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Secretaria da Mulher lança campanha de prevenção da gravidez na adolescência

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal da Mulher, está promovendo, na primeira semana de fevereiro, a campanha de conscientização sobre a prevenção da gravidez na adolescência. A iniciativa visa sensibilizar a população por meio da colaboração entre órgãos públicos e sociedade civil.

A secretária da Mulher, tenente-coronel Hadassah Suzannah, destacou que a campanha envolve reuniões com diversas secretarias municipais: Saúde, Esportes, Assistência Social e Educação, para avaliar o avanço das políticas públicas voltadas para o tema. Além disso, serão realizadas palestras socioeducativas em locais solicitados por organizações da sociedade civil.

“Iniciamos com a presença da doutora Aparecida Siquinelli, que trouxe informações preventivas essenciais para as mulheres, que participam dos cursos de qualificação na secretaria. Convido a sociedade, os setores públicos e privados a se unirem a nós nesse esforço de conscientização”, afirmou Hadassah.

A Lei 13.798/2019 determina que a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência seja realizada anualmente na semana que incluir o dia 1º de fevereiro. A proposta é difundir medidas educativas e preventivas que contribuam para a redução das taxas de gravidez na adolescência. A campanha segue até o dia 8 de fevereiro, buscando a criação de políticas públicas duradouras para o ano inteiro.

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Cerca de 35 alunas participaram da palestra sobre “Prevenção da Gravidez na Adolescência”, ministrada pela ginecologista Aparecida Siquinelli, da Clínica da Família do CPA I, na Secretaria da Mulher. A médica ressaltou que toda orientação preventiva e educativa é sempre compartilhada com a família para garantir que todos estejam cientes e integrados.

“Em minhas visitas a bairros como Jardim do Paraíso, Industriário, Jardim União e na Clínica da Família do CPA, frequentemente atendo meninas jovens, muitas vezes com 13 anos, já grávidas ou doentes. Quando isso acontece, é difícil mudar o rumo de suas vidas. Por isso, essas palestras são tão importantes, pois oferecem conhecimento que pode evitar gestações não planejadas e infecções sexualmente transmissíveis”, explicou a ginecologista.

A secretária adjunta da Mulher, Stefanya Paiva, também participou do evento e reforçou que a secretaria está comprometida em oferecer suporte a todas as mulheres, especialmente aquelas em busca de recomeço.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Guerra Irã-EUA eleva preços de fertilizantes e já pressiona custos da safra 2026/2027

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A escalada do conflito entre Estados Unidos e Irã já provoca impacto direto sobre os custos do agro. Os preços da ureia subiram entre 33% e 48% nas últimas semanas, enquanto a amônia anidra avançou cerca de 39%, em um movimento puxado pela alta do gás natural e pelas restrições logísticas no Estreito de Ormuz, rota estratégica para exportação de insumos.

O Brasil, que importa cerca de 85% dos fertilizantes que consome, segundo a Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA), sente o reflexo imediato. Parte relevante da ureia utilizada no País vem do Oriente Médio, o que amplia a exposição ao conflito e eleva o risco de novos aumentos no curto prazo.

O impacto ocorre justamente no momento de planejamento da safra 2026/27. Com custos mais altos, produtores começam a rever estratégias, postergar compras e buscar alternativas para reduzir o peso dos insumos no orçamento, especialmente em culturas como soja e milho, mais intensivas em fertilização.

Além da matéria-prima, o frete também entrou na equação. A tensão na região elevou o preço do petróleo e aumentou o custo do transporte marítimo, pressionando ainda mais o preço final dos fertilizantes no Brasil.

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Diante desse cenário, o governo federal discute medidas para amortecer o impacto. Entre as alternativas está a criação de um mecanismo de subvenção para fertilizantes dentro do Plano Safra 2026/27, com uso de crédito subsidiado para reduzir o custo ao produtor.

Outra frente envolve ações estruturais. O governo pretende ampliar a produção nacional por meio do Plano Nacional de Fertilizantes e de linhas de financiamento via Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), na tentativa de reduzir a dependência externa, considerada um dos principais gargalos do setor.

Do lado produtivo, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) tem pressionado por medidas emergenciais, como a redução de custos logísticos e tributários, incluindo pedidos de isenção do Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (AFRMM), taxa cobrada sobre o transporte marítimo, que encarece a importação de fertilizantes.

Na prática, a combinação de alta dos insumos, frete mais caro e incerteza geopolítica cria um ambiente de maior risco para o produtor. A definição dos custos da próxima safra deve ocorrer sob volatilidade elevada, com impacto direto sobre margem e decisão de plantio.

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Fonte: Pensar Agro

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