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Milho registra quedas expressivas em Chicago nesta sexta-feira

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O mercado de milho iniciou esta sexta-feira (31) em queda na Bolsa Brasileira (B3), com os principais contratos registrando desvalorização. Por volta das 10h14 (horário de Brasília), os preços futuros variavam entre R$ 71,60 e R$ 76,94.

O contrato para março de 2025 era negociado a R$ 75,94, com recuo de 0,12%, enquanto o vencimento para maio de 2025 registrava R$ 75,81, uma baixa de 0,25%. Já o contrato de julho de 2025 estava cotado a R$ 71,60, com queda de 0,24%.

Desvalorização também no mercado externo

No cenário internacional, os preços futuros do milho também operavam no campo negativo na Bolsa de Chicago (CBOT). Às 10h08 (horário de Brasília), o contrato para março de 2025 era negociado a US$ 4,80, com queda de 10,25 pontos. O vencimento para maio de 2025 estava em US$ 4,91, também com perda de 10,25 pontos, enquanto o contrato de julho de 2025 era cotado a US$ 4,95, recuando 9,25 pontos. O milho para setembro de 2025 registrava US$ 4,59, com baixa de 7,00 pontos.

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De acordo com o portal Successful Farming, a retração dos preços ocorre em meio a um relatório fraco de exportações e preocupações com a demanda global. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou que, na semana encerrada em 23 de janeiro, as vendas de milho para o mercado externo totalizaram 1,36 milhão de toneladas, uma redução de 18% em relação à semana anterior.

Além disso, os investidores seguem atentos às declarações do ex-presidente Donald Trump, que tem ameaçado impor novas tarifas a diversos países, incluindo China e México – dois dos principais compradores de soja e milho dos Estados Unidos. A possibilidade dessas medidas gera incertezas sobre o desempenho futuro do mercado de grãos.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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