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Prefeitura valoriza bom servidor passa a pagar Prêmio Saúde junto com salário

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A gestão municipal fez o pagamento do salário dos servidores e o prêmio-saúde em uma mesma data. Esse feito foi alcançado nos dois primeiros meses de mandato da gestão do prefeito Abilio Brunini, sendo um marco histórico desde a criação do benefício.

O Prêmio Saúde é um benefício pago aos servidores da Saúde, como “gratificação”, que não se incorpora à remuneração do servidor e é paga mediante a comprovação do atingimento de metas quantitativas e qualitativas no desempenho da função. O valor é pago de acordo com o cargo, função e atribuições.

Tradicionalmente, o prêmio-saúde pago aos servidores sempre ocorreu no dia 20 do mês. Na folha de pagamento referente aos meses de dezembro e janeiro, o prefeito Abilio Brunini determinou à equipe econômica o pagamento no dia da folha salarial. A quitação ocorreu no dia 10 de janeiro e 5 de fevereiro.

Os valores de dezembro, pagos em janeiro, relacionados ao prêmio saúde são de R$ 6,4 milhões, favorecendo 5548 mil servidores. Em fevereiro, foram pagos R$ 5,5 milhões, contemplando 5.159 mil servidores que trabalharam no mês de janeiro.

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O servidor da Secretaria Municipal de Saúde, Mauro Torcates, agradeceu o prefeito pelo empenho em pagar o salário e o prêmio saúde na mesma data, afirmando acreditar que se trata de uma política de valorização aos servidores públicos.

“Fico feliz pelo prefeito Abilio estar conseguindo efetuar o pagamento antes do prazo que ele tinha programado, é maravilhoso para o servidor público. E receber tudo junto é ter a certeza de que ele reconhece o trabalho dos servidores. Nunca o prêmio saía junto com o pagamento, sempre atrasava. Nunca sabíamos o dia certo, era um mártir, uma romaria. E o primeiro pagamento de fato da sua gestão, o prefeito Abilio honrou tudo integralmente. Vamos prosseguir com calma, paciência que ele vai deixar Cuiabá perfeita. Do jeito que ele pegou e já está dando rumo para muitas coisas”, destacou Mauro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Preços do trigo sobem no Brasil com oferta restrita e ajuste no mercado em abril

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O mercado brasileiro de trigo encerrou abril com valorização nas principais regiões produtoras, sustentado pela oferta restrita, firmeza dos vendedores e necessidade de recomposição de estoques por parte dos moinhos. O movimento reflete um ajuste no mercado interno, especialmente diante da menor disponibilidade no Sul e da crescente exigência por qualidade do grão.

Mercado interno: escassez e qualidade sustentam preços

A baixa oferta disponível nas regiões produtoras foi determinante para a sustentação das cotações ao longo do mês. A comercialização mais seletiva, com foco em lotes de melhor qualidade, também contribuiu para o cenário de valorização.

No Paraná, a média FOB interior avançou 3% em abril, alcançando R$ 1.407 por tonelada. Já no Rio Grande do Sul, o movimento foi mais expressivo, com alta de 8%, elevando a referência para R$ 1.295 por tonelada.

O comportamento reforça um mercado mais ajustado, com menor volume disponível e maior rigor na negociação, principalmente em relação ao padrão do produto.

Acumulado de 2026 mostra recuperação relevante

No primeiro quadrimestre de 2026, a alta acumulada dos preços é significativa, indicando uma mudança importante na dinâmica do mercado desde o início do ano:

  • Paraná: +20%
  • Rio Grande do Sul: +25%
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Apesar da recuperação no curto prazo, na comparação anual as cotações ainda permanecem abaixo dos níveis registrados no mesmo período do ano anterior, com recuos de 9% no Paraná e 10% no Rio Grande do Sul.

Esse cenário evidencia que o mercado doméstico reage aos fundamentos internos, mas ainda enfrenta limitações impostas pelo ambiente externo.

Mercado externo: referência argentina e incertezas de qualidade

A Argentina segue como principal referência para a formação de preços do trigo no Brasil. Em abril, as indicações nominais para o produto com teor de proteína acima de 11,5% permaneceram estáveis, ao redor de US$ 240 por tonelada.

No entanto, o cenário internacional aponta para possíveis ajustes. O trigo hard norte-americano registrou valorização de 7,8% no mês e acumula alta de 27% em 2026, sinalizando pressão altista global.

Além disso, persistem incertezas quanto ao padrão de qualidade do trigo argentino disponível para exportação, o que pode influenciar diretamente a competitividade e os preços no mercado regional.

Câmbio limita repasse da alta internacional

Apesar do viés altista nos fundamentos domésticos e da pressão externa, o câmbio tem atuado como principal fator de contenção para os preços no Brasil.

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A valorização do real frente ao dólar reduz a paridade de importação, limitando o repasse das altas internacionais para o mercado interno. Com isso, mesmo diante de um cenário global mais firme, os avanços nas cotações domésticas ocorrem de forma mais moderada.

Tendência: mercado segue sensível à oferta e ao câmbio

A perspectiva para o curto prazo é de manutenção de um mercado ajustado, com preços sustentados pela oferta restrita e pela demanda pontual dos moinhos.

No entanto, a evolução do câmbio e o comportamento das cotações internacionais seguirão sendo determinantes para a intensidade dos movimentos no Brasil, especialmente em um cenário de integração crescente com o mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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