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Vinho Tinto da Salton se Destaca em Avaliação nos EUA e Reforça Presença Internacional

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A Salton, vinícola mais antiga em atividade no Brasil, vem consolidando sua posição como principal exportadora de espumantes nacionais para os Estados Unidos. Desde 2020, a marca gaúcha já comercializou mais de 3 milhões de garrafas no mercado norte-americano, e um recente reconhecimento internacional reforça ainda mais sua relevância. Desta vez, a distinção veio do Wine Enthusiast, uma das publicações mais prestigiadas do setor vinícola mundial.

A plataforma Importer Connection, vinculada ao Wine Enthusiast, avaliou e concedeu uma pontuação de destaque ao IP Campanha Vinhedo da Lebre, vinho tinto da Salton. O rótulo recebeu 91 pontos, classificação considerada ‘muito boa’ pelos especialistas.

“Amadurecido por nove meses em barricas de carvalho francês e americano, esse vinho reflete autenticidade, complexidade e elegância, características marcantes da região da Campanha Gaúcha. Ele expressa fielmente o terroir local”, explica Gregório Bircke Salton, enólogo e Diretor Técnico da vinícola.

Ao todo, seis rótulos da Salton foram avaliados pela plataforma, todos recebendo notas a partir de 89 pontos. O Importer Connection faz parte de um programa criado para aproximar produtores de vinho de todo o mundo de importadores dos EUA, permitindo que rótulos ainda não disponíveis no país sejam analisados por especialistas em Nova York. Os resultados das avaliações são divulgados no site especializado da plataforma, ampliando a visibilidade entre distribuidores e apreciadores de vinho norte-americanos.

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Entre os principais produtos da Salton comercializados nos Estados Unidos, destaca-se o espumante Salton Alma Brut, desenvolvido exclusivamente para a Total Wine and More, maior rede varejista de vinhos do país. Atualmente, a marca está presente em 277 lojas da rede. Além disso, a famosa churrascaria brasileira Fogo de Chão inclui rótulos da Salton em 76 unidades nos EUA.

O compromisso da Salton com a qualidade se reflete não apenas no reconhecimento internacional, mas também nos avanços tecnológicos e científicos aplicados em seus vinhedos e processos de produção. Nos últimos três anos, seus vinhos e espumantes conquistaram mais de 350 medalhas em competições internacionais, consolidando sua posição entre os grandes nomes da enologia mundial. Além dos Estados Unidos, a vinícola também mantém negócios em países da Ásia, Europa e Américas, expandindo sua presença para mercados emergentes no continente africano.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Genética bovina pode aumentar produção de leite em até 9,2% e reduzir emissões de metano, aponta estudo

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No Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, pesquisas reforçam o papel estratégico da genética no desenvolvimento de uma pecuária leiteira mais eficiente, rentável e sustentável. Estudos recentes indicam que a seleção genética pode elevar a produção de leite em até 9,2%, além de reduzir em 12,7% a intensidade das emissões de metano, contribuindo para a mitigação dos impactos ambientais da atividade.

O avanço da genética ocorre em um momento importante para o setor. Em 2025, o Brasil registrou a maior captação de leite de sua história, com 27,5 bilhões de litros adquiridos por laticínios sob inspeção sanitária. O cenário reforça a necessidade de adoção de tecnologias capazes de aumentar a produtividade sem ampliar proporcionalmente o uso de recursos naturais.

Rebanhos mais eficientes impulsionam produtividade

Estudos conduzidos pela Zoetis demonstram que animais geneticamente superiores apresentam maior capacidade produtiva mesmo em condições de estresse térmico, além de melhor eficiência alimentar e menor intensidade de emissão de gases de efeito estufa ao longo da vida produtiva.

Os resultados apontaram benefícios expressivos para os sistemas de produção leiteira:

  • Aumento médio de 9,2% na produção de leite;
  • Redução de 18,1% na taxa de reposição dos rebanhos;
  • Diminuição de até 12,7% na intensidade das emissões de metano;
  • Redução média de 9,5% na intensidade de nitrogênio associada à produção.

Segundo Henrique Hooper, coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil, a genética tem ampliado a capacidade dos produtores de tomar decisões mais precisas dentro das propriedades.

“A utilização de informações genéticas permite identificar animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar e maior capacidade de adaptação aos desafios climáticos. Isso acelera o melhoramento genético e contribui para a formação de rebanhos mais eficientes e sustentáveis”, destaca.

Sustentabilidade passa a integrar a seleção genética

Os indicadores ambientais utilizados nas pesquisas foram desenvolvidos a partir do modelo científico RuFaS (Ruminant Farm System), reconhecido internacionalmente para avaliação da sustentabilidade na pecuária.

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A metodologia foi incorporada à atualização do Clarifide Dairy Plus, solução genética da Zoetis que utiliza o índice econômico DWP$ (Dairy Wellness Profit Index). A ferramenta considera características ligadas à produção e qualidade do leite, fertilidade, nutrição de precisão, bem-estar animal e uso racional de antibióticos para avaliar o potencial de rentabilidade dos animais.

Com a atualização mais recente, passaram a ser incorporadas também avaliações relacionadas à eficiência alimentar e à resiliência ao calor, ampliando a capacidade de seleção de animais mais adaptados às condições futuras de produção.

Resiliência ao calor ganha importância na pecuária leiteira

O aumento das temperaturas e a maior frequência de eventos climáticos extremos têm colocado a adaptação dos rebanhos entre as prioridades da cadeia produtiva do leite.

Nesse contexto, a genética surge como uma ferramenta importante para identificar animais capazes de manter produtividade, fertilidade e saúde mesmo sob condições de estresse térmico.

Os estudos desenvolvidos pela companhia permitem diferenciar indivíduos mais adaptados dentro do mesmo rebanho, utilizando indicadores relacionados à temperatura, umidade e impacto climático sobre a produção.

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Eficiência alimentar reduz custos e impactos ambientais

Outro fator cada vez mais valorizado na pecuária leiteira é a eficiência alimentar. Animais geneticamente mais eficientes conseguem converter melhor os nutrientes consumidos em produção de leite, reduzindo desperdícios e melhorando o aproveitamento dos recursos nutricionais.

Além da redução dos custos de produção, essa característica contribui para diminuir a pegada ambiental da atividade, reduzindo a emissão de gases por litro de leite produzido.

Tecnologia genética apoia decisões mais precisas no campo

Para transformar dados em decisões práticas, ferramentas genômicas vêm sendo utilizadas para identificar animais mais produtivos, saudáveis e adaptados às condições de cada sistema produtivo.

Entre as soluções disponíveis está o Clarifide Dairy Plus, plataforma que realiza avaliações genômicas de bovinos das raças Holandesa e Jersey, permitindo identificar fatores de risco genético associados a doenças de importância econômica, além de características relacionadas à produtividade, bem-estar animal, eficiência alimentar e adaptação climática.

Com a integração entre genética, ciência e tecnologia, a tendência é que a pecuária leiteira brasileira avance na construção de sistemas mais competitivos, sustentáveis e preparados para atender às exigências dos mercados e dos consumidores nos próximos anos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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