Lucas do Rio Verde

Audiência pública da Ager/MT promoveu discussão de assuntos regionais em Lucas do Rio Verde

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Com apoio da Prefeitura de Lucas do Rio Verde e Câmara de Vereadores, a Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager/MT) realizou a primeira audiência pública de Ouvidoria e Participação Social na cidade luverdense. O encontro foi na noite desta quarta-feira, 7 de maio, na casa do legislativo.

O encontro tratou de assuntos ligados à fiscalização da agência, como transporte rodoviário intermunicipal de passageiros, rodovias estaduais pedagiadas, transporte ferroviário, operação de balsas em rios estaduais, serviços de saneamento básico nos municípios conveniados com a Ager-MT e distribuição de gás natural canalizado.

Representando a Prefeitura de Lucas do Rio Verde, o diretor do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Paulo Nunes, destacou a importância do encontro. “As ouvidorias, logicamente, são muito importantes, é onde o cidadão se manifesta, faz reclamações, faz reivindicações. Foi muito importante esse evento e acredito que isso só vem a somar para nossas ações futuras”, comentou o diretor.

A audiência contou ainda com a participação de Luis Alberto Nespolo, presidente da Ager; Clarice Zunta, superintendente de Ouvidoria; Aroldo Lunar Cavalcante, diretor regulador de Administração Sistêmica da Ager; da vice-presidente da Câmara Municipal, vereadora Nadir Santana; da ouvidora da Prefeitura, Cleonice Pereira da Silva; e do ouvidor da Câmara, João Nunes.

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O evento teve transmissão no canal da Ager no YouTube e pode ser assistido em: www.youtube.com/watch?v=7tWkWIBaZv0.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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Lucas do Rio Verde

Oficina Cultural de Teatro leva arte e conscientização sobre bullying a centenas de estudantes de Lucas

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A Oficina Cultural de Teatro da Secretaria de Cultura e Turismo encerrou nesta quarta-feira (9) mais uma etapa do Projeto de Contação de Histórias, com uma apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra. A ação reuniu 166 alunos dos 2°, 4° e 5° anos do colégio.

Criado em 2025, o projeto usa o teatro para abordar o bullying de forma lúdica e acessível aos estudantes da rede municipal. Neste ano, a iniciativa ganhou força e já passou por três escolas. Na Cora Coralina, 100 alunos assistiram à encenação. Na Joice Martinelli Munhak, 530 estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental acompanharam a peça ao longo de quatro sessões. Com a apresentação na Marcelino Espíndola Dutra, o projeto já alcançou 796 alunos em 2026.

Apresentação na Escola Municipal Professor Marcelino Espíndola Dutra (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

A coordenadora das Oficinas Culturais, Keila Fernandes, explica a escolha pela linguagem teatral no lugar de palestras tradicionais.

“Se eu chegasse aqui com uma palestra de 15 minutos eles não entenderiam nada. Então nós trouxemos pra cá, os alunos mesmos estão apresentando de uma forma simples na linguagem das crianças para que eles possam assimilar a mensagem de uma melhor forma”, afirma Keila.

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Segundo ela, a ação também oferece aos alunos das oficinas uma vivência de palco em apresentações reais, fora do ambiente das aulas.

A coordenadora da Escola Marcelino Espíndola Dutra, Andréia Vitto, destaca que a apresentação reforça um trabalho que a escola já desenvolve.

“Uma ação de teatro com esse tema só vem a fortalecer e somar às ações que a escola já faz para evitar esse tipo de situação. Então foi muito bom. A gente quando recebeu a proposta prontamente aceitamos porque só vem a complementar”, diz Andréia.

Apresentação na Escola Municipal Cora Coralina (Foto: Ascom/Janderson Kawano)

Para a estudante Emanuele Demzki, de nove anos, a peça deixou uma mensagem clara sobre os efeitos do bullying.

“Eu achei muito legal porque isso ensina as crianças que não é legal fazer isso, as pessoas ficam muito tristes, eu sei porque já passei por isso. Eu queria que eles fizessem em várias outras escolas para que todo mundo aprenda”, conta Emanuele.

(Foto: Na Cora Coralina)

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O professor de teatro da Oficina Cultural, Pedro Moroz, conta que a peça nasceu a partir de casos reais registrados no município.

“A ideia de criar essa peça surgiu perante episódios de bullying que foram registrados aqui mesmo no município. Então trouxe esse senso de urgência e essa ideia veio para se somar às ações e juntos conscientizar as escolas sobre os riscos e os impactos dessa prática”, afirma Pedro.

O Projeto de Contação de Histórias segue com o objetivo de democratizar o acesso à cultura, levando apresentações teatrais para diferentes espaços da rede municipal de ensino. A previsão é passar por pelo menos mais duas escolas até o fim do ano, impactando cerca de mil estudantes.

Fonte: Prefeitura de Lucas do Rio Verde – MT

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