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Prefeito concede RGA de 5,32% aos servidores e destaca economia na gestão

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou na tarde desta sexta-feira (9) o pagamento da Revisão Geral Anual (RGA), com índice de 5,32%, para os servidores públicos municipais. O reajuste será incorporado à folha de pagamento de maio, prevista para ser quitada no último dia útil do mês.

A medida foi anunciada em coletiva de imprensa e contou com as participações da vereadora e primeira-dama, Samantha Iris, e do vereador Dilemário Alencar. Além deles, o secretário de Economia, Marcelo Bussiki, também apresentou as informações técnicas sobre o reajuste.

De acordo com o prefeito, o índice supera as expectativas iniciais da gestão. “Os 5,32% são superiores às nossas expectativas, que estavam em torno de 4 e poucos por cento. O pagamento será feito já nesta folha de maio, com o salário do servidor regularizado dentro do mês, como deve ser”, afirmou Abilio, que também enfatizou o impacto positivo da medida na economia local.

Apenas os profissionais da educação não terão o reajuste neste mês. Por conta da legislação específica da categoria, o RGA desses servidores será pago em junho. A medida respeita o calendário legal estabelecido para os profissionais da área.

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A concessão do reajuste ocorre mesmo com o município ainda sob decreto de calamidade financeira, em vigor desde o início da atual gestão. O prefeito afirmou que o decreto será mantido até o fim do prazo legal, mas descartou sua prorrogação. “Não é porque a situação do município melhorou que iremos esbanjar. O decreto de calamidade financeira não será revogado, mas não será prorrogado”, disse.

Desde janeiro, a atual gestão afirma ter quitado cinco folhas salariais e implementado uma série de medidas para unificar pagamentos, como férias, horas extras, insalubridade e verbas indenizatórias, todos dentro do mês trabalhado. Foram pagas ainda as rescisões de servidores exonerados entre julho e dezembro de 2024, totalizando mais de R$ 10 milhões.

A gestão atribui a concessão do RGA a uma economia de R$ 138 milhões nos primeiros 100 dias de mandato. Esse montante também permitiu a implantação do Tarifa Zero aos domingos no transporte coletivo, além do custeio do café da manhã para mais de 32 mil crianças e profissionais da educação. “Estamos economizando em contratos superfaturados e despesas desnecessárias. Isso está gerando resultados concretos para a população e também para os nossos servidores”, destacou o Bussik.

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Na imagem principal, o índice do reajuste de 5,32% está em primeiro plano, na apresentação de slides, enquanto ao fundo, em desfoque, está o prefeito explicando sobre a ação da prefeitura no mês do trabalhador.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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