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Uso correto de drones no campo é tema de reunião no CEA-IAC

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O Centro de Engenharia e Automação (CEA), do Instituto Agronômico (IAC), em parceria com a Fundação Coopercitrus Credicitrus, promoveu um encontro em Jundiaí, São Paulo, com a participação de cerca de 20 empresas, incluindo algumas das maiores do país no setor de máquinas agrícolas e agroquímicos. O objetivo do evento foi apresentar o programa Drones SP a novas empresas parceiras, com foco no aprimoramento das tecnologias de aplicação de defensivos agrícolas – tanto químicos quanto biológicos – por meio do uso de drones.

O pesquisador Hamilton Ramos, coordenador do programa Drones SP e diretor do CEA-IAC, explicou que a colaboração com a Fundação Coopercitrus Credicitrus resultou na criação de um amplo escopo de estudos, denominado Fórum de Pesquisa e Desenvolvimento de Tecnologia de Aplicação com Drones. “O IAC é responsável pela coordenação técnica e pelos ensaios de laboratório, enquanto os ensaios de campo sobre plantios e culturas acontecem na estação experimental da Coopercitrus Credicitrus, em Bebedouro (SP)”, afirmou Ramos.

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O Fórum, segundo o pesquisador, tem gerado resultados relevantes, não vinculados a marcas específicas de drones ou de agroquímicos, o que permite discussões mais aprofundadas durante reuniões periódicas. As empresas participantes do programa Drones SP têm acesso aos dados coletados durante as pesquisas do Fórum, visando o desenvolvimento de protocolos específicos para seus produtos e projetos na área.

O CEA-IAC, órgão vinculado à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo e instalado em Jundiaí, em parceria com a Fundação Coopercitrus Credicitrus, planeja expandir a participação de empresas do agronegócio no programa Drones SP. “Estamos estabelecendo diretrizes estratégicas para aumentar as cotas de participação no programa, o que garante recursos para investimentos contínuos nas pesquisas”, complementou Ramos.

O programa Drones SP foca principalmente na tecnologia de aplicação e no uso eficaz e seguro de drones nas propriedades agrícolas. “Trabalhamos com conceitos como volume de calda, taxa de cobertura, tamanho das gotas, condições climáticas, deriva de produtos, compatibilidade de insumos, entre outros”, destacou Ramos. “Embora seja uma tecnologia emergente e revolucionária, ainda existem muitos aspectos a esclarecer, especialmente quanto à eficácia e viabilidade econômica nas propriedades.”

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Além disso, o programa oferece às empresas participantes acesso a todos os dados e conclusões das pesquisas realizadas, além de benefícios como sessões de treinamento e dias de campo dedicados às tecnologias de aplicação de agroquímicos e produtos biológicos por drones.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Coamo investe R$ 85,6 milhões e amplia capacidade de armazenagem no Vale do Ivaí para fortalecer logística dos cooperados

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A Coamo segue ampliando sua infraestrutura de armazenagem para acompanhar o crescimento da produção de seus cooperados. A cooperativa entregou novas estruturas nas unidades de Faxinal, Cruzmaltina e Rio Ivaí, no Vale do Ivaí, região do Paraná, reforçando sua estratégia de investimentos em logística, armazenagem e eficiência operacional.

As obras receberam investimentos que somam R$ 85,6 milhões e fazem parte de um planejamento contínuo voltado à ampliação da capacidade de recebimento, secagem, beneficiamento e armazenagem de grãos, oferecendo mais segurança e agilidade durante o período de safra.

Estrutura acompanha avanço da produção agrícola

Segundo a Coamo, o crescimento constante da produção nas propriedades dos cooperados exige planejamento de longo prazo para garantir que toda a safra seja recebida com eficiência.

Atualmente, a cooperativa recebe entre 10 milhões e 11 milhões de toneladas de grãos por ano, contando com uma estrutura que permite administrar o fluxo entre as safras de verão e inverno, preservando a qualidade dos produtos destinados à comercialização.

