Mato Grosso

Governo de MT aumenta lista de profissionais atendidos com Bolsa Técnico em 2025

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A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) publicou, nesta sexta-feira (9.5), uma nova lista de classificados para as vagas remanescentes no edital Bolsa Técnico, que faz parte do projeto Olimpus MT. Nesta edição de 2025, o valor total disponível passou de R$ 1,2 milhão para R$ 1,5 milhão, possibilitando o atendimento de mais 26 treinadores, chegando a 99 beneficiados.

“Com autorização do Governo de Mato Grosso, vamos contemplar todos os técnicos habilitados no edital. Agora são 99 técnicos que receberão o auxílio financeiro do projeto Olimpus. Agradeço ao governador Mauro Mendes por mais uma vez acreditar nessa política pública esportiva que valoriza os responsáveis por desenvolver as joias do esporte mato-grossense”, celebra o secretário da Secel, David Moura.

O resultado final de classificação foi divulgado em 28 de abril deste ano, beneficiando, inicialmente, 73 técnicos de vários municípios mato-grossenses.

Além das vagas estabelecidas no edital, a nova publicação de classificados contempla mais 19 técnicos da categoria Base, que treinam atletas em suas etapas iniciais do processo de formação esportiva. A lista inclui também mais 7 treinadores da categoria Nacional.

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Na lista de classificados nas vagas remanescentes estão treinadores das modalidades de atletismo, natação, badminton, handebol, karatê, voleibol, futsal, taekwondo, ginástica artística, kung-fu e jiu-jitsu.

Confira aqui a lista complementar de classificados. Todas as demais publicações do edital podem ser conferidas no site www.secel.mt.gov.br/web/sec/w/edital-n-001/2025/secel-mt-bolsa-tecnico

Bolsa Técnico

Com a perspectiva de olhar o segmento esportivo como um todo, o Governo de Mato Grosso inovou e criou o Bolsa Técnico em 2021. Em três edições da seleção pública, mais de 180 bolsas mensais foram asseguradas anualmente a treinadores de variados municípios do Estado, totalizando R$ 2,82 milhões de investimento.

Nesta quarta edição, somam mais R$ 1,5 milhão que garantem bolsas mensais de R$ 1 mil aos técnicos da categoria Base, R$ 1,5 mil da categoria Nacional, e R$ 2 mil da categoria Internacional. O benefício é oferecido durante 12 meses.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Sefaz orienta municípios sobre mudanças na arrecadação com novo sistema tributário

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O secretário de Fazenda de Mato Grosso, Fábio Pimenta, participou, nesta quarta-feira (14.10), do 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios: Transição e Governança para o Novo Modelo Tributário, promovido pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT). O evento reúne prefeitos, secretários municipais, vereadores, presidentes de Câmaras e técnicos das áreas de Fazenda e Desenvolvimento Econômico para discutir os impactos da reforma nas finanças municipais.

Ao lado do procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo, Pimenta abriu a programação de palestras com o tema “Reforma Tributária: Formas, estrutura e fluxo de arrecadação”. Durante sua fala, o gestor alertou para a necessidade dos municípios se prepararem para as mudanças, especialmente em relação à arrecadação de 2026 que será utilizada como referência para a distribuição de parte das receitas durante o período de transição.

“A receita dos próximos 50 anos começa a ser definida agora. É fundamental que os gestores municipais melhorem sua arrecadação ainda em 2026, pois os valores arrecadados entre 2019 e 2026 servirão de base para amenizar as perdas com a Reforma Tributária”, destacou o secretário.

A preocupação está relacionada à mudança da sistemática de tributação e do modelo de desenvolvimento de Mato Grosso, que se baseia na produção. Com a Reforma Tributária, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS) serão gradualmente substituídos pelo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), cuja receita será destinada aos estados e municípios onde ocorre o consumo.

“Mato Grosso é um estado produtor e, com a mudança da tributação da origem para o destino, terá uma perda estimada, ao final do período de transição, de cerca de R$ 10 bilhões. Os municípios mato-grossenses também serão impactados, pois possuem uma população relativamente pequena diante do volume de produção”, explicou Fábio Pimenta.

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Durante a palestra, também foram apresentados os novos critérios de distribuição da parcela estadual do IBS destinada aos municípios. Pelo novo modelo, 80% desses recursos serão repartidos proporcionalmente à população, 10% conforme indicadores de aprendizagem e equidade na educação, 5% por critérios ambientais e 5% em parcelas iguais.

O procurador do Estado e ex-secretário de Fazenda Rogério Gallo defendeu a revisão de pontos da Reforma Tributária que podem prejudicar Mato Grosso, especialmente os critérios de distribuição de recursos aos municípios. Segundo ele, as mudanças poderão agravar as dificuldades financeiras das cidades com população reduzida e maior dependência de transferências estaduais e federais.

“Um dos caminhos seria exatamente fazer essa revisão dos critérios de distribuição do IBS. Mas isso depende do Congresso Nacional, dos deputados federais, dos senadores e de toda uma articulação que deve ser feita”, afirmou Gallo.

O presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, também reforçou a importância de os gestores municipais ampliarem a arrecadação própria e para a situação dos municípios com população reduzida. “Temos municípios com 3 mil, 2 mil, 1 mil habitantes que definitivamente não se sustentam. Eles só sobrevivem por causa dos repasses federais e estaduais. Vamos conversar com os prefeitos para que eles atentem para a arrecadação que vão fazer até o dia 31 de dezembro”, disse.

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Também participaram da abertura o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID), os conselheiros José Carlos Novelli, Valter Albano e Campos Neto; a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), Anne Karine Louzich; o presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Hemerson Máximo; o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Silvio Rangel; o ex-presidente da AMM Leonardo Bortolin; o membro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), Yendis Costa; a controladora-geral da Defensoria Pública de Mato Grosso, Bárbara Natália Nogueira Garnica; e o primeiro vice-presidente da AMM e prefeito de Rondolândia, José Guedes.

Integração com os municípios

Outro ponto destacado durante a apresentação foi o trabalho desenvolvido pela Sefaz em parceria com a Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM) para preparar as administrações tributárias para o novo modelo. A atuação conjunta ocorre por meio de um Comitê Gestor Regional, que conta com grupos técnicos responsáveis pela integração das administrações tributárias e pela realização de estudos e simulações sobre os impactos da reforma.

A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre o Estado e os municípios, promover o compartilhamento de informações e apoiar o planejamento das administrações municipais diante das mudanças na arrecadação.

O 2º Encontro Técnico sobre a Reforma Tributária para Municípios é promovido pela Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (COPSFID) do TCE-MT. O evento está sendo realizado na Escola Superior de Contas e segue até esta quinta-feira (15).

Fonte: Governo MT – MT

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