Mato Grosso

Criminoso flagrado com arma, munições e joias é preso pela Polícia Civil em Guarantã do Norte

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Um homem com diversas passagens criminais em Guarantã do Norte foi preso em flagrante pela Polícia Civil, no final da tarde de quinta-feira (16.1), após ser flagrado com arma de fogo, munições e diversos objetos de origem ilícita.

Os materiais foram encontrados no interior do veículo do suspeito, de 36 anos, que foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e porte ilegal de arma e fogo.

Os policiais da Delegacia de Guarantã do Norte estavam em diligências com foco na repressão da criminalidade na cidade, quando avistaram um veículo suspeito nas proximidades de uma residência investigada como ponto de venda de entorpecentes.

Os policiais realizaram o monitoramento do veículo. Ao perceber a presença dos policiais, o motorista tentou fugir. Os investigadores conseguiram realizar a abordagem do veículo, verificando que o condutor era um criminoso conhecido na cidade, com diversas passagens pela Polícia.

Em buscas no veículo, os policiais encontraram uma pistola calibre 380 com 15 munições no carregador, além de um coldre preto e mais 40 munições intactas, outras cinco munições calibre 38, todas acondicionadas dentro de um saco plástico transparente.

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Em continuidade às buscas, foram encontradas diversas joias, entre anéis, correntes e brincos, além de uma porção de maconha, aparelhos celulares e outros objetos de origem suspeita.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão ao suspeito, que foi conduzido à Delegacia de Guarantã do Norte onde foi interrogado e autuado em flagrante por porte ilegal de arma de fogo e munições de uso restrito e permitido e tráfico de drogas.

As investigações seguem em andamento para identificar a origem das joias encontradas no veículo do preso.

Fonte: Governo MT – MT

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Ministério Público MT

Júri condena filho de ex-deputado por feminicídio e homicídio

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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Cuiabá condenou, nesta sexta-feira (31), Carlos Alberto Gomes Bezerra a 36 anos de reclusão pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio de Willian César Moreno. O julgamento foi realizado no Fórum da Capital e presidido pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira. Pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), atuou no plenário o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Os crimes ocorreram em janeiro de 2023, no bairro Consil, em Cuiabá. Conforme sustentado pelo Ministério Público, o acusado agiu de forma premeditada e motivado pela inconformidade com o término do relacionamento com Thays Machado.O Conselho de Sentença acolheu integralmente o entendimento do Ministério Público e reconheceu todas as qualificadoras imputadas ao réu. No homicídio de Willian César Moreno, os jurados acolheram as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima. Já em relação ao feminicídio de Thays Machado, foram reconhecidas as qualificadoras de motivo torpe, emprego de meio cruel, recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio praticado em contexto de violência doméstica e de gênero.A acusação destacou que o réu monitorava a rotina da vítima, realizava vigilância constante de seus deslocamentos e conhecia detalhadamente seus hábitos, circunstâncias comprovadas por documentos, anotações e materiais apreendidos durante as investigações.Durante os debates, o promotor de Justiça Vinícius Gahyva sustentou que o conjunto probatório revelou um histórico de controle, perseguição e não aceitação do término do relacionamento por parte do acusado. Para o Ministério Público, o feminicídio ocorreu em contexto de violência doméstica e de gênero e foi precedido por uma crescente escalada de monitoramento da rotina da vítima.“Trata-se da personalidade de alguém possessivo, que possui ciúme exacerbado, que enxerga a mulher não como aquela pessoa com quem gostaria de constituir um casal, mas como um objeto. E, evidentemente, como ocorre com toda posse, quando ela é retirada de quem a considera sua propriedade, a reação é violenta, através da repreensão. Foi o que ele fez quando matou duas pessoas”, afirmou o promotor de Justiça Vinícius Gahyva.Conforme sustentado em plenário pelo promotor de Justiça, as investigações demonstraram que o acusado acompanhava a rotina da vítima, mantinha registros de seus deslocamentos e realizava vigilância constante de locais frequentados por ela, circunstâncias que reforçam as qualificadoras apontadas na denúncia.O promotor de Justiça também destacou que foram identificados 914 registros de chamadas entre o acusado e a vítima entre o fim de dezembro de 2022 e a data do crime, além de elementos que evidenciariam vigilância e controle sobre a vida de Thays Machado.Conforme apresentado pelo Ministério Público, todos os disparos que atingiram Thays ocorreram pelas costas, reforçando a tese de que as vítimas não tiveram qualquer possibilidade de defesa.Após a decisão do Conselho de Sentença, a juíza Mônica Catarina Perri Siqueira fixou a pena de 36 anos de reclusão para Carlos Alberto Gomes Bezerra. O réu permanecerá preso para cumprimento da condenação, nos termos definidos na sentença.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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