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Preços internos do algodão se mantêm estáveis com apoio das exportações e retração de vendedores

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Avanços diários nos preços internos

Os preços internos do algodão em pluma têm apresentado pequenos avanços diários, conforme apontam os levantamentos realizados pelo Cepea. Esse movimento positivo é impulsionado por uma combinação de fatores que contribuem para a sustentação das cotações domésticas.

Exportações e retração dos vendedores sustentam o mercado

De acordo com o Centro de Pesquisas, o bom desempenho das exportações tem desempenhado papel fundamental na redução do excedente interno, auxiliando no equilíbrio do mercado. Além disso, as valorizações internacionais da pluma também ajudam a manter os preços internos elevados, afastando vendedores do mercado spot ou deixando-os mais firmes nas cotações dos novos lotes. Paralelamente, alguns vendedores permanecem focados no cumprimento de contratos a termo.

Estoques e compras futuras garantem abastecimento

No contexto atual, as indústrias têm se abastecido com algodão já estocado ou contratado, conforme explicam os pesquisadores do Cepea. Esse comportamento é um reflexo das condições de oferta e demanda que permeiam o setor, mantendo a estabilidade do mercado interno.

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Estabilidade nas cotações desde 2023

Conforme os dados do Cepea, os valores do algodão no Brasil têm se mantido dentro de uma faixa estreita desde maio de 2023, com médias mensais variando entre R$ 3,81/lp e R$ 4,24/lp. Em abril de 2025, a média registrada foi de R$ 4,2414/lp, o que representa o maior valor nominal desde abril de 2023 (R$ 4,3115/lp) e o maior valor real (ajustado pelo IGP-DI de março de 2025) desde julho de 2024 (R$ 4,3021/lp).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Prefeitura reforça proibição do comércio irregular nas UPAs de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, reforça a proibição do comércio ambulante no interior e nas entradas das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) da Capital. A medida, implantada desde abril, tem contribuído para melhorar a organização dos espaços, reduzir aglomerações e garantir melhores condições de atendimento aos pacientes e aos profissionais que atuam nas unidades.

A restrição segue as normas municipais que impedem a instalação de equipamentos e a comercialização de produtos nas entradas principais de hospitais, prontos-socorros, ambulatórios e demais unidades de saúde, públicas ou privadas, além de proibir o comércio no interior desses espaços.

A iniciativa já apresenta resultados positivos na rotina das unidades, com maior organização dos acessos, melhor circulação de pacientes, acompanhantes e equipes, além de manter livres as áreas destinadas ao atendimento de urgência e emergência.

A secretária municipal de Saúde, Deisi Bocalon, destaca que a organização dos espaços externos e internos das unidades é fundamental para garantir um atendimento mais eficiente à população.

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“Quando conseguimos manter as entradas das unidades organizadas e sem obstáculos, melhoramos o fluxo de pessoas, facilitamos o trabalho das equipes e garantimos que pacientes que chegam em situação de urgência tenham acesso mais rápido e seguro ao atendimento”, afirmou.

O secretário adjunto de Atenção Secundária, Odair Mendosa, ressalta que as UPAs são portas de entrada para atendimentos de média complexidade e precisam funcionar com estrutura adequada para receber a população.

“As unidades de pronto atendimento recebem diariamente um grande volume de pacientes e precisam ter seus espaços preparados para acolher quem procura o serviço. A retirada do comércio irregular ajuda a preservar o ambiente, melhora a circulação e fortalece a qualidade do atendimento prestado”, explicou.

A ação teve início na UPA Morada do Ouro e será ampliada para as demais unidades de saúde do município. O trabalho envolve fiscalização, orientação aos comerciantes e acompanhamento das áreas próximas aos serviços de saúde.

Além da organização do espaço público, a Vigilância Sanitária também atua na fiscalização das condições de preparo, armazenamento e comercialização de alimentos, considerando os riscos relacionados à higiene, ao descarte inadequado de resíduos e ao uso de equipamentos que possam gerar fumaça e outros impactos nas proximidades das unidades.

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A Prefeitura também instalará placas informativas nas unidades para reforçar a proibição do comércio ambulante no interior dos prédios e nas áreas próximas aos acessos.

O descumprimento das normas pode resultar em medidas administrativas, como multa e apreensão de mercadorias, conforme previsto na legislação municipal.

Os comerciantes que desejam atuar de forma regular em vias e espaços públicos devem solicitar o Termo de Permissão de Uso (TPU), emitido pela Secretaria Municipal de Ordem Pública após análise técnica.

O documento estabelece regras para o exercício da atividade, considerando critérios como segurança, fluxo de pedestres e veículos, uso adequado do solo e cumprimento das normas sanitárias.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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