De acordo com o diretor de Logística e Operações da Coamo, Edenison Carlos de Oliveira, os investimentos são planejados antecipadamente para assegurar que a infraestrutura acompanhe a evolução da produção agrícola.

Os projetos são desenvolvidos pela equipe de engenharia da cooperativa, priorizando tecnologia, desempenho operacional e conformidade com as exigências dos órgãos reguladores.

Novas unidades ampliam capacidade de armazenagem

Os investimentos contemplaram diferentes necessidades em cada unidade operacional.

Em Rio Ivaí, distrito de São João do Ivaí, foram destinados R$ 31,4 milhões para instalação de um novo secador e novos silos, ampliando a capacidade de armazenagem para 20 mil toneladas e elevando o processamento para até 200 toneladas por hora.

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Na unidade de Cruzmaltina, o aporte de R$ 28,1 milhões permitiu a construção de novos silos, acrescentando capacidade para armazenar 40 mil toneladas de grãos.

Já em Faxinal, a cooperativa investiu R$ 26,1 milhões na implantação de estruturas capazes de armazenar outras 30 mil toneladas, proporcionando maior rapidez no recebimento da produção durante o pico da colheita.

Segundo o gerente de Engenharia da Coamo, Jarbas Luiz Kleveston, cada empreendimento passa por estudos técnicos detalhados para garantir máxima eficiência operacional e desempenho compatível com o crescimento da produção.

Investimentos fortalecem logística e reduzem custos

Além de ampliar a capacidade estática de armazenagem, os novos empreendimentos também proporcionam ganhos logísticos importantes.

Com estruturas mais próximas das propriedades rurais, os cooperados reduzem o tempo de deslocamento, encontram maior agilidade na descarga dos caminhões e contam com melhores condições para armazenar sua produção.

Para a cooperativa, o aumento da capacidade própria também reduz a necessidade de armazenagem terceirizada, diminui despesas com transporte e melhora a gestão dos estoques ao longo do ano.

Outro benefício é a maior velocidade no recebimento dos grãos, fator cada vez mais importante diante da evolução tecnológica das colheitadeiras, que elevam significativamente o volume colhido por hora.

Por isso, os investimentos incluem não apenas novos silos, mas também melhorias nos sistemas de descarga, secagem e beneficiamento.

Coamo investiu R$ 1,1 bilhão em infraestrutura em 2024

Os investimentos fazem parte de um programa permanente de expansão da cooperativa.

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Somente em 2024, considerando projetos de armazenagem, logística, estrutura portuária e unidades industriais, a Coamo destinou aproximadamente R$ 1,1 bilhão para modernização e ampliação de sua infraestrutura.

A meta da cooperativa é elevar sua capacidade estática de armazenagem para 7 milhões de toneladas, fortalecendo a logística e reduzindo impactos durante os períodos de maior movimentação das safras.

Maior capacidade de armazenagem do Brasil

Presente nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, além de operar estrutura portuária em Paranaguá, a Coamo mantém uma das maiores redes logísticas do agronegócio brasileiro.

Segundo a cooperativa, por trás de cada novo silo existe um planejamento integrado que envolve movimentação estratégica dos estoques, abastecimento das indústrias e preparação das unidades para receber as próximas colheitas.

Para os cooperados, os investimentos representam ganhos diretos na rotina das propriedades. Com unidades mais modernas e maior capacidade operacional, a entrega da produção torna-se mais rápida, eficiente e segura.

O produtor Reginaldo Pavezzi, cooperado de Faxinal, destaca que a ampliação das estruturas acompanha a evolução das lavouras e oferece mais tranquilidade durante a comercialização da safra.

Com a expansão contínua de sua infraestrutura, a Coamo reforça seu compromisso de oferecer aos cooperados condições para aumentar a produtividade, reduzir custos logísticos e garantir mais competitividade ao agronegócio brasileiro.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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