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Prefeitura e Câmara se unem para fortalecer políticas para mulheres

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A secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, e a coordenadora da Sala da Mulher da Câmara Municipal, Maíra Scardelai, se reuniram nesta semana para alinhar ações conjuntas voltadas à valorização e proteção das mulheres. O encontro ocorreu na Câmara Municipal e contou com a presença da presidente, Paula Calil, e da secretária de Apoio à Cultura, Rayhana Arnuti.

A secretária Hadassah teve a oportunidade de conhecer as instalações da Sala da Mulher Maria Nazareth Hahn e da Sala de Apoio à Amamentação, recentemente reinaugurada, para acolher e amparar os servidores da Casa e a população cuiabana.

Durante a reunião, foram discutidas estratégias para fortalecer a rede de apoio às mulheres, além da colaboração entre a Câmara e a Secretaria Municipal da Mulher em eventos e ações realizadas por ambas as instituições. Também foram abordados os recursos e serviços de suporte disponíveis para o atendimento às mulheres em situação de vulnerabilidade.

A secretária Hadassah destacou a importância de integrar todos os serviços de acolhimento, como psicólogos e assistentes sociais, para garantir que as mulheres em situação de vulnerabilidade tenham o suporte necessário para reconstruir suas vidas.

Mãe da recém-nascida Sara Liriel, Hadassah também aproveitou para conhecer a Sala de Apoio à Amamentação da Casa de Leis. Ela enfatizou que as políticas públicas voltadas para as mulheres precisam atender a todas as necessidades.

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“A Sala de Apoio à Amamentação da Câmara é um exemplo. E em parceria com a Sala da Mulher precisamos avançar em políticas públicas em todos os sentidos. Não somente para mulheres vítimas de violência, mas para todas as mulheres: aquelas que precisam recomeçar, que querem empreender, que precisam de apoio com os cuidados dos filhos. Precisamos estreitar os laços com a Câmara para fortalecer os trabalhos”, afirmou Hadassah.

Maíra Scardelai destacou as ações da Sala da Mulher e sugeriu parcerias para participação mútua da Câmara Municipal nos eventos da Secretaria da Mulher.

“A Sala da Mulher desenvolve ações sociais, oferece acolhimento e incentiva o empreendedorismo feminino, sempre de portas abertas para a população cuiabana. A reunião de hoje foi muito produtiva, pois alinhamos agendas para integrar nossos eventos e reforçar nosso compromisso com a proteção das mulheres e crianças, além de promovermos a educação como ferramenta essencial de transformação”, afirmou Maíra Scardelai.

A presidente da Câmara, Paula Calil, fez questão de participar da reunião entre as agendas da presidência e apresentar as instalações da Sala da Mulher. Ela destacou que a reabertura do espaço, que ficou fechado por dois anos, representa o acolhimento da Câmara Municipal.

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“É fundamental que acolhamos aqueles que estão dentro da nossa Casa. Quero trazer para a Sala da Mulher as experiências de nossos projetos sociais, como rodas de conversa com psicólogos, ações de autocuidado para as mulheres, e atividades especiais durante o mês das mulheres, como aulas de funcional e ritmos. Queremos envolver ainda mais a comunidade e as lideranças femininas nas ações da Sala da Mulher”, declarou Paula Calil.

#PraCegoVer

A foto desta reportagem ilustra a secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah sentada com terno em tom intenso azul royal durante a conversa a presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil, que também usa terno em tom azul marinho e calça cinza. Do outro lado da mesa se encontra a coordenadora da Sala da Mulher da Câmara Municipal, Maíra Scardelai, que usa preto. Abaixo tem uma galeria de fotos que mostra todas as mulheres que participaram da reunião, entre elas, a secretária de Apoio à Cultura da Câmara de Cuiabá, Rayhana Arnuti, as assessoras da Secretaria da Mulher, Eduarda Butakka e Fabiana Martins Soares.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Sudeste supera Centro-Oeste em custo alimentar e confinamento registra lucro recorde em 2026

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O custo alimentar do confinamento bovino no Brasil apresentou uma mudança inédita na dinâmica entre as principais regiões produtoras em março de 2026. Pela primeira vez no ano, o Sudeste registrou custo inferior ao Centro-Oeste, segundo dados do Índice de Custo Alimentar Ponta (ICAP).

O indicador, baseado em dados reais de confinamentos que representam cerca de 62% das cabeças confinadas no país, evidencia uma nova configuração de competitividade regional, ao mesmo tempo em que a atividade atinge níveis recordes de rentabilidade.

