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Prefeitura de Cuiabá inicia preparativos para os 48º Jogos Estudantis Cuiabanos

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, deu início à organização da 48ª edição dos Jogos Estudantis Cuiabanos (JEC’s). O evento, que integra o calendário oficial da cidade, é considerado uma das maiores competições esportivas escolares da capital e visa fomentar o esporte, a cidadania e o espírito de equipe entre os jovens estudantes da rede pública e privada.

Regulamentado pela Portaria nº 009/SMEsp/2025, o JEC’s 2025 contará com um Comitê Dirigente e uma Comissão Organizadora já nomeados, que têm a missão de estruturar todas as etapas da competição, desde o planejamento geral até a execução dos jogos. As atividades envolvem desde a contratação de serviços e pessoal, até a definição dos locais e cronogramas das disputas.

“O objetivo do JEC’s é fortalecer o desporto escolar, promovendo o desenvolvimento físico, social e educacional dos nossos jovens. A cada edição, reafirmamos o nosso compromisso com a valorização do esporte como ferramenta de inclusão e transformação”, destacou o secretário municipal de Esporte e Lazer, Jefferson Neves.

As competições serão divididas em modalidades individuais e coletivas, atendendo às categorias A (12 a 14 anos) e B (15 a 17 anos). A fase municipal dos jogos também serve como seletiva para as etapas estaduais dos Jogos Escolares Mato-grossenses e dos Jogos de Seleções, ampliando as oportunidades dos atletas cuiabanos em competições de alto nível.

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Além da equipe técnica, coordenadores e arbitragem, o evento mobilizará centenas de profissionais e voluntários para garantir a segurança, a infraestrutura e o bom andamento das atividades. A Secretaria também planeja visitas técnicas às unidades esportivas para adequações e manutenção dos espaços que receberão os jogos.

Entre as modalidades esportivas ofertadas para a edição de 2025, estão:

Modalidades Coletivas:

– Basquetebol

– Futsal

– Handebol

– Voleibol

Modalidades Individuais:

– Atletismo

– Badminton

– Ciclismo

– Ginástica Rítmica

– Judô

– Luta Olímpica

– Natação

– Tênis de Mesa

– Xadrez

As delegações contarão com suporte completo, incluindo transporte, alimentação e acompanhamento de profissionais da saúde e da educação física. A previsão é que o número total de participantes ultrapasse duas mil pessoas, entre atletas, técnicos, dirigentes e demais envolvidos.

#PraCegoVer

A foto mostra a fachada do Ginásio Poliesportivo Dom Aquino, com um mural colorido que retrata elementos da fauna e flora brasileiras. O mural inclui a ilustração de um tuiuiú, vasos cerâmicos e outros elementos culturais. A estrutura do prédio tem paredes com tijolos vazados avermelhados e uma rampa de acesso com corrimão. Em frente ao prédio, há uma área gramada com algumas tampas de concreto no solo.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Crédito para silos terá juros de 8% em país com gargalo crescente

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Produtores e cooperativas que pretendem construir, ampliar ou modernizar armazéns já conhecem as condições do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) para o ano agrícola 2026/27. O crédito, porém, ainda não pode ser contratado: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informa que a data de abertura dos pedidos será comunicada posteriormente às instituições financeiras.

Projetos de armazenagem de grãos com capacidade de até 12 mil toneladas terão taxa prefixada de até 8% ao ano. Nos demais empreendimentos enquadrados no programa, os juros poderão chegar a 9,5% ao ano.

O limite é de R$ 50 milhões por produtor e por ano agrícola para armazenagem de grãos. Para cooperativas de produção, o teto sobe para R$ 200 milhões. Nos projetos destinados a outros produtos financiáveis, o máximo é de R$ 25 milhões. A participação do BNDES pode alcançar 100% dos itens aprovados.

O prazo de pagamento será de até dez anos, com carência máxima de dois anos. As garantias serão negociadas entre o interessado e a instituição financeira credenciada. O programa ficará vigente até 30 de junho de 2027.

Além dos grãos, o PCA permite financiar armazéns e câmaras frias destinados a frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras, açúcar e determinados derivados. Também podem ser apoiadas reformas, ampliações e modernizações, desde que os equipamentos atendam aos critérios estabelecidos pelo banco.

As novas condições são divulgadas em um momento de pressão crescente sobre a infraestrutura. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima a produção brasileira de grãos da safra 2025/26 em 360,8 milhões de toneladas. Já a capacidade útil de armazenagem alcançou 233,8 milhões de toneladas no segundo semestre de 2025, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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A diferença entre os dois números, contudo, não representa automaticamente o déficit nacional. A produção ocorre ao longo de diferentes safras, e uma mesma estrutura pode receber e expedir mais de um lote durante o ano. Parte dos grãos também segue diretamente para indústrias, portos e consumidores. Ainda assim, a distância entre o crescimento das colheitas e a expansão dos armazéns revela um gargalo estrutural.

Entre 2010 e 2025, a capacidade estática brasileira cresceu, em média, 2,8% ao ano, enquanto a produção avançou 5% ao ano, segundo levantamento do Observatório Nacional de Transporte e Logística, ligado à Infra S.A. Com base na produção de 2023/24, o estudo calculou um déficit potencial de 88,5 milhões de toneladas.

A situação varia fortemente entre as regiões. Naquele levantamento, o Sudeste apresentava capacidade equivalente a 126,8% da produção regional, beneficiado principalmente pela estrutura existente em São Paulo. O Sul atingia 88,2%. No Centro-Oeste, principal região produtora do país, a proporção caía para 57,9%. Nordeste e Norte apresentavam os menores índices, de 54,2% e 45%, respectivamente.

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Mato Grosso mostra com clareza essa contradição. O Estado possui a maior capacidade instalada do Brasil, com 64,2 milhões de toneladas, segundo o dado mais recente do IBGE. Mesmo assim, por liderar a produção nacional de soja e milho, apresentou no estudo da Infra S.A. a maior necessidade absoluta de armazenagem, estimada em aproximadamente 40,9 milhões de toneladas.

Goiás aparecia com carência próxima de 13 milhões de toneladas. Bahia, Maranhão, Tocantins e Piauí também estavam entre os pontos de maior pressão, refletindo o crescimento da produção em áreas nas quais a infraestrutura não avançou na mesma velocidade. No Sul, apesar da situação comparativamente melhor, Paraná e Rio Grande do Sul ainda registravam insuficiência de capacidade.

Para o produtor, o silo próprio pode reduzir a dependência de armazéns de terceiros, evitar filas durante a colheita e permitir que a venda seja feita em um momento mais favorável. A estrutura também pode diminuir gastos com transporte emergencial e perdas de qualidade.

A decisão exige, porém, um cálculo que vá além da taxa de juros. Construção, secagem, energia, manutenção, seguro, mão de obra, licenciamento e capacidade de utilização ao longo do ano interferem no retorno do investimento. Com as condições já divulgadas, o próximo passo será a abertura efetiva das contratações pelo BNDES.

Fonte: Pensar Agro

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