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PMGZ Carne realiza primeiro abate técnico de 2025 com resultados expressivos

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O PMGZ Carne, programa desenvolvido pela Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) em parceria com a JBS Friboi, realizou o primeiro abate técnico de 2025, com resultados que reforçam a eficiência genética de reprodutores da raça Nelore. O lote de 120 animais, do criatório Nelore Vera Cruz, foi submetido a 98 dias de confinamento no Boitel JBS, localizado em Barra do Garças, Mato Grosso.

O abate revelou uma performance destacada, com os animais apresentando um rendimento de carcaça médio de 55,98%. O peso médio das carcaças foi de 20,21 arrobas (303,10 kg), com um peso de entrada de 394,73 kg e peso de saída de 541,45 kg. O Ganho Médio Diário (GMD) foi de 1,497 kg, enquanto o Ganho Diário de Carcaça (GDC) ficou em 1,079 kg, evidenciando a superioridade genética dos reprodutores PO para ganho de peso.

Para Jairo Machado, criador à frente do Nelore Vera Cruz, a parceria com o PMGZ Carne trouxe resultados satisfatórios. “Com o PMGZ Carne, vamos poder avaliar a performance dos touros no gancho, além do teste de progênie que já realizamos na fazenda para mensurar a produção dos animais na desmama”, afirma o criador.

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O PMGZ Carne, que tem como objetivo promover o melhoramento genético no setor de corte brasileiro, avalia a performance de animais filhos de reprodutores PO ao longo de toda a cadeia produtiva, permitindo medir com precisão a qualidade e a superioridade dessa genética.

Ricardo Abreu, Gerente de Fomento do PMGZ, destaca a importância do programa: “Nosso objetivo é tornar o PMGZ Carne o maior programa de avaliação de carcaças de progênies de touros registrados na indústria da carne.”

Eduardo Pedroso, Diretor Executivo da JBS Friboi, também comemorou o sucesso do abate. “O que mais nos impressionou foram as carcaças bem conformadas, com peso similar ao dos machos abatidos pela Friboi, mas com praticamente metade da idade do gado comercial. Considero o resultado deste lote extraordinário”, conclui.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

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O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

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Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

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Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

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