Sudeste registra menor custo alimentar e quebra padrão histórico

Em março, o ICAP no Centro-Oeste fechou em R$ 13,23 por cabeça/dia, alta de 11,93% em relação a fevereiro, pressionado principalmente pelo encarecimento de insumos energéticos e volumosos.

Já no Sudeste, o índice foi de R$ 12,19, com recuo de 3,64% no mesmo período. O resultado consolidou a tendência de queda iniciada em fevereiro e marcou a inversão regional, com diferença de R$ 1,04 a favor do Sudeste.

Na comparação anual, ambas as regiões apresentam redução de custos. O Centro-Oeste acumula queda de 4,89%, enquanto o Sudeste registra recuo mais expressivo de 8,14% frente a março de 2025.

Insumos pressionam custos no Centro-Oeste

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o Centro-Oeste encerrou março acima da média do período, refletindo a pressão concentrada no último mês.

Os principais movimentos foram:

  • Volumosos: alta de 21,02%
  • Energéticos: alta de 12,35%
  • Proteicos: estabilidade (-0,30%)

O aumento foi impulsionado principalmente pelos energéticos, com destaque para o milho grão seco (+2,2%) e o sorgo (+6,9%), em meio à transição entre a safra de verão e a expectativa da safrinha.

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Nos volumosos, a elevação foi puxada pela silagem de capim (+30,4%), mesmo com recuos em itens como a silagem de milho (-8,1%).

Sudeste reduz custos com maior oferta de insumos

No Sudeste, o custo alimentar encerrou março 1,79% abaixo da média trimestral, influenciado principalmente pela queda nos insumos energéticos e proteicos.

Os destaques foram:

  • Energéticos: queda de 8,74%
  • Proteicos: queda de 5,11%
  • Volumosos: alta de 43,75%

Entre os energéticos, houve recuo no preço do sorgo (-15,3%) e do milho (-1,5%), reflexo da maior disponibilidade e competitividade de coprodutos agroindustriais.

Nos proteicos, a redução foi puxada pela torta de algodão (-8,2%) e pelo DDG (-2,1%). Apesar da forte alta nos volumosos, especialmente silagem de cana (+65,1%) e bagaço de cana (+23,3%), o custo total da dieta foi reduzido na região.

Rentabilidade do confinamento atinge níveis recordes

A relação entre custo alimentar e preço da arroba manteve o confinamento em um dos melhores momentos de lucratividade da série recente.

No mercado físico:

  • Centro-Oeste
    • Custo da arroba produzida: R$ 192,76
    • Preço da arroba: R$ 345,00
    • Lucro: R$ 1.278,79 por cabeça
  • Sudeste
    • Custo da arroba produzida: R$ 193,50
    • Preço da arroba: R$ 350,00
    • Lucro: R$ 1.267,65 por cabeça

As duas regiões registraram crescimento superior a 24% na rentabilidade em relação a fevereiro, com margens acima de R$ 1,2 mil por animal.

Convergência de custos e competitividade entre regiões

Outro destaque foi a forte aproximação no custo por arroba produzida entre as regiões. A diferença caiu para apenas R$ 0,74 em março, ante mais de R$ 17 no mês anterior.

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Esse movimento indica uma equalização da competitividade entre Centro-Oeste e Sudeste, reforçada também por um empate técnico na lucratividade — com diferença inferior a R$ 12 por cabeça.

No mercado de exportação, o Sudeste apresenta leve vantagem, com lucro estimado em R$ 1.324,35 por animal, impulsionado por preços mais elevados do boi destinado à China.

Inversão de custos levanta dúvidas sobre tendência para 2026

A mudança no padrão regional de custos, considerada atípica para a pecuária brasileira, levanta questionamentos sobre sua continuidade.

Enquanto o Centro-Oeste foi pressionado pela alta dos energéticos (+16,55%) e volumosos (+15,18%), o Sudeste se beneficiou da queda nos energéticos (-9,56%) e proteicos (-7,71%), favorecida pela maior oferta de coprodutos.

A consolidação ou não desse novo cenário dependerá, principalmente, do desempenho da safrinha de milho ao longo do ano.

ICAP se consolida como ferramenta estratégica no confinamento

O ICAP é calculado com base em dados de confinamentos monitorados por tecnologias de gestão, incluindo sistemas amplamente utilizados no Brasil.

O índice reúne milhões de registros de alimentação animal e permite acompanhar mensalmente a evolução dos custos nas principais regiões produtoras.

Segundo especialistas, a ferramenta tem se consolidado como apoio estratégico para decisões de compra de insumos, análise de viabilidade econômica e planejamento da atividade de confinamento.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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