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Prefeitura desobstrui bocas de lobo nas avenidas Miguel Sutil e CPA

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Obras Públicas, intensificou os trabalhos de desobstrução de bocas de lobo na capital e removeu seis toneladas de lixo descartadas irregularmente nas avenidas Miguel Sutil e Historiador Rubens de Mendonça (Avenida do CPA). Durante a ação, iniciada na segunda-feira (3), aproximadamente 24 mil litros de água acumulada nas caixas coletoras foram drenados, contribuindo para a melhoria do sistema de escoamento na região do CPA.

Na Avenida Miguel Sutil, quatro toneladas de lixo foram retiradas de uma boca de lobo que vinha causando alagamentos no local. Entre os materiais encontrados estavam placas de veículos, pedaços de para-choques e fragmentos de pneus.

Com o uso do caminhão hidrojato, foi possível remover detritos como areia, cascalho, garrafas PET, sacolas plásticas e outros resíduos domésticos, além de um pedaço de gelo baiano. O equipamento é essencial para a limpeza de áreas de difícil acesso, garantindo a eficiência do sistema de drenagem pluvial.

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O cronograma de serviços prevê a limpeza de 50 caixas coletoras, com a atuação profissionais especializados em desobstrução e manutenção. A iniciativa reforça o compromisso da gestão municipal em atuar preventivamente contra os transtornos causados pelas chuvas.

O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou a importância do trabalho contínuo de manutenção do sistema de drenagem da cidade. “A limpeza e desobstrução das bocas de lobo são ações fundamentais para evitar alagamentos e garantir o funcionamento adequado da drenagem pluvial. Contamos com o apoio da população para que o descarte irregular de resíduos não comprometa esse trabalho e a segurança da cidade”, afirmou.

Para garantir a segurança dos trabalhadores e a fluidez no trânsito, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana está coordenando bloqueios parciais das vias e orientando os desvios necessários.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma equipe de trabalhadores realizando a limpeza em uma boca de lobo na Avenida do CPA, com a ajuda de um caminhão sugador. Eles estão em um buraco aberto na calçada. Os trabalhadores estão usando uniformes e acessórios de proteção, como bonés e luvas, e a área ao redor está sendo isolada com cones.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Risco de geada faz mercado internacional de café operar em alta

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O mercado internacional de café abriu a semana com uma correção de preços impulsionada pelo prêmio de risco climático. A possibilidade de formação de geada nas áreas produtoras de arábica — Sul de Minas Gerais, Mogiana Paulista e Paraná — desencadeou um movimento de cobertura de posições por parte de fundos de investimento, elevando os contratos futuros nas bolsas de Nova York e Londres.

O arábica, cotado na Bolsa de Nova York, encerrou o último pregão com valorização, atingindo o equivalente a R$ 41,48 por quilo. O café conilon, negociado na Bolsa de Londres, também acompanhou a trajetória de alta, fechando o contrato de julho cotado a R$ 21,01 por quilo (considerando a cotação de R$ 5,17).

Análise de fundamentos:

  • Gestão de risco: O mercado incorporou o temor de geada como fator de volatilidade de curto prazo. A sensibilidade dos fundos às previsões meteorológicas é o motor atual dos preços.

  • Oferta: Independentemente da variação de temperatura, a sustentação das cotações permanece ancorada no cenário de oferta global restrita. O movimento de alta atual reflete o ajuste do mercado a um patamar de preço que compensa a escassez de produto.

  • Estratégia do produtor: Analistas indicam que a volatilidade deve perdurar até a consolidação dos dados sobre eventuais danos às lavouras. A recomendação técnica é de cautela na comercialização: enquanto a alta for movida estritamente pela especulação climática, o mercado está sujeito a correções rápidas; caso o frio confirme perdas reais de produtividade, a tendência de alta se consolida como um novo patamar estrutural de preços.

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O mercado físico no Brasil mantém a cautela. Produtores e tradings monitoram o comportamento das temperaturas nas próximas 48 horas como balizador para novas negociações. O cenário de preços segue atrelado à capacidade da safra brasileira em atender à demanda global, com o risco climático atuando como o principal limitador de oferta no curtíssimo prazo.

Fonte: Pensar Agro

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