AGRONEGÓCIO

Prefeito viabiliza obra de instituto para idosos

Publicado em

O prefeito Abilio Brunini participou nesta semana de uma audiência na Procuradoria Geral da Justiça para definir as diretrizes da construção da sede do Instituto de Longa Permanência para Idosos (ILPI). Trata-se de um espaço que vai oferecer 104 vagas para acolhimento integral e outras 104 destinadas ao serviço de Centro-Dia, especializado em assistência a idosos.

No diálogo que também participou o Procurador Geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, a promotora de Justiça Fânia Amorim, o procurador-geral do município, Luiz Antônio Araújo Júnior, e a secretária adjunta de Assistência Social, Hélida Vilela, ficou decidido que a obra será custeada com R$ 11 milhões do governo do Estado.

A Prefeitura de Cuiabá vai investir R$ 2 milhões a título de contrapartida. Uma emenda parlamentar da ex-deputada federal Amália Barros (em memória), também será utilizada para financiamento da sede do Instituto de Longa Permanência para Idosos (ILPI).

O terreno, localizado nas proximidades do Hospital do Câncer, será doado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado). O projeto de engenharia será elaborado pela AMM (Associação Mato Grossense dos Municípios).

Leia Também:  Chuvas animam citricultores, mas ventos fortes geram preocupação no Sudeste

“O auxílio à terceira idade é um dos compromissos da nossa gestão. Estamos abertos ao diálogo com o Ministério Público e outras instituições para avançar em políticas públicas e projetos para Cuiabá”, destacou o prefeito Abilio Brunini.

A promotora de Justiça Fânia Amorim ressaltou que a ação civil pública do Ministério Público Estadual (MPE), originada em 2014, já transitou em julgado, ou seja, tornou-se definitiva e irrecorrível. Desde então, o prefeito Abilio Brunini é o primeiro a dialogar com as autoridades para viabilizar a construção do espaço em favor dos idosos.

“É importante ter uma autoridade constituída apta a conversar para atender a população. Foi uma reunião técnica satisfatória”.

O Procurador Geral de Justiça, Rodrigo Fonseca Costa, agradeceu ao empenho do chefe do Executivo. “Vimos uma boa vontade em resolver e dar celeridade a esse projeto tão importante à terceira idade”.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Aditivos energéticos ganham protagonismo e impulsionam competitividade da suinocultura brasileira

Published

on

A busca por maior eficiência produtiva e competitividade tem levado a suinocultura brasileira a intensificar o uso de aditivos energéticos nas formulações de ração. Em um cenário de genética avançada, alto desempenho zootécnico e margens cada vez mais apertadas, a energia passa a ser tratada como elemento estratégico dentro dos sistemas de produção.

Mais do que um componente básico da dieta, os aditivos energéticos vêm se consolidando como ferramenta importante para melhorar o aproveitamento nutricional, sustentar o desempenho dos animais e otimizar o retorno econômico da atividade.

Energia na dieta é base do desempenho dos suínos, afirma especialista

De acordo com o doutor em Nutrição e Produção Animal e zootecnista da Quimtia Brasil, Gabriel Villela Dessimoni, a energia é o principal combustível metabólico dos suínos e influencia diretamente todas as funções produtivas.

“A energia é o principal ‘combustível’ do suíno. Sem ela, nenhuma engrenagem biológica funciona adequadamente. O animal precisa de energia para manutenção, crescimento, deposição de carne, resposta imunológica e regulação térmica”, explica o especialista.

Aditivos energéticos ampliam eficiência da dieta e desempenho zootécnico

Os aditivos energéticos utilizados na suinocultura são formulações complexas compostas por diferentes ingredientes e aditivos zootécnicos, desenvolvidos para atuar em duas frentes principais: fornecer energia de rápida disponibilidade e aumentar a eficiência de aproveitamento energético da dieta.

Leia Também:  Plano Safra 2023/24 desembolsa R$ 347,2 bilhões em 10 meses

Na prática, essa tecnologia se reflete em ganhos produtivos como maior ganho de peso diário e melhora na conversão alimentar, indicadores essenciais para a rentabilidade da atividade.

Segundo Dessimoni, esses produtos podem apresentar diferentes origens e composições.

“Algumas formulações utilizam derivados de óleos vegetais, outras incluem ingredientes de alta densidade energética, como subprodutos da indústria de alimentos. Também é comum o uso de ácidos graxos, lecitinas e metabólitos naturais em diferentes combinações”, detalha.

Estratégias nutricionais variam conforme a fase produtiva

O uso de aditivos energéticos na suinocultura é ajustado de acordo com cada fase de produção, respeitando as exigências fisiológicas dos animais.

Na fase de creche, o foco está no suporte energético de leitões desmamados, que apresentam sistema digestivo imaturo e alta demanda metabólica. Já na lactação, a prioridade é atender a elevada exigência energética das matrizes, fundamentais para a produção de leite e manutenção da condição corporal.

Nas fases de crescimento e terminação, a estratégia busca sustentar o alto desempenho zootécnico, com foco em ganho de peso eficiente e melhor conversão alimentar até o abate.

Deficiência energética compromete desempenho e aumenta custos de produção

A falta de energia na dieta gera impactos diretos no desempenho dos animais e na rentabilidade do sistema produtivo. Segundo o especialista, os efeitos são perceptíveis tanto no desempenho zootécnico quanto nos custos da produção.

Leia Também:  Farelo e Óleo de Soja: Preços sob Pressão com Perspectivas de Maior Oferta, Aponta Consultoria Agro do Itaú BBA

No animal, a deficiência energética resulta em menor ganho de peso, pior conversão alimentar, redução da resposta imunológica e maior desuniformidade dos lotes.

Para o produtor, isso significa maior tempo até o abate, aumento no consumo total de ração, elevação do custo por animal e menor eficiência econômica por quilo produzido.

Impacto é ainda mais crítico em matrizes lactantes

Nas fêmeas em lactação, a deficiência de energia pode gerar consequências mais severas. Entre os principais efeitos estão a redução da produção de leite, comprometimento do desenvolvimento da leitegada, maior mobilização de reservas corporais e impacto negativo no desempenho reprodutivo futuro.

Eficiência energética melhora retorno econômico da produção

Apesar do aumento no custo de formulação, o uso correto de aditivos energéticos tende a gerar retorno econômico positivo, graças ao ganho de eficiência produtiva.

“Quando o aditivo energético melhora a conversão alimentar e o aproveitamento da dieta, o custo efetivo por quilo de carne produzida tende a cair”, afirma Dessimoni.

Com isso, a adoção dessa tecnologia reforça o papel da nutrição de precisão como ferramenta essencial para elevar a competitividade da suinocultura brasileira em um cenário de maior exigência produtiva e econômica.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA