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Prefeito anuncia instalação de câmeras em escolas e creches para coibir bulling

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, anunciou que a Prefeitura iniciará a instalação de câmeras de monitoramento nas escolas e creches da rede municipal. Os equipamentos serão posicionados tanto nos pátios quanto dentro das salas de aula para reforçar a segurança dos alunos e prevenir casos de bullying e agressões no ambiente escolar.

A decisão foi tomada após denúncias recentes de violência contra crianças em unidades de ensino no Estado. Segundo Abilio, a iniciativa busca ampliar a proteção dos estudantes e garantir um ambiente mais seguro para o aprendizado.

“Todas as medidas de combate ao bullying a gente tem feito. Todos os coordenadores, secretários e diretores das escolas já têm conhecimento amplo sobre isso. Mas queremos ir além e dar mais segurança para as crianças. Por isso, vamos instalar câmeras em todas as escolas municipais”, afirmou o prefeito.

O sistema de monitoramento será restrito, garantindo que as imagens não sejam divulgadas publicamente. A intenção é que o material seja utilizado apenas para fins de acompanhamento interno e investigação de eventuais incidentes.

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“Nós não vamos expor as crianças na internet ou em qualquer outro lugar. As imagens serão utilizadas para monitoramento, segurança e proteção dos alunos. Se houver uma agressão, será possível identificar rapidamente quem foi o responsável e entender o que aconteceu. A câmera vai ajudar a ter essa segurança maior”, explicou Abilio.

A instalação das câmeras será realizada gradativamente e, segundo o prefeito, parte das unidades já recebeu os equipamentos. A medida faz parte de um conjunto de ações para coibir a violência escolar e melhorar o bem-estar dos estudantes.

Além do monitoramento, a Secretaria de Educação de Cuiabá dispõe de uma controladoria própria para investigar casos de bullying e violência no ambiente escolar. Os pais que quiserem fazer denúncias podem procurar a Pasta ou utilizar a Ouvidoria do Município.

A primeira-dama e vereadora Samantha Iris (PL) também se manifestou sobre o tema, afirmando que estuda outras formas de combate ao bullying, especialmente contra alunos atípicos. Já a secretária de Educação, Solange Dias, reforçou que os professores e servidores devem estar atentos ao comportamento dos estudantes e agir preventivamente diante de qualquer sinal de violência.

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#PraCegoVer

Na imagem o prefeito Abilio Brunini está com expressão séria, sentado em uma mesa de reunião, usando camisa cinza e com olhar fixo para a sua direita.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Embarques de milho aceleram com entrada da segunda safra

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O Brasil exportou 1,18 milhão de toneladas de milho nos primeiros cinco dias úteis de agosto, impulsionado pela entrada da segunda safra e pela maior disponibilidade do cereal nos portos. Apesar da aceleração em relação a julho, a média diária dos embarques ainda ficou 27,4% abaixo da registrada em agosto do ano passado.

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. Entre os dias 3 e 7 de agosto, o país enviou ao exterior 1.183.719 toneladas, média de 236.744 toneladas por dia.

Em agosto de 2025, os embarques alcançaram 6,85 milhões de toneladas em 21 dias úteis, com média diária de 326.127 toneladas. Os primeiros números deste mês representam 17,3% daquele total, mas não indicam, por enquanto, que o Brasil superará o resultado do ano passado.

Se a média observada nos primeiros cinco dias for mantida até o fim do mês, as exportações chegarão a aproximadamente 4,97 milhões de toneladas. O volume ficaria cerca de 1,88 milhão de toneladas abaixo do registrado em agosto de 2025. Trata-se de uma projeção simples, que poderá mudar conforme a programação dos portos e os novos contratos de venda.

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A recuperação é mais evidente na comparação com julho. No mês passado, a média diária dos embarques terminou em 84.488 toneladas. O ritmo registrado no início de agosto foi quase três vezes maior, movimento esperado para esta época do ano, quando o avanço da colheita do milho segunda safra aumenta a oferta disponível para exportação.

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil colherá 141,7 milhões de toneladas de milho na safra 2025/26. A segunda safra deverá responder por 109,4 milhões de toneladas, mantendo-se como a principal fonte do cereal destinado ao mercado externo durante o segundo semestre.

Embora o volume diário exportado ainda esteja abaixo do ano passado, o preço médio avançou 22,3%. Cada tonelada embarcada no início de agosto alcançou valor equivalente a aproximadamente R$ 1.247, considerando a cotação de R$ 5,15. Esse valor corresponde ao produto exportado e não deve ser confundido com o preço recebido diretamente pelo produtor na fazenda.

As vendas realizadas nos cinco primeiros dias úteis movimentaram o equivalente a R$ 1,48 bilhão. A média diária da receita, contudo, permaneceu 11,2% inferior à de agosto de 2025, porque a valorização da tonelada não compensou integralmente a redução do volume embarcado.

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Para o produtor, o desempenho das exportações é importante porque define quanto da segunda safra será retirado do mercado interno. Se os embarques ganharem força nas próximas semanas, poderão reduzir a pressão provocada pela entrada do milho colhido e dar maior sustentação às cotações nas regiões produtoras.

Caso o ritmo permaneça abaixo do registrado no ano passado, uma parcela maior da safra ficará disponível no mercado doméstico, elevando a necessidade de armazenagem e aumentando a disputa entre produtores por espaço nos silos. O efeito será mais intenso nas regiões distantes dos portos, onde o custo do frete limita a competitividade do cereal.

O resultado de agosto dependerá da demanda dos compradores, dos preços internacionais, da programação dos navios e da capacidade dos portos de absorver o aumento da oferta. Com a colheita avançando, o Brasil entra agora no período decisivo para transformar a safra elevada em exportações e evitar excesso de milho no mercado interno.

Fonte: Pensar Agro

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