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RASIP Espera Colher 55 Mil Toneladas de Maçãs na Safra 2025

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A RASIP, unidade de negócios da RAR, divulgou sua projeção para a safra de maçãs de 2025, estimando uma produção de 55 mil toneladas. A safra será composta principalmente por maçãs dos grupos Gala (75%) e Fuji (25%), com destaque para o clone BELGALA, que representa 10% da produção dentro do grupo Gala. A variedade BELGALA se distingue pela coloração vermelho intenso desde o início de seu desenvolvimento, o que facilita o ponto ideal de colheita e realça suas características de crocância e dulçor.

Além do aumento no volume de produção, espera-se que as frutas da safra 2025 sejam de tamanho maior e qualidade superior em relação à colheita de 2024. Aproximadamente 20% da produção será destinada à exportação para mercados como Bangladesh, Índia, Irlanda, Inglaterra, Portugal, Colômbia e outros países. A atenção especial, no entanto, se volta para o mercado dos Emirados Árabes Unidos, que teve sua abertura em 2024 e promete uma expansão significativa das exportações em 2025. Segundo Sergio Martins Barbosa, presidente executivo da RAR, “a ampliação da presença nos Emirados Árabes Unidos reforça nossa confiança na qualidade do produto brasileiro”.

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Celso Zancan, diretor da RASIP, aponta que as condições climáticas favoráveis foram fundamentais para a projeção de uma safra maior e de melhor qualidade. “No ano passado, enfrentamos dificuldades devido ao excesso de chuvas e ao estresse das plantas, o que resultou em maçãs de menor porte. Para 2025, a previsão é de condições normais, o que contribuirá para o aumento da produção”, afirmou.

Com o crescimento da produção, a RASIP também prevê um impulso na geração de empregos e no desenvolvimento das regiões produtoras, consolidando sua posição como um dos principais players do setor de maçãs no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de açúcar recuam quase 25% em receita no primeiro semestre de 2026 com queda nos preços internacionais

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As exportações brasileiras de açúcar registraram queda significativa no primeiro semestre de 2026, tanto em volume quanto em receita. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o país embarcou 12,29 milhões de toneladas de açúcares e melaços entre janeiro e junho, retração de 4,39% em relação ao mesmo período de 2025.

O impacto mais expressivo, no entanto, ocorreu sobre o faturamento. A receita das exportações somou US$ 4,43 bilhões, valor 24,98% inferior aos US$ 5,90 bilhões registrados no primeiro semestre do ano passado. O resultado reflete, principalmente, a forte desvalorização do açúcar no mercado internacional.

Exportações de açúcar caem em junho

Somente em junho, o Brasil exportou 3,13 milhões de toneladas de açúcares e melaços, volume 7,16% menor que o registrado no mesmo mês de 2025, quando os embarques alcançaram 3,37 milhões de toneladas.

A receita obtida com as vendas externas caiu de US$ 1,44 bilhão para US$ 1,09 bilhão, representando retração de 24,26% na comparação anual.

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Preço médio do açúcar despenca no mercado externo

O principal fator responsável pela redução do faturamento foi a queda no preço médio das exportações.

Em junho, a cotação média do açúcar exportado pelo Brasil ficou em US$ 349,59 por tonelada, uma redução de 18,42% frente aos US$ 428,54 por tonelada registrados em junho de 2025.

No acumulado do primeiro semestre, o preço médio também apresentou forte retração, passando de US$ 458,79 para US$ 360,01 por tonelada, o que evidencia a pressão exercida pelas cotações internacionais sobre a rentabilidade das exportações brasileiras.

Mercado acompanha oferta global e comportamento dos preços

Apesar de o Brasil manter a liderança mundial nas exportações de açúcar, o desempenho em 2026 demonstra um cenário mais desafiador para o setor. A combinação entre menor volume embarcado e preços internacionais mais baixos reduziu significativamente a receita cambial do segmento.

Os números divulgados pela Secex consideram 21 dias úteis em junho de 2026, ante 20 dias úteis em junho de 2025, e reforçam a influência do mercado global sobre o desempenho das exportações brasileiras de açúcar ao longo do ano.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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