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Cargill e Mosaic ampliam oferta da linha Foscálcio com nova apresentação voltada ao mercado brasileiro

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As empresas Cargill Nutrição Animal e Mosaic, líder nacional em fosfatos voltados à nutrição animal, anunciam uma nova apresentação dos produtos Foscálcio 19 Microgranulado e Foscálcio 21: agora disponíveis em sacos de 25 kg, com distribuição em todo o território brasileiro. A iniciativa tem como principal objetivo atender com mais eficiência o segmento de fábricas de ração, um dos principais consumidores desses insumos.

O lançamento representa mais um avanço na parceria entre as duas companhias, reafirmando o compromisso conjunto em oferecer soluções alinhadas às necessidades do mercado agropecuário brasileiro. “Essa é uma iniciativa que reforça nosso comprometimento com as exigências e demandas do setor, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da pecuária nacional”, afirma Vivian Silva, gerente de negócios da Cargill Nutrição Animal.

Nutrição de precisão com alta biodisponibilidade

A linha Foscálcio é reconhecida por ser uma importante fonte de fósforo e cálcio para a nutrição animal. Os produtos são elaborados a partir de ácido fosfórico feed grade e carbonato de cálcio extraído de rochas ígneas, conhecidas por sua elevada pureza. Essa composição confere aos produtos alta biodisponibilidade, fator essencial para o bom aproveitamento dos nutrientes pelos animais e, consequentemente, para a obtenção de melhores índices zootécnicos.

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Além disso, o uso do carbonato de cálcio inibe a formação de fósforo insolúvel, o que favorece a absorção eficiente dos minerais e assegura estabilidade e segurança ao produto final.

“Os produtos da linha Foscálcio se destacam pela origem das matérias-primas, que são extraídas de rochas de elevada pureza e resultam em ingredientes minerais com baixo teor de elementos indesejáveis, além de excelente valor nutricional”, explica Sabrina Coneglian, gerente de Pecuária da Mosaic. “Essa combinação de qualidade e segurança fortalece nosso compromisso com a nutrição animal de precisão e com a segurança alimentar”, acrescenta.

Com a nova apresentação, Cargill e Mosaic reforçam sua atuação estratégica no setor de nutrição animal, oferecendo ao mercado brasileiro produtos eficazes, seguros e adaptados às necessidades da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações brasileiras de grãos ganham ritmo em 2026, com recorde na soja e avanço logístico global

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O comércio exterior brasileiro de grãos iniciou 2026 com forte desempenho nas exportações de soja e sinais mistos para o milho, segundo o Informativo Mensal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (ANEC). O relatório também destaca recordes de embarques, desafios logísticos globais e avanços na agenda de descarbonização do transporte marítimo.

Soja lidera exportações com recorde mensal em 2026

A soja manteve protagonismo no agronegócio brasileiro. Em abril de 2026, o país registrou embarque recorde de 16,1 milhões de toneladas, reforçando a posição do Brasil como principal exportador global da oleaginosa.

No acumulado do primeiro quadrimestre, as exportações somaram 43,2 milhões de toneladas, acima das 40,1 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2025. Para maio, o line-up aponta embarques de aproximadamente 14,1 milhões de toneladas.

A colheita da safra 2025/26 avançou até 94,7% da área, levemente abaixo do ritmo do ano anterior (97,7%), com conclusão já registrada em estados como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo.

Segundo a ANEC, o desempenho reforça a projeção de exportações totais próximas de 110 milhões de toneladas em 2026, consolidando o Brasil como referência global no fornecimento da oleaginosa.

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Milho tem ritmo sazonal mais lento, mas mantém projeção elevada de produção

No mercado de milho, o escoamento seguiu o padrão sazonal mais lento em abril, com embarques de 268 mil toneladas, enquanto o line-up de maio indica cerca de 188 mil toneladas.

Apesar do ritmo moderado nas exportações recentes, a produção da segunda safra segue robusta. A CONAB estima produção total de 139,6 milhões de toneladas, em área de 22,5 milhões de hectares, ligeiramente abaixo do ciclo anterior (141,2 milhões de toneladas), refletindo expectativa de produtividade menor após uma safra anterior excepcional.

Geopolítica no Oriente Médio pressiona custos logísticos globais

O relatório da ANEC também chama atenção para o impacto das tensões no Estreito de Ormuz sobre o comércio internacional. As restrições operacionais na região aumentam a incerteza no transporte marítimo global.

Entre os principais efeitos estão:

  • Alta expressiva nos fretes marítimos
  • Aumento dos prêmios de seguro
  • Elevação do custo da tonelada exportada
  • Impactos indiretos em rotas fora da região do estreito

O cenário reforça a volatilidade do comércio global e pressiona margens do setor exportador brasileiro.

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Etanol de milho ganha espaço no transporte marítimo e avança na agenda verde

Um dos destaques do relatório é o reconhecimento do etanol de milho como biocombustível compatível com o transporte marítimo, com metodologia de intensidade de carbono aprovada pela Organização Marítima Internacional (IMO).

A medida integra esforços globais de descarbonização de um setor responsável por cerca de 2% a 3% das emissões globais de gases de efeito estufa.

Segundo a ANEC, o avanço abre novas oportunidades para o Brasil no mercado internacional de energia, ampliando o papel do milho não apenas como commodity alimentar, mas também como vetor estratégico da transição energética global.

Exportações seguem fortes e consolidam papel do Brasil no agronegócio global

O balanço da ANEC reforça o desempenho consistente do Brasil no comércio internacional de grãos, especialmente da soja, e evidencia a crescente importância da logística e da geopolítica no desempenho do setor.

Ao mesmo tempo, o avanço de biocombustíveis e a ampliação da demanda global mantêm o país em posição estratégica na segurança alimentar e energética mundial.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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