AGRONEGÓCIO

Operação tapa-buracos atende Avenida Curió, no CPA IV

Publicado em

Seguindo a determinação do prefeito Abilio Brunini, a Secretaria Municipal de Obras Públicas realiza, nesta terça-feira (4), uma grande operação tapa-buracos ao longo de toda a extensão da Avenida Curió, no bairro CPA IV.

A programação dos serviços é definida com base nas demandas mais urgentes recebidas pelo canal de atendimento ZapObras, via WhatsApp, no número (65) 9 9216-0484. De acordo com a equipe técnica da Secretaria, os pontos mais críticos são priorizados, especialmente aqueles que representam maior risco para motoristas e pedestres. Além disso, as chuvas recorrentes dificultam a execução do trabalho, já que o asfalto exige condições secas para uma aplicação eficiente.

Os serviços incluem recapeamento e aplicação de manta asfáltica, um processo que melhora a aderência da via, prolonga sua durabilidade e oferece mais segurança aos condutores. Durante a execução, as equipes realizam a preparação do material e o rastelamento para garantir melhor adesão ao solo. Caminhões-caçamba e máquinas especializadas auxiliam na aplicação do asfalto, assegurando um serviço de qualidade.

Leia Também:  Uso de biocontrole na agricultura cresce 29% ao ano, revela Kynetec no BioSummit 2025

O secretário municipal de Obras Públicas, Reginaldo Teixeira, destacou o compromisso da gestão em manter a cidade trafegável. “Estamos intensificando as operações em diversas áreas da cidade, com foco nos pontos mais críticos e de maior risco. O trabalho de tapa-buracos não é apenas uma questão de melhorar o asfalto, mas de garantir a segurança e a qualidade de vida dos moradores. Sabemos que o tráfego intenso e as chuvas impactam o estado das vias, e é por isso que, nossas equipes estão empenhadas em realizar os serviços com eficiência, garantindo que a população sinta os efeitos positivos dessa ação”, afirmou.

Para garantir a segurança dos trabalhadores e a fluidez no trânsito, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) está presente no local, realizando a devida sinalização e coordenando os desvios necessários.

Além do CPA IV, os trabalhos da operação tapa-buracos também estão em andamento no bairro Pedra 90, reforçando o compromisso da Prefeitura de Cuiabá com a melhoria da infraestrutura viária da capital.

#PraCegoVer

A imagem mostra uma equipe de trabalhadores da Secretaria Municipal de Obras Públicas realizando um serviço de tapa-buracos na avenida Curió, no CPA IV. No centro da cena, um operário, vestindo colete refletivo e capacete, está utilizando uma compactadora de solo para nivelar o asfalto recém-aplicado.

Leia Também:  Mercado de trigo em espera: Produtores avaliam cenário na entressafra

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Milho recua no Brasil, Chicago opera estável e B3 fecha sem direção única em meio a oferta elevada

Published

on

Mercado do milho no Brasil acumula queda de 3,5% em junho com forte pressão da oferta

O mercado brasileiro de milho mantém trajetória de baixa ao longo de junho, pressionado principalmente pelo avanço da safrinha e pelo nível elevado dos estoques de passagem.

Na praça de Campinas (SP), referência para o Centro-Sul, o milho foi negociado a R$ 62,00 por saca de 60 kg nesta quarta-feira (24), reforçando o movimento de recuo observado ao longo do mês. A média parcial de junho ficou em R$ 63,06 por saca, queda de 3,5% frente a maio, quando o valor médio foi de R$ 65,35.

Segundo dados de mercado, o principal fator de pressão segue sendo a combinação entre oferta abundante e demanda interna sem força suficiente para absorver o volume disponível, o que mantém compradores mais cautelosos nas negociações.

A safrinha 2026 é estimada em 112,5 milhões de toneladas, segundo projeções do setor, configurando-se como uma das maiores já registradas no país. O cenário reforça a expectativa de excedente estrutural no curto e médio prazo, com impacto direto sobre a formação de preços.

No mercado físico, a liquidez permanece baixa. Produtores relatam resistência em aceitar valores abaixo do custo de produção, enquanto compradores atuam de forma mais seletiva, aguardando possíveis novas quedas ou oportunidades pontuais.

Chicago opera em estabilidade com equilíbrio entre demanda e clima favorável

No mercado internacional, os contratos futuros de milho na Bolsa de Chicago (CBOT) iniciaram a quinta-feira (25) próximos da estabilidade, refletindo um cenário de equilíbrio entre fatores altistas e baixistas.

Leia Também:  Preço do suco de laranja cai no Brasil e em Nova York, mas exportações para os EUA devem ganhar fôlego com retirada de tarifas

Os vencimentos mais negociados apresentaram variações mistas: julho/26 com leve queda, setembro/26 estável e contratos mais longos com pequenas altas, indicando ajuste técnico após sessões recentes de volatilidade.

Entre os fatores de suporte, destaca-se a demanda externa. O México realizou compras de aproximadamente 100 mil toneladas de milho dos Estados Unidos, parte destinada ao atual ciclo comercial e parte para a safra 2026/27, segundo dados do USDA.

Por outro lado, o clima favorável no cinturão produtor norte-americano segue limitando movimentos de alta. A maioria das lavouras permanece em boas condições, o que sustenta expectativas de oferta confortável e reduz pressão sobre os preços.

B3 inicia sessão em leve queda com influência externa e fundamentos domésticos

Na Bolsa Brasileira (B3), o milho também começou o pregão desta quinta-feira com viés levemente negativo, acompanhando o comportamento mais contido do mercado internacional.

Por volta das 09h, os contratos futuros operavam entre R$ 63,97 e R$ 73,10. O vencimento julho/26 recuava para R$ 63,97, enquanto setembro/26 e janeiro/27 também registravam leves baixas, refletindo cautela dos investidores.

Na sessão anterior, o mercado havia encerrado de forma mista. O suporte inicial veio da valorização do dólar, mas perdeu força ao longo do dia com a queda das cotações em Chicago e o avanço da colheita da safrinha no Brasil.

Leia Também:  Ações de Hong Kong sobem com recuperação de empresas de jogos; China avança

Relatos de produtividade irregular em algumas regiões, especialmente em Mato Grosso, adicionaram volatilidade ao mercado. Ao mesmo tempo, chuvas em áreas produtoras atrasaram os trabalhos de colheita e ajudaram a limitar quedas mais intensas.

No mercado físico regional, a liquidez segue reduzida. No Sul do país, compradores abastecidos mantêm negociações pontuais. No Paraná e em Santa Catarina, a diferença entre ofertas e pedidos continua travando acordos. Em Mato Grosso do Sul, a entrada gradual da segunda safra pressiona os preços, embora a demanda da indústria de bioenergia siga como fator de sustentação pontual.

Panorama geral: oferta elevada mantém mercado sob pressão no curto prazo

O mercado global de milho entra no segundo semestre com predominância de fundamentos baixistas, especialmente no Brasil, onde a safrinha volumosa reforça o cenário de superoferta.

Enquanto Chicago oscila de forma lateral, sustentada por exportações pontuais e clima favorável, a B3 reflete o ajuste entre fatores externos e a realidade doméstica de ampla disponibilidade.

No curto prazo, o comportamento dos preços deve continuar condicionado ao ritmo de colheita, ao apetite das exportações e à capacidade de absorção do mercado interno, especialmente do setor de proteína animal e da indústria de etanol.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA