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Escolha da Variedade Ideal de Tomate: Fatores Cruciais para uma Colheita Rentável

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A escolha da variedade de tomate é um dos principais fatores que influenciam diretamente a produtividade e a qualidade da colheita. De acordo com a Agristar do Brasil, para alcançar os melhores resultados, é imprescindível considerar diversos aspectos, como as condições climáticas, a resistência a pragas e doenças, as características do fruto e a conservação pós-colheita na seleção das sementes.

O clima desempenha um papel fundamental na escolha da variedade, uma vez que o tomateiro é sensível a temperaturas baixas. Por isso, optar por variedades adaptadas à região do cultivo assegura um desenvolvimento mais eficiente das plantas. Além disso, é crucial escolher sementes que ofereçam resistência e tolerância, protegendo a lavoura contra pragas e doenças e reduzindo a dependência de defensivos agrícolas.

Outro aspecto importante são as características do fruto, como sabor, formato e coloração. Esses fatores não só agregam valor ao produto final, mas também atendem às preferências dos consumidores, o que pode ser determinante para o sucesso comercial. A conservação pós-colheita também merece atenção, especialmente quando os tomates precisam ser transportados por longas distâncias até os pontos de venda. Variedades com maior durabilidade garantem um melhor aproveitamento da produção, preservando a qualidade do produto durante o transporte.

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A Agristar do Brasil sugere que os produtores avaliem cuidadosamente as opções disponíveis, considerando os critérios mencionados, para otimizar sua escolha e obter uma colheita mais produtiva e rentável. Para mais informações sobre as variedades recomendadas, a empresa orienta consultar seu portfólio de sementes, disponível nas redes sociais e outros canais de comunicação.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de carne suína do Brasil crescem 8,3% em abril e faturamento supera US$ 328 milhões

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As exportações brasileiras de carne suína seguiram em forte ritmo de crescimento em abril de 2026, impulsionadas principalmente pela demanda dos mercados asiáticos. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Proteína Animal mostram que o Brasil embarcou 140 mil toneladas de carne suína no período, considerando produtos in natura e processados.

O volume representa alta de 8,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior, quando foram exportadas 129,2 mil toneladas.

A receita obtida com os embarques também apresentou crescimento expressivo. Em abril, o setor faturou US$ 328,2 milhões, avanço de 8,8% frente aos US$ 301,5 milhões registrados no mesmo período de 2025.

Exportações acumuladas mantêm crescimento acima de 14%

No acumulado do primeiro quadrimestre de 2026, as exportações brasileiras de carne suína alcançaram 532,2 mil toneladas, volume 14,2% superior ao registrado entre janeiro e abril do ano passado, quando os embarques totalizaram 466 mil toneladas.

Em receita, o avanço acumulado também foi significativo. O setor somou US$ 1,244 bilhão nos quatro primeiros meses do ano, crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, que havia registrado US$ 1,090 bilhão.

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O desempenho reforça o momento positivo das proteínas animais brasileiras no mercado internacional, especialmente diante da ampliação da demanda em países asiáticos.

Filipinas lideram compras de carne suína brasileira

As Filipinas mantiveram a liderança entre os principais destinos da carne suína brasileira em abril. O país importou 35,9 mil toneladas, crescimento de 20,6% em relação ao mesmo mês do ano passado.

Na sequência aparecem:

  • Japão: 16,6 mil toneladas (+131,9%)
  • China: 11,8 mil toneladas (-21,6%)
  • Chile: 11,1 mil toneladas (+22,8%)
  • Hong Kong: 8 mil toneladas (-34,3%)
  • Vietnã: 5,5 mil toneladas (+44,6%)
  • Argentina: 5,3 mil toneladas (-8,7%)
  • Singapura: 5,1 mil toneladas (-24,3%)
  • Uruguai: 4,6 mil toneladas (+12,7%)
  • México: 4,4 mil toneladas (-40,3%)

O forte crescimento das exportações para mercados de maior valor agregado, como o Japão, vem sendo observado com atenção pelo setor.

Ásia segue como principal motor das exportações

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal, Ricardo Santin, o fluxo internacional da carne suína brasileira continua bastante positivo em 2026, especialmente nos países asiáticos.

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De acordo com o dirigente, além da consolidação das Filipinas como principal destino das exportações brasileiras, mercados estratégicos vêm ampliando a demanda pela proteína animal produzida no Brasil.

O avanço consistente dos embarques reforça as perspectivas otimistas do setor para o restante do ano, sustentadas pela competitividade da produção brasileira e pela forte procura internacional.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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