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Prefeita e vice participam de reunião do Consórcio Intermunicipal Vale do Rio Cuiabá

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Pautas em conjunto e compras em grandes volumes vão fazer trazer diversas conquistas para a baixada cuiabana

A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, juntamente com o vice-prefeito Sebastião dos Reis Gonçalves (Tião da Zaeli), ambos do PL, e a secretária de Saúde, Deisi Bocalon, participaram na manhã desta quinta-feira (20), de uma reunião com o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A reunião, agendada pelo presidente do Consórcio Intermunicipal Vale do Rio Cuiabá, prefeito de Nobres, Zé Domingos, foi inicialmente para apresentar os consorciados, e ao mesmo tempo, para discutir o programa desenvolvido pelo governo do Estado de Mato Grosso “Fila Zero”.

A prefeita Flávia Moretti, disse que esse é um momento importante para o Estado e é importante para Várzea Grande. “Somos portas abertas para receber as demandas das pequenas cidades da baixada cuiabana, e a importância do consórcio se faz necessária, até porque Várzea Grande não fazia parte do consórcio e aderimos tão logo tomamos posse e viemos para unir as forças. A entrada de Várzea Grande, assim como Cuiabá, consolida a união da baixada e das nossas regiões para trazer resultados”.

A prefeita reforçou a importância em se trabalhar de forma conjunta, desde a compra de equipamentos e insumos, projetos e convênios. O objetivo é só um: beneficiar a todos. “Várzea Grande precisa muito do governo do Estado, da Assembleia Legislativa, porque ainda vivemos como os outros municípios, precisamos de custeio e emendas. Esse Consórcio será diferente e eu sei que com o secretário de Estado, e com apoio do governador, nós vamos conseguir caminhar juntos, nesta gestão de eficiência para o cidadão”.

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O vice-prefeito Tião da Zaeli destacou a participação de Várzea Grande no Consórcio e disse que a saúde é uma pauta urgente e necessária. “Quero parabenizar a todos por essa iniciativa. Esse é um momento oportuno para que todos os envolvidos busquem soluções para as suas regiões”.

O secretário de Estado, Gilberto Figueiredo, destacou a importância de se conhecer os gestores e secretários municipais e fortalecer a comunicação direta e o Consórcio do Vale do Rio Cuiabá tem essa prerrogativa. “Essa reunião é importante também para debatermos pautas relacionadas à saúde e que envolve a todos, a exemplo do Fila Zero. Quero destacar ainda que o governo do Estado de Mato Grosso está de portas abertas e que todas as reivindicações serão olhadas com atenção e levadas ao conhecimento do governador Mauro Mendes. Com certeza o Consórcio do Vale do Rio Cuiabá estará discutindo pautas em conjunto e que todos serão ouvidos”

A secretária de Saúde de Várzea Grande, Deisi Bocalon, disse que uma de suas primeiras ações ao assumir a pasta foi buscar a adesão ao Consórcio. “E a gente está aqui pleiteando, justamente, melhorias dentro da região. Esse consórcio é muito importante para a baixada cuiabana e para os munícipes e nós queremos cada vez mais ter independência. Várzea Grande pode, com certeza, fazer muito mais do que tem feito”.

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AS MAIORES CIDADES – “Eu estou muito feliz em estar aqui nesta apresentação dos participantes do Consórcio do Vale do Rio Cuiabá, e com a presença da prefeita Flávia Moretti e o vice-prefeito Tião e, com as secretarias de Saúde de Cuiabá e Várzea Grande, que vieram para somar com os demais municípios participantes desse consórcio A participação de todos é essencial para que pautas relacionadas à saúde, mas não podemos deixar de comemorar a participação das duas maiores cidades de Mato Grosso no fortalecimento das deliberações”, comemorou Zé Domingues.

O presidente destacou também a necessidade da participação dos gestores públicos no Consórcio. “É fundamental a participação dos prefeitos na busca de soluções. O consórcio quer ser parceiro do governo do Estado e estamos aqui para apresentar também as nossas necessidades”, completou.

Além de Várzea Grande, participaram também gestores dos municípios de Cuiabá, Poconé, Barão de Melgaço, Chapada dos Guimarães e Rosário Oeste O deputado Eduardo Botelho também participou da reunião.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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