Várzea Grande

Secretarias se unem para solução efetiva contra alagamentos nos bairros Construmat e Alameda

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Ação é liderada pela secretaria de Assuntos Estratégicos e conta com apoio técnico da Associação Mato-grossense dos Município (AMM)

As secretarias municipais de Assuntos Estratégicos, de Defesa Social, de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, de Viação, Obras e Urbanismo, de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável vistoriaram, nesta sexta-feira (07), pontos do córrego da Manga, que cortam os bairros Construmat e Alameda para encontrar soluções efetivas contra alagamentos ocorridos na região no último sábado, dia 1° de fevereiro.

A vistoria, liderada pelo secretário municipal de Assuntos Estratégicos, Carlos Alberto de Araújo, foi in loco, e constatou, novamente, um grande acúmulo de lixo, sendo este uma das principais causas para obstrução do escoamento das águas fluviais. No mesmo dia dos alagamentos, a prefeitura fez uma ação emergencial de desobstrução e nos dias seguintes realizou a retirada de entulhos.

Conforme a arquiteta e urbanista, e assessora de Gestão de Assuntos Estratégicos, Ina de Maria, a prefeita Flávia Moretti (PL) quer uma ação efetiva para que não ocorra mais alagamentos na região. “A prefeita pediu para que implantemos ações para evitar incidentes como o ocorrido em 1º de fevereiro. Estamos aqui junto com demais secretarias para buscarmos soluções definitivas para que as famílias desta região possam ficar tranquilas, caso chuvas torrenciais atinjam a localidade”, destaca Ina.

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DESCARTE IRREGULAR DE LIXO – O secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural e Sustentável, Ricardo Costa Amorim, disse que é importante a conscientização da população, pois após sete dias do incidente, o local está novamente com um grande volume de lixo. “Estive aqui e vi a ação de limpeza das margens do córrego há menos de uma semana, porém, está, novamente, tomado pelo lixo. Isso causa grande obstrução e causa grandes transtornos ao meio ambiente e na vida dos moradores”, relata o secretário.

A secretária municipal de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon Ourives Bastos, relata que irá auxiliar as demais secretarias nas ações implementadas. “Estamos unidos para resolver de vez essa situação para o bem comum do município, principalmente desta região”, destaca Rondon.

O secretário municipal de Defesa Civil, Louriney Santos Silva, relata que a Defesa Civil acompanha de perto o sofrimento destas famílias que foram atingidas no último final de semana. “Acompanhamos tudo desde o início e sabemos do sofrimento destas famílias. Vamos continuar monitorando não só aqui, como outras localidades que podem ocorrer esses incidentes”, disse.

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Também participaram da reunião in loco, técnicos da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM) e da Secretaria Municipal de Viação, Obras e Urbanismo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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Mordida de cachorro: saiba quando é necessário tomar vacina antirrábica

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Uma simples mordida ou arranhão de cachorro pode exigir atenção. Em casos de acidentes com animais domésticos ou de rua, o paciente deve procurar uma unidade de saúde para avaliação médica, já que existe o risco de transmissão da raiva, doença grave e quase sempre fatal após o aparecimento dos sintomas.

De acordo com a enfermeira da Vigilância em Saúde, Maria José Neves, a primeira medida após a mordida é lavar o local com água corrente e sabão em abundância, além de procurar atendimento médico o mais rápido possível.

ANIMAIS DOMÉSTICOS – Se o animal for domiciliado, saudável e puder ser acompanhado, a orientação é mantê-lo em observação por 10 dias. Durante esse período, é importante verificar se o cachorro apresenta mudanças bruscas de comportamento, como agressividade, salivação excessiva, dificuldade para engolir, medo da água, tendência a se esconder da claridade, paralisia ou sinais neurológicos.

Caso o animal permaneça saudável ao final dos 10 dias, normalmente não há necessidade de completar o esquema antirrábico. Porém, se o cachorro adoecer, morrer ou desaparecer nesse período, a pessoa deve retornar imediatamente ao serviço de saúde para iniciar ou complementar a vacinação.

ANIMAIS DE RUA – Nos casos envolvendo cães de rua ou animais desconhecidos, que não podem ser observados, a recomendação é iniciar a profilaxia antirrábica, conforme avaliação médica.

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O esquema vacinal geralmente é realizado em quatro doses, aplicadas nos dias 0 (dose inicial), 3, 7 e 14. Em situações consideradas graves, também pode ser necessário o uso do soro antirrábico.

Entre os casos considerados graves estão mordidas profundas, múltiplos ferimentos, lesões em mãos, pés, rosto e mucosas, além de ataques de animais silvestres ou morcegos.

SINTOMAS EM HUMANOS – Os primeiros sintomas da raiva em seres humanos podem incluir febre, dor de cabeça, mal-estar, fraqueza e sensação de formigamento ou dor no local da mordida. Com a evolução da doença, o paciente pode apresentar ansiedade, agitação, dificuldade para engolir, espasmos musculares, confusão mental e paralisia. Após o surgimento dos sintomas, a doença apresenta alta taxa de mortalidade.

CUIDADOS IMPORTANTES – Além da vacina contra a raiva, a equipe de saúde também avalia a necessidade de vacina antitetânica e uso de antibióticos, dependendo da gravidade do ferimento.

Maria José alerta que a raiva não tem cura e pode levar à morte caso o paciente desconsidere a importância de uma avaliação médica após mordedura de animal.

“Muitas vezes não levamos a sério a mordida de um cão ou gato, e isso pode resultar em algo muito grave se não tomarmos os cuidados necessários”, alerta a enfermeira.

A médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses de Várzea Grande (CCZ-VG), Amanda Nunes, orienta a população a evitar contato com animais desconhecidos, principalmente cães e gatos em situação de rua, além de nunca tocar em morcegos ou animais silvestres.

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“É de suma importância que a população, principalmente crianças e pessoas curiosas, não toque em animais que não conhece, nem em animais de rua ou silvestres, como capivaras. Eles podem transmitir a raiva”, reforça.

ATENDIMENTO NO MUNICÍPIO – Em Várzea Grande, pacientes vítimas de mordidas podem buscar atendimento nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e no Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande (HPSVG) para avaliação e encaminhamento da vacina antirrábica humana.

No município, a raiva animal está erradicada desde 2015. A equipe do CCZ segue monitorando a situação para manter Várzea Grande livre da doença.

A veterinária Amanda Nunes orienta que, em casos suspeitos ou para mais informações sobre a doença, a população pode entrar em contato com o Centro de Controle de Zoonoses pelo WhatsApp (65) 98476-5719.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT

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