AGRONEGÓCIO

Limpurb recolhe 60 toneladas de lixo durante o Carnaval em Cuiabá

Publicado em

Para garantir a limpeza e a organização da cidade durante o feriado de Carnaval, a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), intensificou os serviços de coleta de resíduos e varrição nos principais pontos de festividade. O mutirão, iniciado no sábado (1°), resultou na retirada de aproximadamente 60 toneladas de lixo ao longo de cinco dias de operação.

As ações foram concentradas em locais de grande movimentação, como a Praça Oito de Abril (do Choppão), Praça Popular, Praça da Mandioca, Avenida Getúlio Vargas, Avenida Mato Grosso, bairro Boa Esperança e Orla do Porto I e II. Além dos eventos carnavalescos, os serviços também atenderam celebrações religiosas, como o Vinde e Vede, na Arena Pantanal, e o Umadecre, no Grande Templo.

A força-tarefa contou com quatro equipes dedicadas exclusivamente à limpeza, totalizando 60 trabalhadores mobilizados para a execução dos serviços. Caminhões cata-treco também foram utilizados para garantir a remoção e destinação adequada dos resíduos.

“Nosso objetivo foi garantir que a população pudesse aproveitar as festividades em um ambiente limpo e seguro. Esse mutirão demonstra o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com a zeladoria da cidade, reforçando a coleta de resíduos e mantendo o espaço urbano organizado. Contamos sempre com a colaboração dos cidadãos para mantermos Cuiabá limpa”, destacou o diretor-geral da Limpurb, Reginaldo Teixeira.

Leia Também:  Conheça os vencedores da 24ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2023, em Andradina (SP)

Além da intensificação da zeladoria, a Prefeitura reforçou a coleta de lixo doméstico, que segue um cronograma diário de retirada de aproximadamente 600 toneladas de resíduos. Durante o Carnaval, esse número chegou a 700 toneladas devido ao aumento do volume de descarte, exigindo a ampliação da frota de caminhões e do efetivo de coletores.

Os trabalhos incluíram, além da varrição, a remoção de materiais que podem acumular água, como pneus, plásticos e latas, contribuindo diretamente para o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. Também foi realizada a limpeza de resíduos descartados irregularmente em vias e praças, como garrafas long neck, latinhas de refrigerante e embalagens de alimentos.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma colaboradora da Limpurb realizando a limpeza num ponto da praça Oito de Abril, conhecida popularmente como Praça do Choppão. Ao fundo, há algumas decorações carnavalescas.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

Published

on

O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

Leia Também:  Hofbräu München estreia produção no Brasil em Leme (SP) e chega ao mercado em março de 2026

A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

Leia Também:  Conheça os vencedores da 24ª etapa nacional do Circuito Nelore de Qualidade 2023, em Andradina (SP)

Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA