POLÍCIA

Polícia Civil identifica adolescentes como autores de vandalismo em câmeras de segurança em Arenápolis

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O inquérito policial instaurado na Delegacia de Arenápolis para apurar o caso de furto e vandalismo que resultou na destruição de três câmeras do sistema de videomonitoramento Vigia Mais MT foi concluído pela Polícia Civil, na quarta-feira (26.2), com a identificação de dois adolescentes como autores do ato de vandalismo.

Os menores, de 15 e 16 anos, confessaram a autoria e responderão pelos atos infracionais análogos aos crimes de furto qualificado e dano qualificado ao patrimônio público.

A identificação dos autores foi possível após investigação conduzida pela Polícia Civil, que empregou técnicas de inteligência para elucidar o caso. Com base nas evidências levantadas, os investigadores confrontaram os adolescentes, que admitiram a autoria do ato de vandalismo.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Hugo Abdon, dos três dispositivos vandalizados, um foi recuperado pela Polícia Civil, mas encontra-se danificado. A remoção e destruição das câmeras prejudicaram temporariamente o monitoramento em pontos estratégicos da cidade.

“A Polícia Civil apura os indícios de que os ataques possam ter sido ordenados por membros de facção criminosa, uma vez que o grupo teria orientado os adolescentes a destruir os equipamentos para comprometer o funcionamento do sistema de segurança pública na região, dificultando a atuação das forças de segurança”, explicou o delegado.

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A Polícia Civil segue investigando o envolvimento da facção criminosa e adotando medidas para reforçar a segurança do sistema de videomonitoramento. As providências legais cabíveis serão tomadas em relação aos adolescentes envolvidos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Polícia Federal

PF cumpre medidas em investigação conjunta com o Ministério Público Eleitoral no Amapá

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Macapá/AP. A Polícia Federal cumpriu medidas de busca e apreensão e de afastamento cautelar de servidoras públicas no âmbito de investigação conduzida em conjunto com o Ministério Público Eleitoral, por meio da Procuradoria Regional Eleitoral no Amapá (PRE-AP), para apurar possíveis crimes eleitorais.

As medidas foram autorizadas pela Justiça Eleitoral, a partir de representação do Ministério Público Eleitoral, e incluíram a apreensão de dispositivos eletrônicos e o acesso a dados armazenados em serviços de computação em nuvem.

A investigação apura a possível utilização irregular de programa social com finalidade eleitoral, além de suspeitas de compra de votos e coação eleitoral.

Em um dos imóveis alvo das buscas, foram encontrados mais de R$ 1,8 milhão em espécie, além de valores em euros e dólares.

As medidas têm caráter cautelar e buscam reunir elementos para o esclarecimento dos fatos investigados.

Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Contato: (96) 3213-7503
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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