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DJI revela impacto dos drones na produtividade agrícola em novo white paper

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DJI destaca como drones estão transformando a agricultura global

Desde sua entrada no setor agrícola em 2012, a DJI tem se consolidado como um líder em tecnologia de drones para o campo. Em 2015, a empresa lançou oficialmente a marca DJI Agriculture, que tem contribuído significativamente para a evolução da agricultura de precisão. Com presença em mais de 100 países e regiões, a DJI tem sido fundamental no desenvolvimento de grandes culturas como milho, soja, arroz e trigo, além de culturas de alto valor, como café, chá, algodão, cana-de-açúcar e cítricos.

Até 2024, os drones da DJI Agriculture haviam coberto mais de 600 milhões de hectares globalmente, impactando bilhões de profissionais no setor agrícola. Além disso, a DJI formou 400 mil pilotos de proteção de plantas por meio de programas de treinamento, incentivando jovens empreendedores a adentrar a agricultura tecnológica, contribuindo para o avanço da agricultura inteligente.

Expansão global e presença estratégica nos mercados internacionais

Desde sua expansão internacional em 2020, a DJI tem ampliado significativamente sua presença global, com destaque para a América Latina, Japão, Coreia do Sul, Sudeste Asiático e África. A empresa replicou com sucesso seu modelo integrado de “vendas + treinamento + serviço + tecnologia”, desenvolvido inicialmente na China, o que permitiu a formação de mais de 70 mil pilotos no exterior, essenciais para a modernização da agricultura local.

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O crescimento global da DJI Agriculture tem sido acelerado, com emissões internacionais registrando um aumento de 32 vezes em comparação com 2017, representando 30% do total global da empresa. No primeiro trimestre de 2025, os embarques cresceram 45% em relação ao ano anterior, com destaque para a América Latina, que registrou mais de 200% de crescimento, e a África, com aumento superior a 100%. Países como Brasil e México têm desempenhado papéis-chave nessa expansão, especialmente no cultivo de culturas de alto valor.

Nos Estados Unidos, a DJI Agriculture está presente em todos os 50 estados, com mais de 220 canais de vendas locais, oferecendo soluções em agricultura de precisão. Na América Latina, a empresa opera em 33 países, com foco em culturas como café, soja, cana-de-açúcar e abacate.

Inovação contínua e lançamento de white paper exclusivo

Comprometida com a inovação, a DJI Agriculture continua a investir em novas tecnologias para o setor agrícola, com especial atenção às adaptações necessárias para cada mercado e regulamentação local. A empresa está moldando o futuro da agricultura global, priorizando eficiência, inteligência e sustentabilidade.

Durante o evento de lançamento, a DJI Agriculture apresentará as suas mais recentes soluções em drones para pulverização, mapeamento e automação agrícola. Um dos principais destaques será a coletiva de imprensa no dia 30 de abril, às 9h, quando será lançado o DJI Agriculture White Paper. Este estudo exclusivo reúne dados inéditos sobre o avanço da agricultura de precisão no Brasil e no mundo, revelando como os drones têm contribuído para o aumento da produtividade, redução de custos operacionais e uso mais eficiente dos recursos naturais nas lavouras.

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A conferência contará com a presença de jornalistas e especialistas que discutirão o papel da tecnologia na construção de uma agricultura mais sustentável e no fortalecimento da agricultura inteligente.

Compromisso com a agricultura sustentável e a transformação no campo

A DJI Agriculture reforça seu compromisso com a inovação no setor agrícola, trazendo para a Agrishow, um dos maiores eventos do setor, um estande imersivo com demonstrações ao vivo, sala de imprensa e a presença de influenciadores do agro. A empresa convida a imprensa a conhecer de perto as tecnologias que estão transformando a produção agrícola em uma escala global. Com um portfólio de soluções personalizadas para os desafios das culturas locais, a DJI continua a impulsionar a transformação digital no campo, promovendo a sustentabilidade e a eficiência no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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