Mato Grosso

Polícia Militar recupera veículos roubados e prende duas pessoas em Sinop

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Em duas ações distintas, policiais militares do 11º Batalhão recuperaram, nesta terça-feira (07.01), dois veículos em Sinop. Um homem foi preso por roubo, após render um motorista de aplicativo e uma mulher foi detida por receptação no município.

Conforme boletim de ocorrência, os militares receberam informação, por volta de 16h, de que um roubo de um veículo Renault Kwid, no estacionamento do aeroporto da cidade, estava em andamento.

De acordo com relato da vítima, um motorista de aplicativo, de 29 anos, informou que aceitou uma solicitação de corrida do aeroporto para a cidade. Em determinado momento, o suspeito utilizou de um objetivo parecido com uma arma de fogo, para que o motorista saísse do veículo.

A equipe policial localizou o veículo na rua Bruno Martini, próximo da entrada do bairro Aquarela Brasil, fez a abordagem veicular e busca pessoal. A vítima chegou ao local e reconheceu o homem como autor do roubo. O suspeito foi detido e encaminhado à delegacia.

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Na mesma tarde, policiais do GAP (Grupo de Apoio) prenderam uma mulher, de 25 anos, pelo crime de receptação. Com a suspeita, foi localizada uma caminhonete Hilux, produto de roubo na cidade de Tabaporã, no último dia 29.

Após uma denúncia de que um veículo roubado estaria em uma residência no Loteamento Menino Jesus, os policiais se deslocaram até o endereço para checar a informação. Durante as buscas, foi possível localizar o veículo, uma camionete Hilux cor prata. Após checagem, foi constatado se tratar de um produto roubado.

Na abordagem, a equipe policial informou que a caminhonete foi roubada. A suspeita relatou que não sabia sobre a origem e que um amigo teria pedido para guardar dois veículos na residência, mas somente um chegou ao local. Diante dos fatos, a mulher foi encaminhada para a delegacia, para providências que o caso requer.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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*Supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Polícia Civil cumpre mandados em operação interestadual que apura golpes contra clientes de banco digital

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em apoio à Polícia Civil de Goiás, cumpre, na manhã desta terça-feira (19.5), 29 ordens judiciais em uma operação interestadual deflagrada contra um esquema de golpes e fraudes digitais envolvendo clientes de um banco digital.

Na operação, são cumpridos 14 mandados de prisão preventiva, 15 mandados de busca e apreensão domiciliar e o bloqueio judicial de mais de R$ 1,9 milhão contra integrantes de um grupo criminoso voltado para a prática desses golpes. Eles são investigados pelos crimes de invasão de dispositivo informático (celular), furto mediante fraude eletrônica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações foram conduzidas pela Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (DERCC), com apoio da Polícia Civil de Mato Grosso, da Polícia Civil do Maranhão e da Polícia Civil do Tocantins. As ordens judiciais são cumpridas nos respectivos estados.

Em Mato Grosso, os trabalhos são conduzidos pela equipe da Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Informáticos (DRCI), sendo cumpridos mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar contra uma mulher, principal alvo da operação, apontada como líder do grupo criminoso.

Durante as buscas na residência, foram apreendidos 10 quilos de entorpecentes, tipo skunk (supermaconha), embaladas a vácuo, em posse do marido da investigada, sendo o suspeito preso em flagrante por tráfico de drogas.

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Modo de atuação

Segundo as investigações, o grupo criminoso utilizava um elaborado esquema de golpe bancário, mediante a criação de um site falso do banco digital, impulsionado por anúncios pagos no Google.

Quando a vítima pesquisava pelo banco digital na internet, o link fraudulento aparecia entre os primeiros resultados patrocinados, induzindo o usuário a acreditar que estava acessando a plataforma oficial do banco.

Ao acessar a página clonada, a vítima inseria seus dados bancários e validava um QR Code, acreditando tratar-se de procedimento legítimo de verificação de login.

Nesse momento, os criminosos capturavam as credenciais de acesso em tempo real e assumiam a conta bancária da vítima, técnica conhecida como “session hijack” (sequestro de sessão), passando a realizar transferências Pix fraudulentas para contas de terceiros utilizadas como “mulas financeiras”.

Investigação

As investigações da polícia apontaram que o grupo possuía estrutura organizada e divisão de funções, com um núcleo técnico responsável pela criação dos sites falsos e captura das credenciais; núcleo financeiro encarregado das contas de passagem e dispersão dos valores; e núcleo patrimonial voltado à lavagem de dinheiro por meio de empresas de fachada e utilização de familiares e terceiros.

Até o momento, foram identificadas ao menos 19 vítimas, incluindo casos registrados no Estado de Goiás, com prejuízo inicialmente apurado em aproximadamente R$ 118 mil. Entretanto, as análises financeiras revelaram movimentações suspeitas superiores a R$ 4,8 milhões, apontando fortes indícios de lavagem de capitais e ocultação patrimonial.

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As investigações também identificaram dispositivos eletrônicos e conexões de internet utilizados para acessar diversas contas fraudadas, além de movimentações financeiras vinculadas a pagamentos para Google Ads, hospedagem de sites e empresas intermediadoras internacionais, evidenciando a operacionalização contínua do esquema criminoso.

Segundo o delegado titular da DRCI, Sued Dias Junior, o uso de anúncios patrocinados em mecanismos de busca tornou-se uma das principais estratégias empregadas por organizações criminosas especializadas em fraude eletrônica.

“A população deve estar atenta a esse tipo de fraude, evitando acessar instituições financeiras por links patrocinados; conferir cuidadosamente o endereço eletrônico do site; desconfiar de links enviados por SMS ou WhatsApp; utilizar autenticação em dois fatores; e jamais validar QR Codes sem absoluta certeza da origem da operação”, explicou o delegado.

As investigações prosseguem com a análise do material apreendido e o rastreamento do fluxo financeiro da organização criminosa.

Operação Pharus

A participação na operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.

Fonte: Governo MT – MT

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