AGRONEGÓCIO

Prefeitura regulariza descarte irregular de lixo no Mercado do Porto

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A Prefeitura de Cuiabá, através da Secretaria Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico e a Secretaria Municipal de Obras Públicas está implementando ações para resolver, definitivamente, o descarte de lixo irregular nas proximidades da área de preservação ambiental do Mercado Antônio Moisés Nadaf, o Mercado do Porto.

Nesta semana foi realizada a limpeza para remoção de caixas de madeiras e demais materiais inservíveis que estavam nas proximidades da área verde.

“Nossa meta é que esse problema ambiental aqui no Mercado do Porto seja extinguido nos próximos dias e aí a gente vai para as próximas etapas de melhorias”, frisou o secretário Municipal de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Fellipe Corrêa.

As iniciativas também incluem a concretagem das lixeiras e fechamento com alambrados para isolar a área e evitar que o lixo seja acumulado indevidamente.

A equipe da Secretaria Municipal de Obras Públicas executará o projeto de construção de uma caixa coletora do chorume. Com isso, o dejeto receberá tratamento adequado.

“O chorume não pode ser descartado assim. As regras do meio ambiente não permitem. Então, foi elaborado esse projeto, que deve ser implantado antes da concretagem do piso”, explicou o engenheiro Civil da Secretaria Municipal de Obras Públicas, Paulo Tarcísio Mallmann.

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O secretário Municipal de Turismo, Fernando Medeiros e o coordenador de Logística da Smated, Pablo Fernandes, vistoriaram a área na quarta-feira (12), após uma reunião de trabalho no Mercado do Porto.

#PraCegoVer

A foto mostra os secretários municipais de Turismo, Fernando Medeiros, e o de Agricultura, Trabalho e Desenvolvimento Econômico, Fellipe Corrêa, em vistoria nas proximidades da área de preservação ambiental no Mercado do Porto, em Cuiabá. Eles estão acompanhados de outras duas pessoas que fazem parte da equipe de trabalho. Atrás da equipe há uma estrutura de concreto na cor verde que é onde ficam as lixeiras e na parte lateral é uma tela que faz a divisa do Mercado com a área de preservação. A tela está praticamente coberta por plantas verdes.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Nova bancada deve priorizar o crédito rural e a previsibilidade para o financiamento

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) projeta ampliar de 299 para 330 o número de integrantes na Câmara dos Deputados na legislatura que começa em 2027. A estimativa, apresentada pelo presidente da frente, deputado Pedro Lupion, representa crescimento de 10,4%. A agenda para o novo mandato terá como prioridades ampliar o acesso ao crédito rural e dar previsibilidade ao financiamento da produção.

A composição reúne experiência nas duas Casas. Dos atuais 299 integrantes da FPA na Câmara dos Deputados, 176 foram reeleitos. Outros 17 deputados conquistaram vagas no Senado. Entre os senadores ligados à frente, seis obtiveram novo mandato e um foi eleito deputado federal. A entidade também informa que 17 senadores estão em meio de mandato.

O total de 200 corresponde aos integrantes da atual frente que obtiveram novos mandatos no Congresso. A composição definitiva da FPA na próxima legislatura dependerá também da adesão de outros parlamentares. O balanço eleitoral, portanto, indica a continuidade de sua atuação, sem estabelecer o número final de participantes.

A expectativa para o novo período legislativo é transformar essas propostas em instrumentos que cheguem às propriedades. O avanço dependerá da construção de acordos no Congresso e da articulação com o Executivo, os agentes financeiros e as organizações de produtores.

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Para Isan Rezende (foto), presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos de Mato Grosso (Feagro-MT), com a ampliação da força política há uma oportunidade de se construir uma agenda de longo prazo para o campo. “A presença de mais parlamentares que conhecem a produção rural pode ajudar a transformar as necessidades das propriedades em soluções concretas. Esperamos um diálogo aberto, com decisões técnicas e atenção aos produtores de todos os portes”.

“Um crédito que chega no momento certo, acompanhado de seguro e de regras estáveis, dá ao produtor condições para investir. Podemos avançar em armazenagem, irrigação e tecnologia quando existe segurança para planejar. Um Plano Safra com horizonte de vários anos pode contribuir para esse ambiente e melhorar a aplicação dos recursos”, diz Isan.

“Também vejo com otimismo a possibilidade de aproximar o Congresso das cooperativas, das entidades e dos profissionais que acompanham o trabalho nas propriedades. Essa troca permite identificar prioridades e construir soluções viáveis. O objetivo comum deve ser ampliar a produtividade, fortalecer a renda no campo e gerar oportunidades nas regiões produtoras”, concluiu o presidente do IA.

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Para o produtor, a agenda anunciada concentra-se em condições para financiar a safra e preservar a capacidade de investimento. O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, apontou a renegociação de dívidas e os obstáculos à contratação de crédito como temas que permanecerão nas negociações com o próximo governo.

Uma das propostas é dar ao Plano Safra um horizonte de vários anos. O planejamento plurianual permitiria sinalizar recursos e prioridades com antecedência, aproximando a política agrícola do tempo necessário para investir em máquinas, armazenagem e irrigação. A mudança ainda depende de discussão e aprovação; não constitui uma regra já definida para 2027.

Essa orientação também integra as propostas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que defende previsibilidade orçamentária, fortalecimento do seguro rural e instrumentos de apoio à saúde financeira do produtor. A entidade propõe ampliar o financiamento privado e melhorar as condições de acesso aos recursos, incluindo garantias e redução da burocracia.

Fonte: Pensar Agro

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