Várzea Grande

Prefeitura mobiliza agentes de saúde em nova força-tarefa contra o Aedes aegypti

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A ação faz parte de uma estratégia realizada pelo Município – e que segue determinação do Ministério da Saúde – para minimizar registros de casos de arboviroses

O trabalho de controle às arboviroses – dengue, zika e Chikungunya – em Várzea Grande continuam a todo vapor. Agentes comunitários de saúde, de endemias, da vigilância sanitária e da zoonose, com apoio da secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, percorreram, na manhã de sexta-feira (21), ruas e avenidas do bairro Costa Verde, fazendo um trabalho intenso de porta-em-porta, orientando os moradores sobre a importância do combate ao mosquito e de inciativas simples que podem ser realizados diariamente, como não deixar água parada em recipientes, de vasos de plantas, além do cuidado com a limpeza dos terrenos.

A ação faz parte de uma estratégia realizada pelo Município – e que segue determinação do Ministério da Saúde – para minimizar registros de casos de arboviroses.

Para a moradora Roseli da Rocha, a visita dos agentes é importante para auxiliar no combate ao Aedes aegypti. “Se todos tivessem essa consciência em receber os agentes em casa, com certeza, não teríamos tantos casos de pessoas doentes em Várzea Grande”, comenta. Roseli e a mãe gostam muito de plantas e buscam tomar todo cuidado para não deixar acumular água em recipientes, já que a mãe é idosa e não pode ficar doente.

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Conforme a supervisora de campo, Maria Benedita Rocchy, mais de 80 agentes estão envolvidos na ação de combate ao criadouro do mosquito, que está sendo realizada em várias regiões. “Os agentes têm orientado os moradores, verificado quintais e jardins e em alguns casos fazem tratamento em caixas d’agua”, disse. Ela ainda reforça a importância de a população receber esses profissionais, que estão devidamente uniformizados e identificados, para que juntos possam combater o mosquito.

O superintende da Vigilância em Saúde, Carlos Valadares, reforça que essa ação está sendo realizada pelos agentes de endemias, da vigilância sanitária, e da atuação ampliada das secretarias de Serviços Públicos, por meio do Código de Postura, e da Educação na implementação de orientações educativas, que que os trabalhos devem se estender até o período de estiagem, provavelmente já no final de maio. Além do bairro Costa Verde, outros também serão assistidos. A força-tarefa teve início no grande Cristo Rei há dez dias.

Segundo a secretária Municipal de Saúde, Deisi Bocalon, as ações aparentemente são simples, mas que resultam em dados positivos, como uma baixa nos casos notificados de dengue, chikungunya e zika. “Todos os esforços estão sendo feitos para a melhoria da condição humana e de trabalho em prol da diminuição dos casos de arboviroses no município”, destacou.

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AÇÃO – Desde quando foi lançada a ação de combate às arboviroses, no mês de fevereiro, cerca de 15 bairros de Várzea Grande foram visitados, contabilizando mais de 14 mil imóveis vistoriados e cerca de 900 agentes envolvidos.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Palestra leva alerta sobre riscos do cigarro eletrônico a estudantes

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A equipe da Unidade de Saúde do bairro Água Limpa realizou, na sexta-feira (18), uma palestra sobre tabagismo para estudantes do 9º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Elmaz Gattas. A atividade reuniu jovens de 13 a 18 anos em um momento de conversa, interação e dinâmicas sobre os riscos do cigarro convencional e, principalmente, do cigarro eletrônico.

Durante o encontro, os profissionais falaram sobre os cuidados com a saúde, sintomas e consequências do uso dos dispositivos eletrônicos, além do risco de o cigarro eletrônico se tornar uma porta de entrada para o consumo de outras substâncias.

A conversa também abriu espaço para que os próprios estudantes compartilhassem suas experiências. Muitos relataram já ter experimentado o cigarro eletrônico por curiosidade, influência de amigos ou até mesmo pelos sabores oferecidos pelos dispositivos.

A estudante Marina, de 13 anos, contou que já recebeu ofertas de amigos, mas prefere não experimentar.

“Meus amigos sempre oferecem, mas eu não aceito. Eu vejo que não faz bem e prefiro não usar. Eles respeitam minha decisão e eu também falo para eles não experimentarem”, relatou.

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Já a estudante Miriam, de 14 anos, contou que chegou a experimentar o cigarro eletrônico, mas teve uma experiência negativa. Após o uso, apresentou tontura e uma tosse persistente que durou cerca de duas semanas. O quadro fez com que ela precisasse procurar atendimento médico para avaliação e uso de medicamentos. Depois da experiência, ela não voltou a utilizar o dispositivo.

A responsável técnica pela atividade destacou a importância de levar esse tipo de informação diretamente aos adolescentes. A palestra foi realizada nos períodos da manhã e da tarde, e a equipe ficou surpresa com a quantidade de estudantes que já tiveram algum contato com o cigarro, especialmente com os dispositivos eletrônicos.

“É muito importante conversar com eles de forma aberta, sem julgamento, porque muitos já tiveram contato ou receberam ofertas. Ficamos impressionados com a quantidade de jovens que já tiveram alguma experiência. Esse diálogo é uma oportunidade para orientar e mostrar as consequências antes que o uso se torne um hábito”, destacou.

Durante a atividade, um dos inspetores da escola apresentou à equipe uma sacola com diversos dispositivos eletrônicos, conhecidos popularmente como “pods” ou “vapes”, que haviam sido apreendidos dentro da unidade escolar.

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Por se tratar de uma escola militar, a unidade também desenvolve ações próprias de orientação e conscientização com os estudantes. A atividade realizada pela equipe de saúde reforça esse trabalho, aproximando os profissionais da saúde do ambiente escolar e criando espaço para que os adolescentes possam tirar dúvidas e falar abertamente sobre o tema.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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