Várzea Grande

UPA Ipase passa por reforma e dobra capacidade de atendimento

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Com a intervenção foi possível elevar em 110% a oferta de leitos disponíveis na sala de medicação, o que automaticamente reduz tempo de espera e garante um ambiente de trabalho mais funcional às equipes de enfermagem

A Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Ipase, em Várzea Grande, está mais ampla e funcional. O local passou por uma reforma na estrutura física para ampliar a capacidade de atendimento aumentando de 20 para 42 poltronas no setor de medicamentos, garantindo mais agilidade, conforto e eficiência no atendimento.

A prefeita Flávia Moretti (PL) visitou a reforma neste final de semana e lembrou que a ampliação foi uma medida tomada ainda na sua primeira semana de mandato, em razão da explosão de casos de arboviroses que estavam lotando as unidades de saúde do Município.

“Com essa ampliação conseguimos atender mais pessoas ao mesmo tempo, com mais agilidade e qualidade. Isso significa menos tempo de espera, mais comodidade para quem precisa de atendimento na nossa saúde”, destacou a prefeita durante a visita ao local, quando pôde conferir na prática o atendimento e conversar com as pessoas que se encontravam na unidade. A ala ampliada está em pleno funcionamento.

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A secretária de Saúde, Deisi Bocalon, acompanhou a prefeita na vistoria à UPA Ipase e disse que apenas com essa reforma foi possível elevar em 110% a capacidade da sala de medicação. “Com a ampliação atingimos uma das determinações da prefeita Flávia para área da saúde que é ampliar o atendimento para reduzir o tempo de espera, mas ofertando um serviço de qualidade”.

Deisi pontou durante a visita, que além do espaço melhor dimensionado aos pacientes, a nova estrutura também beneficia a rotina das equipes de enfermagem, que passaram a ter um ambiente de trabalho mais confortável e mais espaçoso para preparar as medicações, o que facilita inclusive, a organização dos insumos.

Deisi Bocalon lembrou ainda que em função do aumento de casos de arboviroses a UPA Ipase vem concentrando um número considerável de pessoas em busca de atendimento, e a capacidade do local não comportava a demanda, por isso a gestão determinou a reforma para melhorar o fluxo e a qualidade para aqueles que buscam a unidade de saúde. “De fato, foi uma das primeiras medidas que tomamos, ainda do começo de janeiro”.

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A secretária fez questão de esclarecer, que conforme havia sido anunciado, os obras – em maior parte do tempo – foram realizados no período da noite e madrugada justamente para não comprometer o atendimento no local.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Várzea Grande

Guarda Municipal reforça orientação contra o uso de cerol e linhas cortantes para pipas

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A Guarda Municipal de Várzea Grande mantém a Operação Céu Azul, com o objetivo de orientar a população e combater o uso de linhas de pipa que contenham materiais cortantes, como cerol e linha chilena. Além da fiscalização, a equipe também conscientiza os moradores sobre a legislação que proíbe a utilização desses materiais.

A orientação da Guarda Municipal é para que crianças, adolescentes e adultos soltem pipas apenas em locais abertos, afastados da rede elétrica, e utilizem exclusivamente linhas convencionais, sem qualquer tipo de material cortante.

De acordo com o comandante da Guarda Municipal, inspetor Juliano Lemos, a tradição de soltar pipa pode continuar, desde que seja praticada com responsabilidade e segurança.

“A Operação Céu Azul e as demais ações da Guarda Municipal não têm o objetivo de proibir que crianças e adultos soltem pipa, mas sim de garantir que essa diversão aconteça com segurança. Estamos orientando a população para que não utilize materiais cortantes, prevenindo acidentes e preservando vidas”, afirmou.

O comandante ressalta ainda que o uso de cerol e da linha chilena representa um grave risco à integridade física das pessoas e é proibido por legislações federal, estadual e municipal.

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“Soltar pipa com linhas cortantes não é brincadeira. Muitas pessoas acreditam que é algo inofensivo, mas esses materiais podem causar acidentes graves e até fatais. Por isso, a Guarda Municipal continuará atuando para coibir essa prática e conscientizar a população”, destacou Juliano Lemos.

CASO REAL – O perigo do uso de linhas cortantes ficou evidente no acidente envolvendo Davi Almeida Franco, de 9 anos. Filho da servidora do Departamento de Água e Esgoto de Várzea Grande (DAE/VG), Ângela Maria, o menino sofreu um grave acidente ao andar de bicicleta e ser atingido por uma linha com cerol na região do pescoço.

O caso reforça a importância das ações preventivas desenvolvidas pela Guarda Municipal e da colaboração da população para evitar novos acidentes.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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