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Nova Cultivar de Trigo Promete Benefícios para Produtores e Consumidores Finais

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A safra brasileira de trigo para 2025 deve atingir cerca de 9 milhões de toneladas, o que representa 3% da produção total de cereais, leguminosas e oleaginosas no país. Contudo, o Brasil segue sendo deficitário na produção do grão, com um consumo anual superior a 12,5 milhões de toneladas, o que obriga o país a importar grandes volumes de trigo. Em 2025, espera-se que a produção seja 15% maior do que a safra de 2024, mesmo com uma área de plantio reduzida, devido ao maior potencial produtivo.

Inovação no Mercado de Trigo

A OpenSolo, empresa especializada em intermediação de negócios do agronegócio, em parceria com a GDM-Biotrigo, líder na aplicação de tecnologias de ponta na produção de sementes, está trabalhando para popularizar a variedade TBIO Blanc no estado de São Paulo. Esta cultivar de trigo branqueador traz inovações que beneficiam produtores, indústria e consumidores, integrando os diferentes elos da cadeia produtiva e proporcionando maior rentabilidade aos produtores.

Desde o início de seu projeto, em 2022, a OpenSolo já vendeu um volume três vezes maior da TBIO Blanc para a safra de 2025. A cultivar apresenta alta resistência a doenças e um elevado potencial de rendimento, com sua performance sendo aprovada por mais de 80 moinhos nacionais. Além disso, a TBIO Blanc destaca-se pela luminosidade superior a 94, um critério importante para a comercialização do trigo no Brasil, e pela maior força de glúten, garantindo mais segurança e produtividade para os trigos branqueadores.

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Vantagens e Reconhecimento do Mercado

De acordo com a OpenSolo, nas últimas duas safras, a cultivar TBIO Blanc obteve um prêmio de 15% a mais em comparação ao trigo comum (tipo 1), o que representa aproximadamente R$ 150,00 por tonelada a mais. Rafael Mihailovici, especialista em grãos da OpenSolo, explica que o trigo é um ingrediente essencial na alimentação diária dos brasileiros, presente em produtos como pães, massas e biscoitos. Ele destaca que a inovação e a qualidade trazidas pela TBIO Blanc são fundamentais para valorizar o trabalho dos produtores e beneficiar toda a cadeia produtiva.

Perspectivas para o Setor e Plantio

A variação do trigo tem se mostrado promissora para o agronegócio brasileiro. Após a colheita da soja, os produtores devem iniciar o plantio do trigo no final de março ou início de abril, com um ciclo médio de 140 dias, sendo que a colheita dos primeiros grãos está prevista para o final de agosto. Segundo Rafael Mihailovici, a TBIO Blanc é um exemplo claro de como a tecnologia pode impulsionar a produtividade, qualidade e rentabilidade do trigo no Brasil, atendendo tanto às demandas do mercado quanto do consumidor final.

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A luminosidade do trigo, medida em uma escala que vai de zero (preto) a 100 (branco), é um critério essencial na avaliação da qualidade do grão. Quanto mais próxima de 100, mais branca será a farinha gerada a partir do trigo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Valor da Produção Agropecuária de Santa Catarina atinge R$ 74,9 bilhões e reforça força do agronegócio em 2025

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O agronegócio de Santa Catarina consolidou sua relevância econômica em 2025 ao alcançar um Valor da Produção Agropecuária (VPA) de R$ 74,9 bilhões, resultado que representa um crescimento de 15,1% em relação ao ano anterior. O avanço reflete a combinação de preços mais elevados e aumento do volume produzido, confirmando o papel estratégico do setor no desenvolvimento estadual.

Desempenho geral do agronegócio

De acordo com levantamento do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola, o crescimento do VPA foi sustentado por uma alta de 6,3% nos preços e um avanço de 9,5% na produção. O resultado evidencia não apenas a expansão quantitativa, mas também a valorização dos produtos agropecuários.

O desempenho reforça a importância do setor como um dos principais motores da economia catarinense, com impacto direto na geração de renda, emprego e desenvolvimento regional.

Produção e cadeias produtivas em destaque

Entre os principais produtos responsáveis pelo crescimento em 2025 estão milho, maçã, tabaco, soja, bovinos e suínos. A combinação de condições climáticas favoráveis e preços sustentados contribuiu para um ciclo produtivo positivo.

A diversificação da produção segue sendo um dos pilares do agronegócio catarinense, permitindo maior resiliência frente às oscilações de mercado e aos desafios climáticos.

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Mercado externo e exportações

O setor também manteve forte presença no comércio internacional. Em 2025, o agronegócio respondeu por mais de 65% das exportações do estado, com receitas de US$ 7,9 bilhões, registrando crescimento de 5,8% em comparação a 2024.

O desempenho reforça a competitividade dos produtos catarinenses nos mercados globais, especialmente em segmentos que exigem alto padrão de qualidade.

Preços, custos e viabilidade econômica

Apesar dos resultados positivos, a renda do produtor rural segue impactada pela volatilidade de preços. No período pós-pandemia (2021 a 2025), as oscilações de mercado passaram a ter maior influência sobre a rentabilidade do que as variações climáticas.

Culturas como arroz, cebola e alho apresentaram maior sensibilidade às mudanças de preços, com impacto direto nas margens. Em contrapartida, produtos como soja e alho operam com maior margem de segurança, ainda que este último exija elevado investimento.

As culturas de verão tendem a oferecer maior estabilidade e retorno mais previsível, enquanto as de inverno, embora possam gerar margens elevadas por hectare, apresentam maior risco e necessidade de capital.

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Indicadores e gestão de risco

Um dos pontos centrais para a análise econômica do setor é o chamado ponto de nivelamento, indicador que define o mínimo necessário de produtividade e preço para garantir a viabilidade da atividade.

Nesse contexto, culturas com margens mais estreitas, como arroz e cebola, apresentam maior exposição a perdas em cenários adversos. Já aquelas com maior margem de segurança permitem melhor gestão de risco, especialmente em ambientes de alta volatilidade.

Análise e perspectivas

O desempenho de 2025 confirma a força estrutural do agronegócio catarinense, sustentado por produtividade, diversificação e inserção internacional. No entanto, o cenário exige atenção redobrada à gestão de custos e à volatilidade de preços, que têm se consolidado como fatores determinantes para a rentabilidade.

A tendência é de manutenção da relevância do setor na economia estadual, com oportunidades ligadas à agregação de valor, inovação tecnológica e ampliação de mercados, ao mesmo tempo em que a gestão de risco seguirá como elemento central para a sustentabilidade financeira do produtor rural.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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