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Prefeito destaca papel crucial dos agentes de endemias em Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, recebeu neste sábado (8) uma comissão representando os agentes de endemia (ACE) do município. A reunião aconteceu no Salão Nobre do Palácio Paiaguás e alinhou ações para o enfrentamento ao avanço de doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti, além da valorização da categoria, que atualmente conta com 340 agentes.

Na pauta o prefeito destacou valorização dos profissionais, afirmando que mais agentes deverão ser chamados para compor os quadros; que novos uniformes e equipamentos serão adquiridos o mais breve possível e que um estudo será feito para checar viabilidade de aumento financeiro para a categoria, via prêmio saúde.

De 1º de janeiro a 5 de fevereiro, foram notificados 836 casos de dengue, dos quais 669 foram confirmados. Já a chikungunya teve 1.527 casos notificados, com 1.471 confirmações. Apesar dos altos números, a dengue não tem óbitos confirmados; no entanto, a chikungunya já causou quatro mortes, e outras duas seguem em investigação.

Na reunião, o prefeito destacou a gravidade dos dados e da importância dos agentes no processo. “Estamos passando por um dos momentos mais graves da história de Cuiabá em relação à dengue. Quero ajudar a categoria que desempenha um papel fundamental para Cuiabá. O foco são os agentes, todos vocês trabalham muito e precisam conscientizar a sociedade. Gravem vídeos, mostrem que vocês estão na casa das pessoas lutando pela população”, afirma o prefeito.

Apesar do momento de calamidade financeira, Abilio reforçou que a categoria terá melhorias na qualidade de trabalho, e reforçou o momento crítico de avanço do mosquito Aedes aegypti. “O agente de endemia é que está em contato com a sociedade, é respeitado em sua região e tem um carinho muito especial do meu planejamento na Saúde. Durante a nossa gestão pretendemos valorizar muito os agentes de endemias e pra isso conto com eles para estar com a população cuiabana. Nesse momento precisamos superar essa situação de urgência e emergência em Cuiabá. Não é normal uma pessoa morrer de chikungunya em 2025. Temos que ir para rua. Vou melhorar os uniformes, as condições, porque penso que identificação e qualidade de trabalho são importantes. Preciso que a gente entenda o momento que passamos”, pontua o prefeito.

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Entre os participantes estava o agente de Combate a Endemia, Nathan Belter, afirma que saiu entusiasmado com as propostas pontuadas pelo prefeito Abílio. “Eu senti que pela primeira vez em décadas a categoria teve um momento de ser escutado e não só utilizado como uma massa de manobra política, como sempre foi utilizado em outras eleições. Não, dessa vez não. Não foi uma massa de manobra política. Foi um momento de escutar os anseios da categoria e valorizar essa categoria que é a base das zoonoses ou vigilância sanitária”, afirmou Nathan.

Para Natan, a reunião foi esclarecedora e a perspectiva é de que os trabalhos vão melhorar. “Para uma categoria que se manteve sempre no escuro, sem perspectiva de crescimento, agora a gente vê uma possibilidade de crescimento, então existe um ânimo, um gás, cria-se uma energia maior para conseguir desenvolver melhor nosso trabalho”, explicou Natan.

Para Sônia Maria do Carmo Nabarrete, também agente de Combate a Endemia, a reunião foi proveitosa em pleno sábado. “Sábado à tarde, está todo mundo passeando e nós estamos aqui tratando de assuntos da nossa categoria, junto com o prefeito Abilio, fomos recebidos com todo o carinho. Estamos saindo daqui contente com todas as propostas que ele nos passou. Feita e já resolvida, porque ele é bem assim, falou e já fez as ligações, resolveu e nós estamos saindo aqui com grandes expectativas”, disse ela.

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Com a gestão atual, Sônia vislumbra dias melhores. “E a população também vai ganhar muito com isso, porque nesse momento de crise de dengue. A categoria vai trabalhar com mais vontade de estar indo e fazendo, porque vai estar se sentindo valorizada”, revelou.

Também participaram da reunião o vereador Dilemário Alencar, o secretário de Fazenda, Marcelo Bussik, a secretária de Comunicação, Ana Karla Costa; o secretário adjunto de Gestão, Jairo Pereira Rocha; a diretora de Vigilância em Saúde, Silvana Arruda de Miranda e a secretária adjunta de Atenção Especializada e Vigilância em Saúde, Suzana Gutierrez.

#PraCegoVer

A imagem mostra um ambiente amplo, tipo uma sala para reuniões, com mesa comprida e várias sentadas ao redor. Ao fundo da sala um painel verde com a identificação do local, sendo na Prefeitura de Cuiabá. Liderando a equipe está um homem, na ponta da mesa, que é o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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