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Cuiabá realiza ‘Dia D’ e intensifica combate ao Aedes aegypti no Dom Aquino

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove neste sábado (08) o mutirão ‘Dia D’ de combate ao Aedes aegypti no bairro Dom Aquino. A ação contará com a participação de 70 agentes comunitários de endemias, que percorrerão 5.178 imóveis, além de realizarem vistorias em oito praças e quatro terrenos baldios previamente notificados.

A concentração da mobilização acontecerá na praça do bairro Dom Aquino, localizada ao lado do Posto de Saúde, que estará aberto nesta data para atender a população em geral. Durante o mutirão, serão realizadas orientações sobre prevenção e eliminação de criadouros do mosquito transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus, além da aplicação de larvicidas e remoção de possíveis focos do vetor.

O mutirão ‘Dia D’ faz parte de um cronograma de ações emergenciais para conter o avanço das arboviroses na capital, que registrou um aumento alarmante nos casos de dengue e chikungunya nas primeiras semanas de 2025. A iniciativa envolve diversas secretarias municipais, reforçando a importância da união de esforços para proteger a saúde da população.

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A Prefeitura de Cuiabá convida toda a comunidade a participar do mutirão e reforça a importância da colaboração dos moradores na eliminação de criadouros do mosquito. Pequenas atitudes, como evitar o acúmulo de água em recipientes e manter quintais limpos, fazem toda a diferença no combate às arboviroses.

📍 Serviço:
📅 Data: Sábado, 08 de fevereiro de 2025
⏰ Horário: A partir das 07h30
📌 Local de Concentração: Praça do bairro Dom Aquino (ao lado do Posto de Saúde)

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Paraná exporta mais lácteos do que importa, mas déficit financeiro persiste no setor em 2026

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A balança comercial de lácteos do Paraná apresentou desempenho contrastante nos primeiros quatro meses de 2026. Embora o Estado tenha exportado mais produtos lácteos do que importado em volume, o resultado financeiro do setor permaneceu negativo, refletindo a diferença de valor agregado entre os itens comercializados.

Os dados constam no Boletim Conjuntural divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), que acompanha o comportamento do mercado agropecuário paranaense.

Exportações superam importações em volume

Entre janeiro e abril deste ano, o Paraná embarcou ao mercado internacional cerca de 4,3 mil toneladas de produtos lácteos. O volume ficou praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025, quando as exportações somaram 4,4 mil toneladas.

Já as importações apresentaram crescimento. No primeiro quadrimestre de 2026, o Estado adquiriu 3,1 mil toneladas de produtos lácteos do exterior, volume 9% superior ao registrado nos mesmos meses do ano passado.

O resultado garantiu ao Paraná um saldo positivo em quantidade comercializada, demonstrando a competitividade do setor no mercado internacional.

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Déficit financeiro alcança US$ 3,3 milhões

Apesar do superávit em volume, a balança comercial do segmento lácteo fechou o período com resultado negativo em valor financeiro.

Segundo o levantamento do Deral, as importações somaram US$ 11,4 milhões entre janeiro e abril de 2026, enquanto as exportações geraram receita de US$ 8,1 milhões. Com isso, o déficit do setor alcançou aproximadamente US$ 3,3 milhões no acumulado do quadrimestre.

A diferença evidencia que o Paraná continua adquirindo produtos de maior valor agregado no mercado externo, enquanto exporta itens com menor valor por tonelada.

Perfil dos produtos explica resultado

De acordo com a análise dos técnicos do Deral, a composição da pauta comercial é o principal fator responsável pelo desequilíbrio financeiro observado no setor.

Entre os produtos exportados pelo Paraná, a manteiga segue como um dos principais destaques da pauta de embarques. Embora tenha participação relevante nas vendas externas, trata-se de um produto com valor agregado inferior quando comparado a outros derivados lácteos.

Por outro lado, as importações são concentradas principalmente em queijos, categoria que apresenta valor mais elevado por tonelada comercializada.

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Essa diferença de preços faz com que o montante desembolsado nas compras internacionais seja superior à receita obtida com as exportações, mesmo quando o volume exportado supera o importado.

Desafio é ampliar valor agregado das exportações

O cenário reforça um dos principais desafios da cadeia leiteira paranaense: aumentar a participação de produtos industrializados e de maior valor agregado na pauta de exportação.

A diversificação dos derivados destinados ao mercado externo pode contribuir para melhorar o desempenho financeiro da balança comercial do setor, agregando renda à cadeia produtiva e fortalecendo a competitividade da indústria láctea estadual.

Enquanto isso, os números do primeiro quadrimestre mostram que o Paraná mantém presença relevante no comércio internacional de lácteos, mas ainda enfrenta o desafio de transformar o superávit em volume em resultados positivos também na geração de receita.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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