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Queda nas cotações do boi gordo reflete incertezas no mercado, mas otimismo persiste entre recriadores

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A queda nos preços dos animais para abate, tanto machos quanto fêmeas, vem sendo registrada nas últimas semanas, afetando a maior parte das regiões acompanhadas pelo instituto. No entanto, apesar dessa retração, o segmento de reposição mantém um ritmo considerável de negociação, impulsionado pela confiança dos recriadores em relação ao futuro da pecuária.

Preços em queda no mercado de boi gordo

De acordo com os levantamentos do Cepea, os preços do boi gordo no estado de São Paulo estão atualmente variando entre R$ 310 e R$ 335, com as melhores cotações sendo obtidas para lotes que atendem aos critérios mais exigentes dos compradores. Essa redução nas cotações reflete um ajuste no mercado, após um período de preços mais elevados, e indica uma mudança nas expectativas dos agentes do setor.

Liquidez e preços no segmento de reposição

Embora o mercado de boi gordo esteja em queda, o segmento de reposição tem experimentado uma desaceleração discreta, com menor liquidez nos últimos dias. No entanto, a redução no ritmo de negociações ainda não foi significativa, e as transações continuam ocorrendo com um bom nível de arremates nos leilões. Isso reflete um otimismo entre os recriadores, que continuam acreditando em perspectivas favoráveis para o setor pecuário a curto e médio prazos.

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Otimismo dos recriadores em relação ao futuro da pecuária

Os pesquisadores do Cepea destacam que, apesar da queda nos preços, o setor de reposição se mantém ativo. O alto percentual de vendas realizadas nos leilões indica que os recriadores ainda têm confiança na evolução do mercado, apesar das flutuações de curto prazo. O cenário de incertezas econômicas pode impactar as cotações, mas os pecuaristas parecem manter uma visão positiva sobre o futuro da atividade, o que contribui para a continuidade das negociações.

Fonte: Portal do Agronegócio

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Colheita de arroz no Rio Grande do Sul avança para 96,41% e se aproxima da reta final

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul segue em ritmo acelerado e já alcança 96,41% da área cultivada na safra 2025/26, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (7) pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga). O avanço dos trabalhos confirma a reta final da colheita nas principais regiões produtoras do Estado, maior produtor nacional do cereal.

De acordo com os dados do Irga, dos 891,9 mil hectares destinados ao cultivo nesta temporada, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando um cenário de ampla evolução das operações no campo ao longo das últimas semanas.

Zona Sul lidera ritmo da colheita de arroz

Entre as regionais produtoras, a Zona Sul apresenta o maior percentual de avanço, com 98,81% da área já colhida. Logo na sequência aparece a Planície Costeira Externa, com 98,46% dos trabalhos concluídos.

A Planície Costeira Interna também registra forte evolução, atingindo 98,13% da área colhida. Já a Campanha contabiliza 97,02%, enquanto a Fronteira Oeste soma 95,92% das lavouras já retiradas do campo.

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A Região Central segue com o menor percentual entre as regionais monitoradas, mas ainda assim apresenta avanço significativo, com 89,84% da área já colhida.

Irga fará balanço consolidado da safra 2025/26

Segundo a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater) do Irga, após a conclusão total da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra gaúcha de arroz.

O relatório deverá reunir informações completas sobre área efetivamente colhida, produtividade média das lavouras e eventuais perdas registradas durante o ciclo produtivo.

O desempenho da safra é acompanhado de perto pelo mercado, já que o Rio Grande do Sul responde pela maior parcela da produção brasileira de arroz e exerce forte influência sobre a oferta nacional e a formação dos preços do cereal no país.

Mercado acompanha produtividade e qualidade dos grãos

Além do ritmo da colheita, produtores, indústrias e agentes do mercado seguem atentos aos indicadores de produtividade e qualidade dos grãos colhidos nesta temporada.

As condições climáticas ao longo do ciclo foram determinantes para o desenvolvimento das lavouras, e o levantamento final do Irga será fundamental para dimensionar o potencial produtivo da safra 2025/26 no Estado.

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Com a conclusão dos trabalhos de campo se aproximando, o setor também volta as atenções para o comportamento da comercialização e para os impactos da oferta sobre os preços internos do arroz nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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