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Inscrições abertas para o Concurso de Produtividade no Milho Inverno 2025 do Getap

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Estão abertas as inscrições para o Concurso de Produtividade no Milho Inverno 2025, promovido pelo Getap (Grupo Tático de Aumento de Produtividade). Com uma perspectiva otimista para a safra de milho deste ano, o concurso visa reconhecer e premiar os agricultores que atingiram alta performance na produção do cereal, contribuindo para elevar a produção nacional. Os interessados têm até o dia 30 de abril para se inscrever.

A edição deste ano tem como meta quadruplicar o número de áreas participantes, com uma expectativa de atingir 800 produtores cadastrados, em comparação aos 200 do ano passado. “Além disso, esperamos superar o recorde de produtividade de milho inverno, que atualmente é de 248 sacas por hectare na categoria sequeiro, alcançado em 2022”, destaca Gustavo Capanema, coordenador técnico do Getap. Os resultados oficiais serão divulgados em um fórum organizado pelo grupo em novembro, com a presença de autoridades do setor e produtores premiados. “É importante que todos aguardem com paciência o anúncio dos campeões”, complementa.

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Uma novidade importante nesta edição é a introdução de uma categoria regional, que visa proporcionar uma avaliação mais justa entre os participantes, considerando as diferenças climáticas e de solo de cada região do país. As regiões foram classificadas da seguinte forma: Norte (Pará, Tocantins, Maranhão, Piauí, Bahia), Oeste (Mato Grosso, Norte do Mato Grosso do Sul, Sul do Mato Grosso do Sul), Centro (Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais) e Sul (Paraná e São Paulo). “Além do campeão nacional, vamos premiar produtores que estão em condições similares de cultivo, tornando a competição mais justa, especialmente para aqueles em áreas mais desafiadoras”, explica Capanema.

Para participar, os produtores devem possuir uma área de milho comercial entre 2 e 4,5 hectares, que será submetida à auditoria do concurso. A auditoria pode ser realizada por meio de patrocinadores do Getap, como Bayer, Corteva, ICL, Stoller e Ubyfol, ou de forma independente, com o produtor arcando apenas com o custo da auditoria. “Após a inscrição, durante a safra, monitoramos se o produtor continuará com a auditoria. Caso positivo, uma equipe irá até a propriedade para realizar todo o processo necessário”, explica Capanema.

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As inscrições podem ser feitas no site oficial do Getap (www.getap.agr.br), onde também é possível cadastrar várias áreas de forma ágil, utilizando um único fornecimento de dados. Agricultores independentes poderão obter um código para inscrição sem custos, disponível na plataforma no momento do cadastro. Contudo, se optarem pela auditoria, os custos de análise não estão inclusos.

O Getap, uma iniciativa voltada para a disseminação de boas práticas no cultivo do milho, é apoiado por importantes entidades do setor, como ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho e Sorgo) e Abisolo (Associação Brasileira das Indústrias de Tecnologia em Nutrição Vegetal). “Este concurso é uma oportunidade única para reconhecer os melhores produtores, incentivando práticas sustentáveis e rentáveis no agronegócio”, finaliza Capanema.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Seguro rural ganha protagonismo no agronegócio em 2026 e se torna ferramenta estratégica para gestão de riscos

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O seguro rural deve assumir posição ainda mais estratégica no agronegócio brasileiro ao longo do segundo semestre de 2026. O aumento da frequência de eventos climáticos extremos, aliado à maior exigência das instituições financeiras na concessão de crédito e à crescente profissionalização da gestão das propriedades, fortalece a busca por mecanismos capazes de reduzir riscos e preservar a estabilidade financeira da atividade rural.

Especialistas avaliam que o seguro deixou de ser apenas uma proteção contra perdas na produção para integrar o planejamento econômico das fazendas, oferecendo maior segurança para produtores, cooperativas, bancos e seguradoras.

Seguro rural deixa de ser custo e passa a ser investimento

De acordo com os advogados Ricardo Dosso e Ana Franco Toledo, sócios do escritório Dosso Toledo Advogados, o cenário atual exige que o produtor rural incorpore o gerenciamento de riscos à administração do negócio.

Segundo Ricardo Dosso, fatores como secas prolongadas, geadas, incêndios, chuvas intensas e outros eventos climáticos extremos aumentam a vulnerabilidade da produção agrícola e tornam o seguro uma importante ferramenta para garantir a continuidade da atividade.

Na avaliação do especialista, além de proteger o patrimônio, a contratação da apólice proporciona maior previsibilidade financeira e reduz os impactos econômicos provocados por perdas significativas nas lavouras.

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Seguro fortalece acesso ao crédito rural

Outro fator que impulsiona o mercado de seguros é sua crescente relevância nas operações de financiamento.

Segundo Dosso, instituições financeiras vêm ampliando a análise dos mecanismos de gestão de riscos antes da liberação de recursos para produtores rurais. Nesse contexto, a contratação do seguro demonstra planejamento financeiro, responsabilidade na condução da atividade e reduz a exposição das operações de crédito.

A tendência acompanha a evolução do sistema financeiro voltado ao agronegócio, que busca ampliar a segurança das operações diante da maior volatilidade climática e econômica.

Atenção às cláusulas evita problemas nas indenizações

Embora o mercado apresente forte potencial de crescimento, especialistas alertam que a contratação do seguro exige atenção aos detalhes contratuais.

A advogada Ana Franco Toledo destaca que o produtor deve conhecer detalhadamente as coberturas previstas, as situações excluídas da apólice, as obrigações durante a vigência do contrato e os procedimentos necessários para comunicar eventuais sinistros.

Segundo ela, boa parte dos conflitos envolvendo seguros rurais ocorre justamente por falhas na interpretação das cláusulas ou pela ausência de documentação adequada no momento do pedido de indenização.

A orientação é que a análise preventiva do contrato seja realizada antes da assinatura, reduzindo riscos jurídicos e aumentando a segurança do produtor em caso de perdas.

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Tecnologia amplia novas modalidades de cobertura

A modernização do agronegócio também vem transformando o mercado segurador.

Além da proteção das lavouras, as seguradoras ampliam a oferta de coberturas para equipamentos agrícolas de alto valor, sistemas de irrigação, estruturas de armazenagem, tecnologias de agricultura de precisão e até responsabilidades civis relacionadas à atividade rural.

Essa diversificação acompanha os investimentos realizados pelas propriedades rurais em inovação, mecanização e digitalização dos processos produtivos.

Gestão de riscos será diferencial competitivo

Para os especialistas, a tendência é que o seguro rural deixe definitivamente de ocupar um papel secundário na administração das propriedades.

À medida que o agronegócio brasileiro avança em produtividade, tecnologia e profissionalização, cresce também a necessidade de instrumentos capazes de proteger investimentos cada vez maiores.

Nesse cenário, o seguro rural consolida-se como uma ferramenta estratégica de gestão de riscos, contribuindo para a sustentabilidade financeira das propriedades, ampliando a segurança das operações de crédito e fortalecendo a competitividade do agronegócio brasileiro diante dos desafios climáticos e econômicos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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