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Semob atende ocorrência com carreta e orienta desvios em complexo viário

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A Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob) atendeu a uma ocorrência envolvendo uma carreta que colidiu com um poste, causando o rompimento de fios e danos a um semáforo na Avenida Miguel Sutil. O incidente ocorreu na manhã desta segunda-feira (20), próximo ao desvio criado para a continuidade das obras do Complexo Viário Leblon.

A equipe semafórica foi prontamente acionada e já está no local realizando os reparos necessários. “O trânsito está fluindo normalmente, sem registros de congestionamentos. Temos duas equipes trabalhando intensamente para concluir os serviços”, informou a coordenadora de Trânsito da Semob, Ariana Taveira.

O semáforo danificado já foi reinstalado, mas ainda é necessário que a concessionária Energisa conclua os reparos nos fios rompidos. “Ressaltamos a importância de seguir as sinalizações no local para garantir a segurança e a fluidez do trânsito. Os motoristas precisam ficar atentos, para evitar incidentes como esse”, pontuou.

Essa intervenção faz parte de um projeto realizado pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura (Sinfra). A trincheira do Jardim Leblon, um dos componentes principais do Complexo, está sendo construída na Avenida Miguel Sutil, sentido Coxipó-Rodoviária, e envolve a escavação de um túnel e outras melhorias.

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A nova etapa das obras, que inclui a construção da trincheira no sentido Miguel Sutil-Rodoviária, tem previsão de duração de oito meses. O projeto também prevê o reforço das estruturas existentes para melhorar o fluxo de veículos entre a Avenida do CPA e a Avenida Miguel Sutil.

Para reduzir os impactos no trânsito, especialmente nos horários de pico, a Prefeitura de Cuiabá disponibilizou rotas alternativas, orientadas por painéis móveis, placas informativas e faixas aéreas instaladas na região.

Rotas alternativas durante a interdição

Sentido Avenida Fernando Corrêa da Costa – Rodoviária

O trecho próximo à distribuidora YAKAO estará bloqueado.

Motoristas devem virar à direita na Rua Couto Magalhães, depois à esquerda na Rua Nova, e seguir até a Avenida Arquimedes Pereira Lima.

Placas informativas orientarão o acesso à Avenida Miguel Sutil via Rua 8 de Janeiro.

Sentido Rodoviária – Avenida Fernando Corrêa da Costa

Para acessar a Avenida Arquimedes Pereira Lima, vire à esquerda na Rua Couto Magalhães e siga pela Rua Nova.

Continue até a Avenida Arquimedes Pereira Lima e siga para o Jardim das Américas, Jardim Imperial ou demais bairros da região.

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Restrição para veículos pesados

O tráfego de caminhões pesados está proibido nesse desvio. Placas informativas indicam a restrição.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Planejamento sanitário antes da seca reduz perdas e protege produtividade da pecuária

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Com a chegada do período seco em importantes regiões pecuárias do Brasil, especialistas reforçam a importância do planejamento sanitário do rebanho para reduzir perdas produtivas e evitar prejuízos econômicos nas fazendas.

A combinação entre menor oferta de pastagem, estresse nutricional e maior concentração de animais cria um ambiente favorável para o avanço de doenças e parasitas, comprometendo diretamente o desempenho dos bovinos.

Segundo Gibrann Frederiko, médico-veterinário e promotor de vendas da Nossa Lavoura, a preparação antecipada é essencial para manter a saúde animal durante a seca.

Estresse nutricional reduz imunidade do rebanho

De acordo com o especialista, a queda na qualidade e disponibilidade do pasto impacta diretamente o sistema imunológico dos bovinos.

“Com a menor oferta de alimento, os animais entram em estresse nutricional e podem apresentar redução de 20% a 30% na imunidade. Isso favorece infecções e aumenta a ação de parasitas, gerando perdas de peso que podem chegar a 0,5 a 1 quilo por dia quando não há controle adequado”, explica.

Além da menor ingestão de nutrientes, o organismo dos animais passa a priorizar funções de sobrevivência, reduzindo sua capacidade de defesa natural.

Nesse cenário, pode ocorrer queda de até 25% na atividade dos leucócitos, elevando a vulnerabilidade do rebanho a doenças respiratórias, verminoses, carrapatos e moscas.

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Verminoses e carrapatos estão entre os principais desafios da seca

Entre os principais problemas sanitários enfrentados pelos pecuaristas durante a transição para o período seco estão:

  • verminoses causadas por parasitas como Haemonchus e Cooperia;
  • aumento da infestação de carrapatos e moscas;
  • ocorrência de pneumonias;
  • clostridioses;
  • diarreias;
  • abscessos relacionados à imunossupressão.

Essas enfermidades comprometem diretamente o ganho de peso, a conversão alimentar e a eficiência produtiva do rebanho.

Vacinação antecipada melhora proteção dos animais

Especialistas recomendam que o planejamento sanitário seja iniciado entre 30 e 45 dias antes do início da seca.

Segundo Frederiko, a antecipação da vacinação permite que os animais desenvolvam imunidade no momento de maior vulnerabilidade.

“As vacinas atingem pico de produção de anticorpos entre duas e três semanas após a aplicação. Antecipar o manejo garante proteção justamente no período mais crítico”, afirma.

Doenças como botulismo, raiva, febre aftosa e IBR podem provocar redução significativa do desempenho produtivo e aumento da mortalidade.

Com o manejo sanitário adequado, o rebanho pode manter ganho médio diário até 0,5 quilo superior durante a seca, reduzindo perdas econômicas ao produtor.

Endectocidas ajudam no controle de parasitas internos e externos

Outra ferramenta considerada essencial para o manejo sanitário é o uso estratégico de endectocidas.

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Os produtos atuam no controle simultâneo de vermes gastrointestinais e ectoparasitas, como carrapatos.

“Os endectocidas ajudam a reduzir anemia, perda de peso e a transmissão de doenças como anaplasmose e babesiose. Quando utilizados corretamente, também contribuem para diminuir a infestação nas pastagens durante a seca”, destaca o especialista.

Entre os princípios ativos mais utilizados estão ivermectina e doramectina, sempre com orientação técnica e respeito às dosagens recomendadas.

Nutrição e sanidade devem atuar de forma integrada

Além do controle sanitário, a suplementação nutricional adequada é apontada como decisiva para melhorar a resposta imunológica do rebanho.

Segundo Frederiko, minerais como selênio e zinco podem elevar em até 30% a eficiência da resposta vacinal.

“Quando sanidade e nutrição caminham juntas, o produtor atravessa a seca com um rebanho mais saudável, produtivo e eficiente”, conclui.

O planejamento antecipado segue como uma das principais estratégias para reduzir perdas por mortalidade, queda de desempenho e aumento de custos operacionais durante o período seco da pecuária brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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