituto Elevar, tem como objetivo explorar e iluminar as complexidades da saúde mental, por meio da arte.

O projeto foi dividido em duas etapas, sendo a primeira delas a realização de oficinas, com duração de quatro horas, em diferentes unidades do CAPS. Após isso, ocorreu a seleção de diversas peças pela equipe de curadoria artística.

De acordo com presidente do Instituto Elevar, Karine Mattos, seja para fins terapêuticos, educacionais ou recreativos, as oficinas de arte são fundamentais para enriquecer a vida dos indivíduos e das comunidades. “Essa intervenção busca inspirar mudanças positivas no comportamento social, promovendo a criatividade e a inovação artística”, afirma.

Já a coordenadora do projeto, Cida Silva destaca o resultado positivo da ação. “Eles construíram obras fantásticas, recheadas de suas emoções. Minha expectativa é que essa energia se espalhe e contagie a todos que visitarem a exposição”.

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As oficinas foram realizadas nas seguintes unidades do CAPS: CAPSII Verdão, CAPS CPA IV, CAPS Adolescer, CAPS infantil Curumim, CAPS AD, CIAPS Adauto Botelho Unidade I (internação) e CIAPS Adauto Botelho Unidade III (álcool e drogas).

Serviço: Exposição “Saúde mental, arte e liberdade”
Onde: Museu do Morro da Caixa D’Água Velha, Praça do Morro da Caixa D’Água Velha, Rua Comandante
Quando: Estreia dia 12 de maio
Entrada gratuita

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

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A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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