A Polícia Civil de Rondonópolis, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), realizou neste domingo (4.5), a prisão de M.J.D.S.R., de 30 anos, suspeito de tentativa de homicídio e participação em organização criminosa. A ação ocorreu após uma resposta à tentativa de homicídio registrada na noite de sábado (3), tendo como vítima I.R.D.S.A., de 32 anos.
Segundo relatos da vítima, ele foi abordado no centro da cidade por ocupantes de um veículo preto, entre eles o suspeito M.J., que portava uma arma de fogo. Após disparar dois tiros em direção à vítima, os agressores o obrigaram a entrar no porta-malas do carro, utilizando ameaças e violência física. A vítima afirmou que foi submetida a sessões de espancamento e tortura durante o sequestro e ouviu dos criminosos que sua morte já estava decretada por uma facção criminosa atuante em Rondonópolis.
O homem conseguiu forçar a abertura do porta-malas com os pés e fugiu correndo pela Rua Rio Branco, mesmo ferido e ensanguentado, até buscar ajuda em uma farmácia próxima à prefeitura. Ele foi socorrido e encaminhado ao Hospital Regional com marcas evidentes de agressão.
A DHPP iniciou diligências logo após tomar conhecimento do fato. A vítima declarou que já havia sofrido uma tentativa de homicídio anterior em julho de 2024, também atribuída à mesma facção criminosa, cuja investigação culminou na prisão de quatro integrantes. Ele relatou que deixou a cidade para preservar sua vida, mas retornou há cerca de um mês.
Durante as diligências realizadas pela equipe da DHPP, M.J. foi localizado e preso ao sair de sua residência. Na abordagem, foram apreendidos dois aparelhos celulares (sendo um danificado), um chip de operadora, a motocicleta utilizada na ação, uma sacola rosa contendo cordas, fios, sete porções de maconha prontas para venda, embalagens plásticas, um pino com resquício de entorpecente, além de objetos como cinto tático com coldre, faca, ferro pontiagudo, luva, camisetas (uma com inscrição “Força Auxiliar”), chinelo, facão e barra de ferro.
O suspeito foi encaminhado à delegacia e permanece à disposição da Justiça. A Polícia Civil informou que ele possui diversas passagens anteriores e que as investigações continuam com o objetivo de identificar os demais envolvidos na tentativa de homicídio.
A Polícia Civil de Mato Grosso, por meio da Delegacia Especializada em Defesa da Mulher de Rondonópolis, prendeu na terça-feira (12.05), dois homens por invasão de terra e crime ambiental cometidos em área rural de propriedade de um idoso.
Os suspeitos, de 32 e 23 anos, foram autuados em flagrante por esbulho possessório e destruição de floresta de preservação permanente.
As diligências iniciaram após a vítima, de 68 anos, procurar a Polícia Civil para registrar o boletim de ocorrência e informar que suas propriedades rurais, localizadas na região do Sítio de Recreio Boa Vista, no bairro Paulista, em Rondonópolis, haviam sido invadidas.
Conforme o idoso, pessoas estariam ocupado irregularmente as chácaras de sua propriedade, além de realizarem queimadas e derrubada de árvores nativas que vinham sendo preservadas pelo proprietário.
Segundo a denúncia, o proprietário encontrou quatro homens trabalhando dentro da área invadida, os quais foram questionados e afirmaram ter sido contratados por um suposto invasor. Então a vítima solicitou que deixassem a área, contudo os indivíduos se recusaram a sair.
Com base nos fatos e considerando que a Delegacia Especializada em Defesa da Mulher também atua na apuração de crimes praticados contra a pessoa idosa, equipes de investigadores foram até a propriedade rural. No local, os policiais civis encontraram quatro suspeitos, que apresentaram versões contraditórias sobre os motivos pelos quais estariam na área.
Na ocasião foram constatados a prática de diversos danos ambientais, incluindo árvores nativas cortadas e vários focos de queimadas espalhados pela propriedade.
Diante do flagrante dois dos suspeitos foram conduzidos à DEDM de Rondonópolis, onde foram interrogados e autuados em flagrante pelos crimes de esbulho possessório e destruição ou dano em floresta de preservação permanente.
A Polícia Civil segue com as investigações para apurar a possível participação de outras pessoas envolvidas na invasão da propriedade rural e nos danos ambientais causados na área.
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