AGRONEGÓCIO

Saúde de Cuiabá convoca 239 vigilantes em Processo Seletivo Simplificado

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A Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá (SMS) publicou na última quarta-feira (23) uma nova convocação de profissionais por meio do Edital nº 005/2025, referente ao Processo Seletivo Simplificado nº 001/2025/SMS. Nesta etapa, 239 vigilantes foram convocados para compor o quadro temporário das unidades de saúde da capital.

Os convocados terão o prazo de 30 dias, contados a partir do dia 25 de abril de 2025, para apresentar a documentação exigida e protocolar os documentos na sede da Secretaria. O não cumprimento do prazo acarretará na eliminação automática do candidato do processo, possibilitando a convocação dos próximos da lista, conforme necessidade do serviço público.

“Essa chamada dos vigilantes é muito importante para reforçarmos a segurança nas unidades de saúde e garantir um atendimento mais tranquilo para usuários e servidores. Em breve, lançaremos um novo processo seletivo com vagas em outras áreas da saúde. Os cargos e regras serão amplamente divulgados assim que o edital estiver finalizado”.

A gestora também ressaltou o impacto positivo que essas contratações têm na estrutura da saúde pública da capital. “Cada contratação representa um passo importante na evolução do nosso sistema de saúde. Estamos empenhados em ampliar e qualificar os serviços oferecidos, e isso só é possível com equipes completas e comprometidas. Cuiabá está avançando e nós vamos continuar trabalhando para fortalecer essa rede que atende milhares de pessoas todos os dias”.

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Para consultar a lista completa dos convocados, os candidatos devem acessar a Gazeta Municipal de Cuiabá ou o site oficial da Prefeitura de Cuiabá (www.cuiaba.mt.gov.br). A SMS reforça a importância de que os convocados fiquem atentos aos prazos e requisitos para garantir sua efetivação e início das atividades conforme o cronograma estabelecido.

#PraCegoVer

A imagem mostra a fachada da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá, localizada na rua Aníbal da Mata, bairro Duque de Caxias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Novo marco do crédito rural exige responsabilidade socioambiental e rastreabilidade no acesso ao financiamento

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Desde 1º de abril de 2026, o acesso ao crédito rural no Brasil passou a seguir novos critérios de conformidade socioambiental, conforme as Resoluções CMN n.º 5.193/2024, 5.267/2025 e 5.268/2025, que promoveram uma ampla atualização do Manual de Crédito Rural (MCR), sob coordenação do Banco Central (BC). As mudanças impactam diretamente produtores rurais, instituições financeiras, cooperativas de crédito e operadores jurídicos ligados ao agronegócio.

Crédito rural passa a exigir conformidade socioambiental obrigatória

De acordo com especialistas, a concessão de financiamento rural, que antes se concentrava principalmente na análise da viabilidade econômica e da capacidade de pagamento do produtor, agora incorpora critérios obrigatórios de conformidade ambiental.

Entre as novas exigências estão a rastreabilidade territorial e a responsabilidade socioambiental, que passam a ser condições objetivas para contratação, manutenção e renovação das operações de crédito rural.

Segundo o advogado especializado em agronegócio, Vinicius Souza Barquette, a mudança representa uma transformação estrutural no modelo de concessão de crédito no país.

Cadastro Ambiental Rural passa a ser condição obrigatória

A Resolução CMN n.º 5.193, em vigor desde 2024, estabelece que não poderá haver concessão de crédito rural para imóveis que não estejam inscritos no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR), ou cuja inscrição esteja cancelada ou suspensa.

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Para o especialista, a regularidade do Cadastro Ambiental Rural (CAR) deixou de ser uma recomendação técnica e passou a ser uma exigência obrigatória para acesso ao financiamento.

Cruzamento de dados ambientais passa a ser exigido

Com as novas regras, a partir de 1º de abril de 2026, imóveis rurais com mais de quatro módulos fiscais deverão passar por análise de dados geoespaciais. Já para propriedades menores, a exigência passa a valer a partir de 4 de janeiro de 2027.

As instituições financeiras ficam obrigadas a cruzar informações do imóvel com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), por meio do sistema Prodes, para identificar eventual supressão de vegetação nativa após 31 de julho de 2019.

Caso seja identificada irregularidade nesse período, a concessão do crédito deverá ser negada.

Crédito rural passa a integrar política ambiental

Segundo análise jurídica, as alterações promovidas pelas resoluções do Conselho Monetário Nacional representam uma mudança estrutural no papel do crédito agrícola no Brasil.

O financiamento rural deixa de ser apenas um instrumento de política financeira e passa também a atuar como ferramenta de política ambiental.

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Conformidade ambiental será exigida durante todo o contrato

A modernização do Manual de Crédito Rural estabelece que o acesso ao financiamento passa a depender da comprovação de conformidade com a legislação florestal.

Além disso, será exigido monitoramento contínuo do uso da terra por meio de tecnologias de sensoriamento remoto, bem como o cumprimento permanente das obrigações socioambientais ao longo de toda a vigência dos contratos de crédito rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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