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Seguro rural: estratégia essencial para a proteção da produção agrícola

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Muitos produtores rurais investem na proteção de bens pessoais, como residências e veículos, mas deixam de lado a segurança de sua principal fonte de renda: a produção agrícola. No entanto, o setor enfrenta riscos constantes, que vão desde eventos climáticos extremos até falhas mecânicas e desafios logísticos. Ter um planejamento de seguro bem estruturado pode ser determinante para garantir a continuidade e a rentabilidade da atividade.

Entre as modalidades mais importantes, destaca-se o seguro safra, que oferece cobertura contra perdas causadas por seca, geada, granizo e chuvas intensas. Já o seguro de receita agrícola protege o produtor contra oscilações nos preços das commodities, garantindo uma receita mínima em tempos de instabilidade no mercado.

Além disso, o seguro de equipamentos e frota agrícola resguarda o patrimônio contra roubos, acidentes e falhas mecânicas, evitando prejuízos que possam comprometer as operações. Outras proteções essenciais incluem o seguro patrimonial rural, que cobre armazéns e demais estruturas da propriedade, e o seguro de responsabilidade civil, fundamental para garantir cobertura em casos de danos a terceiros.

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Por fim, o seguro de vida para funcionários assegura a equipe e garante conformidade com as exigências trabalhistas, proporcionando mais segurança jurídica à propriedade rural.

“Se um bem pessoal é importante o suficiente para ser protegido, por que não aplicar essa mesma lógica à lavoura, aos equipamentos e a toda a operação agropecuária? O setor rural está exposto a riscos diários, e um seguro bem estruturado pode ser a chave para a sustentabilidade do negócio”, destaca Thiago Malta, Banker na Acqua Vero.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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