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Agronegócio Pode Reduzir Custos com Energia em Até 35% ao Migrar para o Mercado Livre

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O agronegócio brasileiro pode alcançar uma redução de até 35% em seus custos com energia ao optar pela migração para o mercado livre de eletricidade. Franklin Miguel, CEO da Electra Energy, destaca que essa economia resulta da concorrência existente nesse ambiente, permitindo que os clientes negociem preços, prazos e condições de reajuste, além de garantir o fornecimento de energia oriunda de fontes renováveis, uma demanda crescente no setor agropecuário.

“A principal vantagem da migração para o mercado livre está na concorrência, que oferece flexibilidade na negociação da energia”, explica Franklin Miguel.

Com mais de 23 anos de experiência, a Electra Energy atende importantes cooperativas agropecuárias do Sul do Brasil, como C. Vale, Cooperalfa e Aurora, algumas delas parceiras desde o início das operações da empresa. A comercializadora do Grupo Electra negocia energia com consumidores de médio e alto porte, conectados em média ou alta tensão, a partir de 30 kW, incluindo grandes indústrias, cooperativas e propriedades rurais.

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Para atender pequenos consumidores, a empresa disponibiliza a plataforma Electra Enliv, recentemente ampliada com investimentos do Grupo. Esta solução inovadora permite que consumidores de baixa tensão também acessem o mercado livre de energia, proporcionando redução de custos e o fornecimento exclusivo de eletricidade proveniente de fontes renováveis, o que representa uma alternativa estratégica para o agronegócio.

Além de sua atuação no mercado de energia, a Electra Energy também está investindo em mobilidade elétrica. Em colaboração com a Landis+Gyr, a empresa está implantando uma rede de carregadores para veículos elétricos, ampliando suas soluções sustentáveis e contribuindo para a modernização do setor energético no Brasil.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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